Na Câmara e no Senado, situação de ministro é considerada insustentável, mesmo com afastamento de assessor Por Agência O Globo | | Agência O Globo Roque de Sá/Agência Senado Ernesto Araújo, ministro das Relações Exteriores A cúpula do Congresso já enviou recados ao Palácio do Planalto de que não haverá pacificação enquanto o ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo , não for demitido. Mesmo com a disposição de Jair Bolsonaro para exonerar o assessor especial da Presidência, Filipe Martins , as cobranças vão continuar. Um dos principais formuladores da política de relações internacionais, Martins foi flagrado fazendo gesto associado à extrema-direita em audiência do Senado. Integrantes do núcleo do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, afirmam que é como se Ernesto Araújo fosse o "elefante" na sala e, Martins, a "formiga". Enquanto o primeiro atrapalha a política externa e, com isso, afeta a importação de insumos e vacinas, o segundo teve conduta inadequada...