Para ministro, que vai assumir a presidência do TSE, maneira de lidar com decepções numa democracia é com eleição Rafael Moraes Moura e Vera Rosa, O Estado de S.Paulo BRASÍLIA - Diante da possibilidade de o Brasil viver o seu terceiro processo de impeachment em 30 anos, o ministro Luís Roberto Barroso , do Supremo Tribunal Federal (STF) , disse que, numa democracia, a maneira de se administrar a decepção é com eleições. “Impeachment é a última opção”, afirmou ele ao Estado. Sem se debruçar sobre acusações com potencial de levar o presidente Jair Bolsonaro a deixar o governo depois de Dilma Rousseff (2016) e Fernando Collor (1992), o ministro foi taxativo: “É preciso que os fatos sejam graves, demonstrados”. LEIA TAMBÉM >Sérgio Moro presta depoimento neste sábado à PF e PGR Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal, na biblioteca em sua casa Foto: Dida Sampaio / Estadão Há várias frentes que podem culminar com a cassação de Bolsonaro, inclusi...