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TSE abre investigação sobre Bolsonaro e compra de mensagens anti-PT

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Ao atender a pedido do PT, corregedor Jorge Mussi mandou notificar o candidato do PSL e deu prazo para que ele se manifeste Reynaldo Turollo Jr. Letícia Casado FOLHA DE SÃO PAULO O corregedor do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), ministro Jorge Mussi, decidiu na noite desta sexta-feira (19) abrir ação para investigar a compra de disparos em massa de mensagens anti-PT pelo WhatsApp . Jair Bolsonaro (PSL) durante visita a Polícia Federal no Rio de Janeiro, nesta quarta-feira (17) Carl de Souza/AFP No entanto, o ministro negou o pedido de medidas cautelares feito pelos advogados do PT, que queriam que houvesse busca e apreensão de imediato, e deixou de analisar o pedido de quebra de sigilo das empresas suspeitas. Mussi mandou notificar Bolsonaro e abrir prazo de cinco dias para que ele se manifeste.  Reportagem publicada pela Folha nesta quinta-feira (18) mostrou que empresas bancaram uma campanha de mensagens anti-PT com pacotes de disparos em massa.

Processo contra Bolsonaro tem relator definido no TSE

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Pedido de investigação de Haddad quer que adversário seja considerado inelegível por abuso de poder econômico e uso indevido dos meios de comunicação da VEJA Campanha do PT diz que Jair Bolsonaro se beneficia de fake news  (Fernando Frazão/Agência Brasil) A ação movida pela coligação de Fernando Haddad (PT) para que o Tribunal Superior Eleitoral investigue a campanha de Jair Bolsonaro (PSL) foi distribuída na corte e terá como relator o ministro Jorge Mussi, corregedor-geral eleitoral. O processo está baseado em uma reportagem da Folha de S.Paulo segundo a qual empresas pagaram, em contratos que chegariam a 12 milhões de reais, pelo envio em massa de conteúdos contra o petista no WhatsApp. A campanha petista pede que, ao final das investigações, a ação seja julgada procedente para que Bolsonaro seja considerado inelegível por abuso de poder econômico e uso indevido dos meios de comunicação. A ação do PT aponta haver no caso práticas vedadas pela Lei Eleitoral, c

PF prende políticos e empresários suspeitos de fraude na previdência do Cabo de Santo Agostinho

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Agentes da Polícia Federal cumprem 64 ordens judiciais em seis estados e no Distrito federal -  Foto: EBCCRIME CONTRA A PREVICÊNCIA Rádio Jornal Advogados, líderes, religiosos, lobistas e funcionários da prefeitura do Cabo de Santo de Santo Agostinho também são alvos da ação. Ao todo, 220 agentes da PF cumprem 64 ordens judiciais em seis estados e no Distrito federal A Polícia Federal em Pernambuco deflagrou, na manhã desta sexta-feira (19), a Operação Abismo. O objetivo é reprimir e desarticular um esquema de fraudes no instituto de previdência dos servidores do Cabo de Santo Agostinho. O prefeito da cidade, Lula Cabral (PP) teria sido preso na operação. A Rádio Jornal entrou em contato com a assessoria do prefeito e do partido, mas, até agora, não recebeu resposta. Ao todo, 220 policiais federais estão cumprindo 64 ordens judiciais, sendo 42 mandados de busca e apreensão, dez mandados de prisão preventiva e 12 mandados de prisão temporária, nos estados de Pernamb

Bolsonaro tem 59% dos votos válidos contra 41% de Haddad, diz Datafolha

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O capitão reformado e o ex-prefeito de SP oscilaram um ponto percentual em relação à pesquisa da última semana Por Clara Cerioni EXAME Bolsonaro e Haddad: (Montagem/EXAME) São Paulo — No Datafolha desta quinta-feira (18), o candidato à Presidência Jair Bolsonaro (PSL) aparece com 59% dos votos válidos, contra 41% de seu adversário, Fernando Haddad (PT). Na semana passada, o pesselista tinha 58% e o petista, 42%. Os votos válidos excluem os brancos, nulos e indecisos. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. O índice de confiança é de 95%. Na conta dos votos totais, o capitão reformado tem 50% das intenções e o ex-prefeito de SP, 35%. Os brancos e nulos são 10% e os indecisos, 5%. Na rejeição, Bolsonaro tem 41% e Haddad tem 54%. O Datafolha ouviu 9.371 eleitores entre os dias 17 e 18. Denúncia de hoje Nesta quinta-feira, a Folha de São Paulo noticiou que ao menos 4 empresas pagaram para disparar mensagens em

#Caixa2doBolsonaro se torna o assunto mais comentado na internet mundial

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DO SITE  PRAGMATISMO POLÍTICO #Caixa2doBolsonaro se torna o assunto mais comentado na internet mundial após reportagem revelar campanha criminosa de empresários custeada por um valor ainda incalculável Ao lado de Bolsonaro, Luciano Hang é apontado como um dos  envolvidos no esquema milionário ilegal Reportagem do jornal Folha de S.Paulo  publicada na edição desta quinta-feira (18) revelou que empresários brasileiros estão investindo milhões, de maneira ilegal, para fazer disparos de mensagens em massa pelo Whatsapp contra o PT e o seu candidato a presidente Fernando Haddad. Cada contrato de “pacote de mensagens” pode chegar a até R$ 12 milhões. A rede de lojas Havan, de Luciano Hang, está entre as empresas compradoras. A prática configura crime de caixa 2, pois o dinheiro não está sendo declarado. Além disso, a prática também é ilícita por se tratar de doação empresarial de recursos, proibida pela atual legislação eleitoral. A operação envolve o envio de ce

Empresários bancam campanha contra o PT pelo WhatsApp

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Com contratos de R$ 12 milhões, prática viola a lei por ser doação não declarada Patrícia Campos Mello FOLHA DE SÃO PAULO Empresas estão comprando pacotes de disparos em massa de mensagens contra o PT no WhatsApp e preparam uma grande operação na semana anterior ao segundo turno.  A prática é ilegal, pois se trata de doação de campanha por empresas, vedada pela legislação eleitoral, e não declarada.  A Folha apurou que cada contrato chega a R$ 12 milhões e, entre as empresas compradoras, está a Havan . Os contratos são para disparos de centenas de milhões de mensagens. Logotipo do aplicativo WhatsApp - Reuters As empresas apoiando o candidato Jair Bolsonaro (PSL) compram um serviço chamado "disparo em massa", usando a base de usuários do próprio candidato ou bases vendidas por agências de estratégia digital. Isso também é ilegal, pois a legislação eleitoral proíbe compra de base de terceiros, só permitindo o uso das listas de apoiadores do própri

Novo saque do PIS/Pasep é liberado nesta quinta-feira

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Trabalhadores podem checar se têm valores a receber acessando o site do Banco do Brasil, no caso do Pasep, e da Caixa Econômica Federal, para o PIS Giuliana Saringer, do R7 Trabalhador precisa ser cadastrado no PIS/Pasep para ter direitoServiço Noticioso / Fotoarena - 13.08.2018 O pagamento de mais um lote do PIS/Pasep (abono salarial) começa nesta quinta-feira (18). O abono salarial é um benefício garantido aos trabalhadores que estão cadastrados no fundo PIS/Pase por pelo menos cinco anos, que receberam remuneração mensal de até dois salários mínimos (R$ 1.908, em 2018) durante o ano-base, ter trabalhado por pelos menos 30 dias no período e ter os dados informados pelo empregador no RAIS (Relação Anual de Informações Sociais). O PIS (Programa de Integração Social) é destinado aos funcionários da rede privada e é administrado pela Caixa Econômica Federal. Para os nascidos em outubro, estão disponíveis R$ 1,38 bilhão para 1,89 milhão de trabalhadores. Já o Pasep de

Haddad e partido de Ciro vão à Justiça para cassar chapa de Bolsonaro

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Eles apontam crimes eleitorais em suposta ação de empresários para custear mensagens anti-PT e fake news; impugnação é possível, dizem especialistas Por Da Redação da Veja O presidenciável Fernando Haddad (PT) e o ex-candidato à Presidência pelo PDT, Ciro Gomes  (João Miguel Júnior/TV Globo) O presidenciável Fernando Haddad (PT) e o PDT, partido que o apoia no segundo turno, vão entrar na Justiça para pedir a punição de Jair Bolsonaro (PSL) e a impugnação de sua chapa em razão de reportagem desta quinta-feira do jornal Folha de S. Paulo que revela que empresários bancaram a disseminação de mensagens contra o PT nas redes sociais. Segundo o jornal, as empresas – que também terão suas punições pedidas à Justiça – custearam, com contratos de 12 milhões de reais, serviços de disparos de conteúdos por meio do WhatsApp contra o partido e favorecendo Bolsonaro. Haddad disse que há indícios de outros “milhões de reais” em contratos ainda não identificados. “Em qualque

A propaganda para virar o jogo

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Haroldo Lima*  Este jogo está sendo ganho na base da enganação, do grito, e para virá-lo será necessário desnudar o Bolsonaro, mostrando ao povo ele próprio falando, em seus vídeos, sobre os mais diversos assuntos. Assim ele será desconstruído. O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso afirmou ao Estadão deste domingo (14) que “só ouvi a voz do Bolsonaro agora. Nunca tinha ouvido”. “Nunca vi o Bolsonaro”. Fernando Henrique milita na política há mais de 40 anos, já foi senador, constituinte, presidente da República. Nunca ter ouvido Bolsonaro, nunca o ter visto, é porque Bolsonaro passou os últimos 40 anos, dos quais 28 como deputado federal, como uma pessoa insignificante e desconhecida no cenário político nacional.  Daí pode-se concluir que o eleitorado que lhe deu uma votação estrondosa no primeiro turno dessa eleição de 2018 votou sem o conhecer. Como disse FHC: “Não creio que seja por influência do que ele diz ou pensa que votam nele. O voto é anti-PT”. 

Um Voto pela Democracia, por João Campos*

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*Engenheiro civil e deputado federal eleito pelo PSB-PE Eu te entendo. Entendo as suas angústias, frustrações e decepções. Entendo o sentimento de descrença num país que, por muito tempo, foi motivo de orgulho. Eu entendo a desesperança nos políticos e na política. E até entendo quando se diz que nada no Brasil está certo e que apenas uma mudança radical pode solucionar os nossos problemas. Mas, permita-me discordar. Precisamos olhar para trás e enxergar além dos erros. Somos uma democracia jovem, construída a várias mãos por diferentes correntes ideológicas. Derrotamos o fantasma da hiperinflação, avançamos nas conquistas sociais e enfrentamos crises nacionais e internacionais sem precisar abrir mão de nenhum fundamento do nosso Estado democrático de direito, marcado no primeiro artigo da nossa constituição: a soberania, a cidadania, a dignidade da pessoa humana, os valores sociais do trabalho e da livre iniciativa e o pluralismo político. Evoluímos muito na política tam

Câmara de Vereadores avança com trabalhos da Comissão dos Bairros

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A Comissão Temporária dos Bairros da Casa José Vieira de Araújo tem avançado na discussão das soluções para as problemáticas envolvendo a regulamentação de Bairros de Santa Cruz do Capibaribe. Na última quarta-feira (10), a comissão se reuniu para dar continuidade às discussões em torno do problema. Através dos trabalhos da Comissão, se constatou que muitas localidades reconhecidas como Bairros pela população santa-cruzense, na verdade, nunca foram oficializadas como tal em forma de lei, o que causa uma série de transtornos à população e aos órgãos oficiais, gerando conflitos de informações quanto aos endereços na cidade. Na oportunidade, estiveram presentes os vereadores Capilé (PTN), Zé Minhoca (PSDB), Irmão Val (SD) e Jessyca Cavalcanti (PTC), representantes da Compensa, Secretaria de Habitação, Cadastro Imobiliário da Prefeitura Municipal, além do professor Arnaldo Viturino, Geógrafo e Ambientalista, com vasta experiência sobre o território da cidade, que se une a Comi

PF indicia Temer por corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa

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Relatório do inquérito dos Portos, enviado ao ministro Luis Roberto Barroso, do Supremo, enquadra também outros investigados, entre eles o ex-assessor especial do presidente, Rodrigo Rocha Loures, e o coronel da PM João Baptista Lima Filho, de quem foi pedida a prisão preventiva Rafael Moraes Moura e Fabio Serapião/BRASÍLIA Michel Temer. Foto: Dida Sampaio/Estadão A Polícia Federal indiciou o presidente Michel Temer , a sua filha Maristela de Toledo, o ex-deputado federal Rodrigo Rocha Loures (MDB-PR), o coronel reformado da Polícia Militar João Baptista Lima Filho (amigo do presidente conhecido como coronel Lima) e arquiteta Maria Rita Fratezi (mulher do coronel), além de ex-executivos da Rodrimar e do grupo Libra no âmbito das investigações do inquérito dos Portos , que apura se houve favorecimento a empresas do setor portuário na edição de um decreto de 2017. Ao todo, 11 pessoas foram indiciadas pela PF, que entregou nesta terça-feira a conclusão das investiga