Onda amarela e vermelha invade ruas do Recife para abraçar Paulo e Haddad


Mais de 50 mil pessoas mostraram que estão com os candidatos que vão trazer o Brasil de Lula de volta e que vão manter Pernambuco na frente

O amarelo e o vermelho da Frente Popular de Pernambuco tomaram conta do Centro do Recife na manhã deste sábado (22), deixando as ruas da cidade estreitas para receber a maior caminhada da história da capital pernambucana. Acompanhando os candidatos à Presidência da República, Fernando Haddad (PT), e à reeleição Paulo Câmara (PSB), cerca de 50 mil pessoas seguiram o tradicional percurso da coligação, que saiu da Praça Maciel Pinheiro, em direção à Praça da Independência. Um comício marcou o encerramento do ato. 

No local, Fernando Haddad reforçou o compromisso com o governador Paulo Câmara e falou da necessidade de eleger um time que ajudará o Brasil voltar a ser dos brasileiros e a manter Pernambuco no caminho dos avanços. “Queria fazer um agradecimento ao povo aqui do Recife e de Pernambuco. Quero dizer: não se faz nada sozinho. A gente tem mania de achar que elege presidente e está resolvido. O presidente precisa de parceria no congresso e parceria dos governadores, senão não consegue governar e temos muita coisa para arrumar. Temos que estar unidos todos nós. Aqui temos o Paulo Câmara! Vamos, em 2018, olhar com força o país que a gente quer construir. O povo quer o país de volta. Preciso de vocês. Não fazemos sozinhos. O Lula não fez sozinho, o Lula tinha time. Temos time e lado. O lado do povo. Até a vitória!”, afirmou Haddad. 


Sempre lembrando o ex-presidente Lula, Haddad também destacou que, em poucos dias, o Brasil será novamente resgatado para o povo brasileiro. Ele também pontuou que, com Lula, o Nordeste viveu seu período de maior crescimento. “No Brasil do Lula, nós cuidávamos de todos os estados brasileiros da mesma maneira. Tem gente que se queixa, porque o Nordeste se desenvolveu mais que média nacional. Por que o Nordeste se desenvolvia mais? Tinha crescimento chinês. O Brasil crescia 4 e Nordeste, 9%. Por que isso aconteceu? Porque a primeira vez que algum presidente olhou para o Nordeste foi (no governo) Lula. Porque ele sabia a dívida do Nordeste histórica na Educação, na Saúde”, acrescentou. 

O governador Paulo Câmara lembrou que a população de Pernambuco tem a responsabilidade de ajudar na missão de fazer o Brasil voltar a ser feliz com o time de Haddad e Lula, tirando o país do atraso com a Turma de Temer. O socialista também enfatizou que, nesta reta final da campanha, não vai faltar empenho e dedicação para lutar por um país melhor. “Quero dizer ao povo de Pernambuco que a gente tem muita honra de ter aqui o apoio do presidente Lula. O apoio do presidente que fez tanto por Pernambuco, que quer fazer com que Pernambuco e o Brasil voltem a ser felizes. Haddad, sua vinda a Pernambuco significa isso: a esperança para o Brasil voltar a ser feliz e Pernambuco ficar na frente. Por isso, eu peço a vocês, nesse dia de sol de sábado, a gente tem uma caminhada de 15 dias e temos que escolher o lado do povo, o lado de Miguel Arraes, de Eduardo Campos, de Lula, de Fernando Haddad”, disse. 


A futura vice-presidente do Brasil, Manuela D’Ávila (PCdoB) também participou da caminhada e brincou com a quantidade de gente presente ao ato político. “É a primeira vez que venho ao Galo da Madrugada e termino com um discurso! A nossa caminhada parecia o Galo, de tanta alegria, de tanta gente, da multidão que abraça Haddad, que me abraça, que abraça Humberto, Paulo e Luciana. Que abraça o time de Lula em Pernambuco e diz que vamos vencer a eleição!”, exaltou a candidata.

A fala ganhou reforço da candidata a vice-governadora Luciana Santos, do mesmo partido de Manu. “Muito me honra estar aqui como vice-governadora da Frente Popular de Pernambuco, que existe desde 1955, com Pelópidas. Não podemos ter dúvidas. Existem dois lados nessa eleição: ou estamos do lado do povo, da soberania nacional, do lado dos trabalhadores ou nós estamos do lado do Temer”, destacou Luciana.  


Também presente no ato, o senador Humberto Costa (PT) lembrou que Pernambuco viveu um dos seus melhores períodos quando Lula era presidente e Eduardo Campos, governador. Humberto falou que essa parceria será novamente possível elegendo Paulo Câmara no Estado e Fernando Haddad, presidente da República. “Em duas semanas, vamos escolher entre o time de Lula e a Turma do Temer. No dia 7 de outubro, é Paulo governador, Haddad presidente e Humberto senador!”.

Fotos:  
Andréa Rêgo Barros/Frente Popular  
Ricardo Stuckert (renomeadas) 

Diogo Moraes destaca ações feitas em parceria com Paulo Câmara em caminhada no bairro de São Jorge, em Santa Cruz do Capibaribe


Nesta sexta-feira (21), o deputado estadual Diogo Moraes (PSB), candidato à reeleição, participou de uma caminhada em Santa Cruz do Capibaribe, no bairro de São Jorge, ao lado dos vereadores Ernesto Maia, Marlos da Cohab, Deomedes, Júnior Gomes, Ronaldo Pacas, Carlinhos da Cohab, Joab do Orcarzão e Toinho do Pará, além da liderança política da região, o ex-prefeito Fernando Aragão. Mais cedo, o parlamentar participou ainda de uma sabatina na Rádio Sertânia FM, em Sertânia, no Moxotó, onde destacou o seu compromisso em criar um Distrito Industrial na cidade sertaneja, nos moldes do Polo de Confecções do Agreste. Com essas agendas, Diogo Moraes tem cumprido sua meta de estar presente em todas as suas bases eleitorais semanalmente. 

Em sua fala, Diogo Moraes fez questão de agradecer a todos que participaram da caminhada, destacando o trabalho da militância. Diogo também agradeceu pela presença dos vereadores aliados no município e ainda citou a presença do seu pai, o ex-deputado estadual Oseas Moraes. “Quero dizer que nosso trabalho com esse grupo que aqui está, através do governador Paulo Câmara, conquistou o Expresso da Moda, a escola técnica, o esgotamento sanitário, a Central de Feiras, as ruas pavimentadas de São Jorge, que foram feitas pelo FEM, a duplicação da BR 104, da PE 160. Não quero falar mal de ninguém, mas o que os outros fizeram pelo município? Foi tudo Paulo câmara. Que é um homem decente. Um homem que tem formação de funcionário público. Está onde está por sua carreira pública. Colocou o Estado de pé. Não atrasou salário. Diferente de vários estados que estão quebrados nesse país”, afirmou o deputado. 


Na ocasião, Diogo Moraes falou ainda da sua atuação ao longo dos 10 anos de vida pública que possui. “Esse grupo representa o futuro que queremos para o nosso Estado. Por fim, quero pedir voto pra mim, pra quem lutou pra todas essas obras chegarem até aqui. Elas são fruto de muito trabalho. Se vocês pararem para pesar o quanto trabalhei nos últimos quatro anos. Sou deputado por dois mandatos, primeiro secretário da Alepe, eleito com 49 votos dos 49 possíveis, pelo meu trabalho, por tudo que construí, pelo povo de Santa Cruz do Capibaribe. Pelo povo e por Pernambuco. Por isso, tenho 10 anos de vida pública, e não tenho um processo sequer em minhas costas. Sou ficha limpa. Bens desbloqueados. Eu honro o povo de Pernambuco e minha terra”, finalizou o parlamentar.

Agendas anteriores


Na quinta-feira (20), o deputado participou de um debate com representantes e integrantes do sindicato A Marreta, que representa os funcionários da construção civil de Pernambuco. Na ocasião, Diogo falou sobre as suas propostas e sobre seu trabalho. O parlamentar teve a satisfação de receber o apoio oficial da categoria, representada pelo presidente Reginaldo Ribeiro, pela secretária geral Dulcilene Moraes e mais 5 membros da diretoria executiva. No mesmo dia, Diogo esteve em Gravatá, onde participou de um encontro com o Padre Joselito, liderança muito forte e atuante no município, que declarou apoio ao projeto de reeleição do deputado. Logo em seguida, partiu para Santa Cruz do Capibaribe, onde participou de uma bonita caminhada no bairro da Palestina com vereadores e lideranças locais.

Fotos: Jefferson Lulu

Primavera pernambucana: multidão recebe Haddad e Manu em Recife

Candidatos da coligação “O Povo Feliz de Novo” participaram de grande em ato para salvar o Brasil do projeto neoliberal em curso, após o Golpe

Ricardo Stuckert
Haddad durante caminhada em Recife

Uma multidão recebeu o candidato a presidente pela coligação “O Povo Feliz de Novo”, Fernando Haddad, e sua vice, Manuela d’Ávila, em Recife (PE) no início da tarde deste sábado. Haddad e Manu tiveram dificuldade para chegar ao palco onde fariam o ato, tamanha era a festa feita pelo povo nas ruas da capital pernambucana. Manuela brincou que parecia o Galo da Madrugada, “de tanta alegria, de tanta gente”. Também estavam presentes ao ato o senador pernambucano Humberto Costa (PT) e o governador do estado, Paulo Câmara (PSB).

Haddad afirmou que vai ganhar essa eleição porque é preciso salvar o Brasil do projeto neoliberal que está em curso. “Não queremos revanchismo. E queremos só dar um recado: o negro vai ser respeitado, a mulher vai ser respeitada, o nordestino vai ser respeitado. Um recado para nosso amigo ali: se a mulher cria o filho sozinha vai receber mais atenção da gente. Se a avó cuida do neto sozinha, ela vai receber carinho do Lula de novo, porque ele nunca deixou de olhar para quem mais precisa”.

“Não vamos admitir violência, intolerância, porque essa não é a nossa cultura. Vamos voltar a ser feliz com todo mundo, num projeto nacional que olha pra quem mais precisa. Vamos pegar na mão daquele que está numa situação mais difícil. Às vezes o que ele precisa é do bolsa família, `as vezes um estagio, uma universidade ou uma temporada no exterior, a que o pobre também tem direito”, disse Haddad

O ex-ministro da educação de Lula afirmou que os governos do PT nunca deixaram nenhum brasileiro pra trás, nem os adversários. Na época, o Nordeste se desenvolveu mais do que a média nacional, de acordo com o candidato, porque foi a primeira vez que um presidente olhou para a região. “Lula sabia a dívida histórica que o Brasil tinha com o nordeste na educação e na saúde”.

Haddad afirmou que todo mundo nasce com talento, mas é papel do governante que todas as pessoas tenham oportunidades. Ele contou que seu pai era agricultor no Líbano, antes de vir para o Brasil e se tornar um comerciante. “Aprendi com ele que um homem e uma mulher têm que saber pra onde ir. Não tem coisa pior que estar desamparado, não ter posto de trabalho, não ter escola, universidade. Todos têm que ter seus direitos assegurados”.

Ele lembrou que o Brasil ia por um caminho de desenvolvimento com inclusão até que os derrotados nas eleições de 2014, inconformados, começaram a desestabilizar o país e o Brasil virou uma bagunça. ”Corta direito trabalhista, corta direito social, ofende a honra da mulher, do negro, do nordestino”, disse ele.

Haddad falou de Lula e se disse inconformado. “O que me indigna saber é que o cara que mais amou o Brasil, mais se doou, em quase 50 anos de história pública ao lado povo brasileiro, é hoje o cara mais injustiçado”. Foi interrompido pelo público, que gritava “ Lula livre”.

E o candidato do ex-presidente fez um convite aos pernambucanos. “Vocês sabem que sou formalmente o advogado de Lula e hoje vou estabelecer cada um de vocês pra ser advogado de Lula. Não é justo o que está acontecendo. Até a ONU recomendou que ele concorresse, mas o medo é que ele ganhasse no primeiro turno. Lula não é só pessoa. É um projeto. É uma visão de futuro, o sonho do jovem, da mulher negra, de um brasil diferente dos 500 anos de tradição”.

Ricardo Stuckert
Multidão recebe Haddad e Manu em Recife

Haddad relembrou o que disse uma senhora baiana: “eles esqueceram de prender o povo”. “E o povo vai dar resposta em outubro”, afirmou Haddad, , falando tambem sobre a importância de se eleger parlamentares comprometidos com o projeto do PT. “Não se faz nada sozinho. O presidente precisa da parceria do congresso, dos governadores, temos muita coisa pra arrumar. Temos que estar unidos todos nós”.

Manuela d’Ávila também fez um discurso emocionante. “Nós temos visitado o Brasil inteiro. No Brasil inteiro, o que nós vemos na rua é nossa militância dizendo que acredita no Brasil, no povo, que sabe que as mulheres são imprescindíveis para termos um país com educação e saúde públicas”, disse Manu. A vice de Haddad falou sobre a missão de cada um dos pernambucanos nos próximos dias. “O estado de Lula, o estado que deu ao Brasil de presente seu mais ilustra filho, Luiz Inácio Lula da Silva, o Pernambuco de Dona Lindu, que criou Lula na solidão que muitas mulheres criam seus filhos, garantindo a dignidade e sobrevivência, tem missão de fazer com que nos vençamos a eleição. Somos o país da liberdade, do povo extraordinário que merece ser feliz de novo”, afirmou ela.

Conversa com a imprensa

Fernando Haddad fez uma pequena coletiva de imprensa ao final do ato, em Recife. Ele fez questão de falar sobre mobilidade urbana. “Hoje é dia da mobilidade urbana. E temos um projeto muito forte de mobilidade para o país. . Inclui apoio decisivo a faixas de ônibus, ciclovias, segurança do pedestre. Vamos oferecer parte de um tributo federal, que é a CID, e entregar parte para os prefeitos melhorarem o transporte publico. A mobilidade, além de dialogar com direito do trabalhador, dialoga com a questão do meio ambiente, porque quanto mais transporte público, mais transporte ativo, que é bicicleta e caminhada, menos poluição.”

Ele discorreu sobre racionalizar as verbas da Saúde, aperfeiçoando, por exemplo, o programa Mais Médicos, incluindo a contratação de especialistas. Na educação, Haddad reafirmou o compromisso de dar prioridade ao ensino médio. Para isso, está em seu plano de governo a proposta de que cada unidade federal adote uma escola de ensino médio estadual que estejam com baixo desempenho para que melhorem sua nota no Enem.

Haddad volta a falar que vai revogar teto de gastos implementado por Michel Temer pra poder investir, principalmente em obras paradas. “Obras parada dá prejuízo, se deteriora, custa o dobro pra terminar depois. Na Transnordestina e na transposição do rio São Francisco, foram bilhões gastos. Tem que concluir, a todo custo. Não vamos deixar obra estratégica parada”, disse.

Candidatos não poderão ser presos até o dia da eleição

Marcos Santos/USP Imagens

A partir deste sábado (22), nenhum dos candidatos às eleições deste ano poderá ser preso ou detido, a menos que seja flagrado cometendo crime. A chamada imunidade eleitoral de candidatos está prevista no Código Eleitoral (Lei 4.737, de 1965) e começa a valer 15 dias antes da eleição (7 de outubro).

A imunidade garante ao candidato o direito ao pleno exercício da democracia, impedindo que ele seja afastado da disputa eleitoral por prisão ou detenção que possa ser posteriormente revista.

— Na verdade, é uma forma de garantir a normalidade das eleições. Antigamente era comum a autoridade policial estar a serviço de determinada candidatura e fazer prisões arbitrárias para impedir que eleitores apoiassem opositores. Por isso, essa garantia eleitoral se estabelece em torno não só dos candidatos, mas até mesmo dos eleitores — explica o advogado eleitoral e ex-ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) José Eduardo Alckmin.

Ele esclarece ainda que, mesmo em caso de prisão ou detenção por flagrante delito, o candidato continuará na disputa, uma vez que a Lei da Ficha Limpa (Lei Complementar 135/2010) proíbe apenas candidaturas de pessoas condenadas em segunda instância por órgão colegiado (tribunal).

— Enquanto ele não for condenado, ele está elegível. Uma mera prisão preventiva, antes de uma condenação de órgão colegiado de segundo grau, não impede que ele continue a concorrer com os demais candidatos — acrescenta Alckmin.

Neste ano, mais de 27 mil candidatos concorrem aos oito cargos eletivos: Presidência da República e vice, governador e vice, Câmara dos Deputados e assembleias legislativas, além das duas vagas para o Senado.

Imunidade do eleitor

No caso dos eleitores, a imunidade eleitoral é mais restrita e impede prisões cinco dias antes do pleito até 48 horas após a eleição. Na prática, nenhum eleitor poderá ser preso ou detido no período entre 2 e 9 de outubro deste ano, a menos que seja flagrado cometendo crime; ou haja contra ele sentença criminal condenatória por crime inafiançável, como racismo, tortura, tráfico de drogas e terrorismo; ou ainda por desrespeito ao salvo-conduto de outros eleitores, criando, por exemplo, constrangimentos à liberdade de votar.

Ocorrendo qualquer prisão, o preso será imediatamente levado à presença do juiz competente, que avaliará a legalidade da detenção ou a revogará.

Da Agência Câmara Notícias.

Paulo arrasta cinco mil pessoas pelas ruas do Ibura

Candidato à reeleição comandou, nesta sexta-feira, uma linda e animada caminhada pelo bairro, que é um dos mais populosos do Recife


Faltando 16 dias para confirmar que Pernambuco vai seguir na frente com Paulo Câmara (PSB), os moradores do bairro do Ibura, no Recife, deram uma bela demonstração do sentimento que se espalhou pelo Estado. Cinco mil pessoas saíram em caminhada com o candidato à reeleição, o prefeito Geraldo Julio (PSB) e o time da Frente Popular pelas ruas da localidade. Ao longo do percurso, Paulo recebeu o carinho de moradores, que faziam questão de indicar o 40 com as mãos. 

"É muito bom ver tanta gente na rua em uma sexta-feira à noite, tanta gente nos apoiando. Isso nos dá ainda mais energia", afirmou Paulo, registrando o peso histórico do atual pleito. "Essa eleição tem uma importância diferente. Ela nos dará a oportunidade de escolher entre dois lados. O lado de Miguel Arraes, de Eduardo Campos, do presidente Lula. O lado do povo. Já o outro é da turma que só trouxe aumento de conta de luz, botijão de gás, do preço da gasolina e que fez reforma contra trabalhador brasileiro", alertou.
  
O prefeito Geraldo Julio aproveitou o entusiamo dos moradores do Ibura para indicar a mensagem que será dada pelo pernambucano no dia 07 de outubro. "Vamos dizer para aquele que já foi o maior presidente que Brasil já teve que Fernando Haddad vai ter, em Pernambuco, a maior votação do Brasil. Essa é a homenagem que a gente vai fazer ao presidente que deu renda, oportunidade de trabalho, deu crédito, que abriu oportunidades dos jovens da família pobre de fazer, na universidade, o seu curso superior", resgatou.
  

Mailton Soares da Silva, morador do Ibura de Baixo, destacou o porquê do seu voto em Paulo. "Ele fez ações, principalmente, em termos de Educação. Ele é ficha limpa e é em quem a gente pode confiar. Vamos seguir votando nele para ele dar continuidade ao que está fazendo aqui", realçou. 

A comerciante Sueli Araújo ressaltou que conheceu, há pouco tempo, a proposta do governador de garantir crédito popular. "É ótima! Vai ajudar muito quem quer investir no seu negocinho e não tem dinheiro. Eu mesma vou atrás disso para aumentar aqui a minha vendinha. Esse Paulo é arretado", afirmou, completando: "Os outros prometem o céu e a terra. Tem nem vergonha." Paulo Câmara vai criar, a partir de 2019, O Crédito Popular, beneficiando mais de 40 mil pequenos empreendedores com a liberação de R$ 3 mil para investir em suas iniciativas.

Fotos: Hélia Scheppa/Frente Popular

Em Caruaru, Armando parte para o ataque a Paulo Câmara

Por: Juliano Muta
Do Blog da Folha

Armando Monteiro (PTB) em entrevista a emissora de Caruaru
Foto: Ricardo Labastier/Divulgação

Depois da troca de acusações protagonizada nessa sexta-feira (21), por meio de notas oficias das campanhas de Paulo Câmara (PSB) e Armando Monteiro (PTB), o clima de acirramento se manteve forte. O senador continuou a partir para o embate, trazendo à mesa o tema do desemprego, desta vez em entrevista concedida a uma rádio de Caruaru. 

Em duas horas de sabatina, Armando conversou com os jornalistas da emissora sobre temas como segurança, saúde, estradas e ética na política. Mas o desemprego em foi um assunto marcante no discurso do petebista. “Temos mais de 700 mil pessoas sem trabalho e Pernambuco lidera o desemprego no Nordeste. O atual governo é fraco, fica apenas reclamando da crise e não assume suas responsabilidades, o resultado é um desastre para milhares de família que estão sem fonte de renda”, afirmou Armando. 

Criticando os convênios travados com a União que, segundo ele, somam R$ 298 milhões em caixa para realizar obras de infraestrutura, Armando bateu no governo, por conta das obras paradas e a falta de investimento em infraestrutura. "São obras como a conclusão do terminal para o Corredor Norte-Sul, pavimentação e recuperação de rodovias e construção de unidades habitacionais.Estamos falando de ações importantes, que a população necessita, e que geram empregos na construção civil. O que falta em Pernambuco é governo”, disse.

Armando citou, ainda, Eduardo Campos, que ao assumir o governo em 2007, chamou para si a responsabilidade, gerenciando as ações do Pacto Pela Vida. “Bastou Eduardo sair de cena e tudo que tudo que havia sido conquistado foi perdido”, alfinetou.

Humberto defende Marília: ‘é coisa de eleição e depois vai ser arquivado’

Foto: Leo Motta/JC Imagem
Foto: Leo Motta/JC Imagem
Do Blog de Jamildo
O senador Humberto Costa, candidato à reeleição pelo PT, defendeu nesta sexta-feira (21), no Resenha Política, a correligionária Marília Arraes. A vereadora e candidata a deputada federal foi indiciada por peculato e a informação foi divulgada às vésperas da eleição. “Ela sempre teve posição muito ética, muito correta”, afirmou o petista após ser questionado sobre o assunto. “Isso é coisa da eleição e depois vai ser arquivado”, disse.

“Não acredito que ela tenha cometido nenhuma irregularidade”.

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A acusação é por supostamente empregar quatro funcionários fantasmas, o que ela nega. A investigação está sob sigilo, no Ministério Público de Pernambuco (MPPE). Apesar de o anúncio ter sido feito pela delegada Patrícia Domingos, titular da Delegacia de Crimes Contra a Administração e Serviços Públicos (Decasp), nesta quinta-feira, chegou ao órgão antes. Não há previsão para ser concluído.

Marília disse ter sido surpreendida com a notícia e afirmou estar à disposição da Justiça. “Não temos como deixar de repudiar atitudes que claramente tem o propósito de tumultuar o processo eleitoral democrático em nome de interesses não republicanos”, afirmou.


Humberto e Marília romperam as relações políticas este ano. Enquanto ela fazia pré-campanha a governadora pelo PT, ele articulou a aliança nacional do partido com o PSB, o que rifou a postulação da vereadora. O processo se arrastou por seis meses e terminou com um acordo feito pela executiva nacional do partido para retirar a candidatura de Marília e incluir Humberto na chapa majoritária do governador Paulo Câmara (PSB), a quem ela faz oposição.

Foto: Divulgação

“Ainda tenho a expectativa positiva de que ela vote em mim, apoie minha candidatura”, disse.

Segundo o senador, os dois não se falaram desde o início de agosto, quando foi confirmada a aliança com os socialistas.

Assista a sabatina com Humberto Costa no Resenha Política


JULIO LOSSIO EMITE NOTA SOBRE SUA EXPULSÃO DA REDE SUSTENTABILIDADE

Apesar de ainda não ter sido notificado da decisão, em relação à publicação feita no site da REDE Sustentabilidade, venho esclarecer: 

A legislação garante que um filiado a partido político somente pode ser expulso por processo disciplinar em que sejam garantidos o contraditório, a ampla defesa e o devido processo legal.

Contudo, numa manifestação opressiva e antidemocrática, a REDE decidiu pela minha expulsão sumária, sem nenhum respeito a essas sagradas garantias constitucionais.

A CAMPANHA SEGUIRÁ NORMALMENTE até a decisão da Justiça Eleitoral, quem efetivamente tem competência para dar a palavra final sobre o tema e deliberar sobre eventual pedido de cancelamento de registro de candidatura.

Confio no Poder Judiciário e tenho convicção de que esse ato arbitrário será revisto pelo Egrégio Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco.

Os partidos políticos não podem pregar a democracia da  “porta pra fora” e funcionar com uma ditadura da “porta pra dentro”. A democracia intrapartidária exige respeito aos direitos fundamentais dos filiados, tal como previsto na nossa valorosa Constituição.

Julio Lossio
Candidato a Governador de Pernambuco

REDE decide expulsar candidato ao governo de Pernambuco por infidelidade partidária

A Executiva Nacional da REDE Sustentabilidade, deliberou, por unanimidade, nesta sexta-feira, dia 21, a expulsão do agora ex-filiado Julio Lossio.

A decisão foi tomada após análise da defesa apresentada pelo político, que respondeu a processo ético disciplinar interno por realizar aliança não aprovada em Convenção Eleitoral com partido político adversário. O ato praticado pelo ex-filiado é infidelidade partidária de acordo com a Lei das Eleições (Lei 9.504/1997) e a Lei dos Partidos Políticos (Lei 9.096/95), e ainda viola os princípios e valores da REDE Sustentabilidade.

Em decorrência da decisão de expulsão, a REDE Sustentabilidade pedirá, junto à Justiça Eleitoral, o cancelamento do registro de candidatura de Julio Lossio ao governo do estado de Pernambuco.

Comissão Executiva Nacional da REDE Sustentabilidade

Forças Armadas vão garantir resultado das urnas, diz ministro da Defesa

Segundo Silva e Luna, nove estados pediram apoio dos militares para os dias de votação

Lucas Vettorazzo
FOLHA DE SÃO PAULO

O ministro da Defesa, general Joaquim Silva e Luna, disse na manhã desta sexta-feira (21), que as Forças Armadas garantirão o resultado das urnas na eleição presidencial deste ano independentemente de quem vencer o pleito.

O ministro da Defesa, Joaquim Silva e Luna, que afirmou que as Forças Armadas vão garantir o resultado das urnas - Eraldo Peres - 27.fev.18/AP

Segundo ele, militares do Exército, Marinha e Aeronáutica atuarão para que haja segurança no dia e nos locais de votação em nove estados do país. Depois do resultado apurado, afirmou, o papel das Forças Armadas será o de garantir o funcionamento das instituições dentro da normalidade.

Isso significaria, explicou, seguir à risca o que manda o artigo 142 da Constituição Federal brasileira, que diz que as Forças Armadas destinam-se "à defesa da Pátria, à garantia dos Poderes constitucionais e, por iniciativa de qualquer destes, da lei e da ordem”.

Não haveria, portanto, segundo o ministro, interesse entre os militares de questionar o resultado das urnas ou dar qualquer tipo de guarida ou legitimidade para movimentos ou candidatos que venham a não reconhecer o que a população decidir no pleito de outubro.

O ministro, que comanda a pasta a quem os militares são subordinados, chegou a dizer que a Constituição Federal é a “bíblia das Forças Armadas”.

“A bíblia das Forças Armadas é a Constituição Federal, o artigo 142 e as leis complementares. Fora desse caminho não há trilha, não há caminhada jamais. Não há risco nenhum de as Forças Armadas aceitarem ou deixarem de aceitar aquilo que é legal. Nós temos mais é que garantir as instituições funcionando em condições normais e quando solicitados garantir a lei e a ordem”, disse o ministro.

Silva e Luna conversou com jornalistas nesta sexta-feira no Rio, após dar palestra sobre a crise migratória de venezuelanos para o Brasil em evento sobre segurança e gestão de crises internacionais organizado pela ONG alemã Konrad Adenauer Stiftung.

A fala do ministro foi em comentário à declaração do general Eduardo Villas Bôas, comandante do Exército brasileiro, em entrevista ao jornal Estado de S. Paulo publicada no último dia 9.

Ao responder a um questionamento sobre o atentado ao candidato Jair Bolsonaro (PSL), Villas Bôas manifestou preocupação com a estabilidade e a governabilidade do próximo presidente diante da polarização em que o país se encontra. Ele disse que é possível que o próximo governo brasileiro tenha sua legitimidade questionada.

“O atentado confirma que estamos construindo dificuldade para que o novo governo tenha uma estabilidade, para a sua governabilidade, e podendo até mesmo ter sua legitimidade questionada”, disse Villas Bôas.

A declaração gerou reação do PT, que acusou o general de insubordinação e de tentativa de influenciar o resultado eleitoral. Segundo o partido, a fala teria sido um recado velado ao ex-presidente Lula, que ainda tinha àquela altura recursos sobre sua possível candidatura a serem analisados pela Justiça.

O partido entendeu que o general dizia ali que as Forças Armadas não permitiriam a participação de Lula em caso de liberação pela Justiça de sua candidatura.

​O ministro da Defesa disse que a fala de Villas Bôas foi mal-interpretada. Segundo ele, a declaração teve tom conciliatório, revelando preocupação do general com a possibilidade de o país entrar em processo de crise eleitoral.

“A preocupação dele [general Villas Bôas] é a preocupação de todos nós brasileiros. Que a eleição transcorra em clima de normalidade, que os candidatos possam apresentar seus programas de governo, e que permita à sociedade fazer boas escolhas, evitando uma escalada da crise, já que quem será empregado para manter esse clima de normalidade serão as Forças Armadas. A fala do comandante do Exército é conciliatória, no sentido de evitar que venha alguma crise, algum problema, e gerar instabilidade no processo eleitoral”, afirmou o ministro da Defesa.

Luna e Silva lembrou que cerca de 30 mil homens das Forças Armadas farão a segurança no dia das urnas. Segundo ele, ao menos nove estados pediram apoio dos militares para os dias de votação.

Sobre a segurança das urnas eletrônicas, o general evitou comentários. Disse que as Forças Armadas irão atuar na proteção dos locais de votação apenas.

Como deputado, Bolsonaro defende privilégios e eleva gasto público

Análise de votos em 27 anos no Congresso mostra prática oposta a discurso liberal de campanha

Raquel Landim
Flavia Lima
FOLHA DE SÃO PAULO

O candidato à Presidência da República, Jair Bolsonaro (PSL), ganhou a simpatia do mercado financeiro graças às promessas de apoio ao ajuste fiscal.

Uma análise de seus votos em 27 anos como deputado federal no Congresso revela, porém, convicções diferentes das que ele vem sustentando.

Bolsonaro votou contra as principais tentativas de reforma da Previdência e contra as grandes privatizações, como o fim do monopólio do petróleo e o das telecomunicações nos anos 1990.

Ao mesmo tempo, apoiou benefícios aos servidores, isenções fiscais a setores específicos e medidas que elevaram o gasto público, mesmo em períodos de restrição orçamentária.

Quando questionado sobre o assunto, o candidato, que é líder nas pesquisas de intenção de voto, costuma responder que sua fama de estatizante vem de sua oposição ao Plano Real, que estabilizou a moeda em 1994.


Mas seu histórico de votos, até mesmo mais recente, prova que não é bem assim.

Mesmo no governo Michel Temer, quando suas ambições presidenciais já estavam claras, suas posições econômicas continuaram ambíguas.

Bolsonaro votou a favor do teto de gastos em outubro de 2016, mas, um ano e meio depois, deu seu aval para o Congresso apreciar em regime de urgência a criação de centenas de municípios —medida que, se aprovada, certamente elevará as despesas públicas.

Em abril de 2017, o deputado votou a favor da reforma trabalhista, que reduziu o custo da mão de obra para o empregador, mas, em maio do ano seguinte, disse não ao cadastro positivo, outra medida importante para os economistas liberais que dizem acreditar que pode facilitar a redução da taxa de juros no país.

Bolsonaro também se posicionou contra reformas estruturais para resolver o caos das dívidas estaduais.

Ele rejeitou um projeto de lei que suspendia o pagamento dos débitos dos estados superendividados, caso do Rio de Janeiro, seu berço político, por causa das contrapartidas exigidas, como elevação da contribuição previdenciária de servidores.

"A transformação do Bolsonaro em um liberal não foi completa. Ele continuou muito ambíguo e até um pouco oportunista e amador. Esse amadorismo em temas econômicos é muito preocupante em um governo", diz Fernando Abrucio, cientista político e professor da FGV (Fundação Getulio Vargas).

As mudanças no sistema de Previdência, que são apontadas por analistas como as mais urgentes para o ajuste das contas públicas, sempre sofreram oposição do deputado, cuja base eleitoral eram os servidores, em especial os militares.

Em 2012, ele se opôs à regulamentação do fundo de previdência complementar dos servidores e, em 2015, foi favorável ao fim do fator previdenciário, que desestimulava a aposentadoria precoce.

A postura do candidato em relação à Petrobras também é confusa e mudou depois dos escândalos de corrupção revelados pela Operação Lava Jato.

Ele era defensor do monopólio do petróleo em 1994 e votou a favor da capitalização da estatal no governo Lula.

Já em 2016 aprovou o fim da obrigatoriedade de a Petrobras ser a única operadora do pré-sal e deu seu aval para que a empresa venda áreas contratadas no regime de cessão onerosa.

Recém-saído do Exército, Bolsonaro chegou ao Congresso em 1991, eleito pelo Partido Democrata Cristão para defender os interesses militares.

Passou por nove partidos, como PP, PPR, PPB e PTB, e ficou conhecido por propor o porte de armas e pelo conservadorismo em temas sociais.
Ele se ausentou na votação em primeiro turno da emenda que pune o trabalho escravo e se opôs à emenda que estendeu os direitos trabalhistas para os domésticos.

Para Gustavo Loyola, ex-presidente do Banco Central e sócio da Tendências Consultoria, a economia nunca foi uma preocupação para Bolsonaro.

"A impressão que passa é que ele seguia seus instintos e a orientação do partido em que estava. Sua visão não é liberal, mas obviamente não chega a ser de esquerda. É um político que defende corporações e funcionários públicos, e acha que o estado tem de estimular alguns setores."

Bastante sensível a demandas setoriais, o deputado apoiou diversas isenções fiscais nas últimas duas décadas, a despeito de ter ajudado a aprovar a LRF (Lei de Responsabilidade Fiscal) em 2000.

Um exemplo é a desoneração da folha de pagamento das empresas, instituída pelo governo Dilma Rousseff (PT) e engordada pelo Congresso, que provocou um rombo de R$ 25 bilhões nas contas públicas no seu auge em 2015.

Em julho de 2012, Bolsonaro votou a favor da ampliação do número de setores beneficiados pela medida, que chegou a atingir 56.

Em junho 2015, quando já estava claro que o governo havia cometido um erro, o deputado foi contra a tentativa do então ministro Joaquim Levy de acabar com a desoneração.

Bolsonaro aprovou a criação do InovarAuto, programa de incentivo à fabricação de veículos no Brasil, que custou R$ 5 bilhões em cinco anos aos cofres públicos e acabou condenado na OMC (Organização Mundial do Comércio).

Ele também votou a favor da extensão, por mais 50 anos, da Zona Franca de Manaus, que deve significar uma perda de arrecadação de R$ 24,7 bilhões ao governo no próximo ano.

O deputado foi seguidamente favorável ao Simples, regime tributário especial para pequenas e médias empresas, que custa cerca de R$ 87 bilhões à União por ano.

Marcos Lisboa, ex-secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, explica que defender isenções fiscais para alguns setores não é uma agenda liberal clássica, que, ao contrário, prioriza a redução de impostos de forma igualitária.

"Essa agenda corporativista é o que chamo de Brasil velho", afirma o economista.

O levantamento feito pela Folha também revela que, em sua época de deputado, Bolsonaro votou várias vezes a favor de medidas que provocariam rombo nas contas públicas, porque eram de apelo popular ou de interesse de estados e municípios.

Em 2007, por exemplo, votou a favor do fim da CPMF, o "imposto do cheque", que agora Paulo Guedes, indicado como seu futuro ministro da Fazenda, cogita recriar.

"Há dois Bolsonaros: o deputado cuja pauta sempre foi corporativista e que votava o restante dos temas de forma meio displicente. E o candidato que encontrou uma janela de oportunidade dentro de um liberalismo radical, que, na verdade, ele mesmo nunca professou", diz Carlos Mello, professor do Insper.

A campanha de Jair Bolsonaro não respondeu às perguntas enviadas pela reportagem.

Diogo Moraes e Alcides Teixeira Neto arrastam multidão em caminhada no Recife


Na última quarta-feira (19), o deputado estadual Diogo Moraes (PSB) participou de uma  grande caminhada no bairro de Santo Amaro, no Recife, ao lado do vereador Alcides Teixeira Neto (PRTB), lideranças comunitárias, militância e pessoas de comunidades vizinhas.  Ao longo do extenso percurso, cerca de 500 pessoas acompanharam o grupo, animando a caminhada. De casa em casa, Diogo cumprimentou moradores, buscando reforçar compromisso firmado com a região, através da aliança com o vereador do Recife. 

Na ocasião, Diogo Moraes falou aos presentes sobre a sua trajetória, destacando sua experiência como vereador  e presidente da câmara de Santa Cruz do Capibaribe,  além dos dois mandatos de deputados Estadual, onde atua também como primeiro secretário por duas gestões seguidas. “Sempre tive a doutrina de ajudar aos que mais precisam. Estou me comprometendo ao povo de Santo Amaro a fazer um trabalho. Podem ter certeza que a maior dedicação que tive por minha terra irei fazer aqui. Cheguei a Santo Amaro para trabalhar com muita honra. Nós fazemos a política do bem, do trabalho, como tem que ser feita. Fazemos a política com esse grande vereador Alcides Teixeira Neto”, disse o parlamentar. 

Em seguida, o vereador Alcides Teixeira Neto declarou sua satisfação em apoiar Diogo Moraes. “Nosso mandato estará mais forte com o braço desse jovem aqui. Que tem o mesmo sentimento que cada um aqui tem que é ajudar Recife, ajudar a população. Vai ser bem mais fácil construir meu nome com esse deputado forte ao meu lado. Ainda faltam alguns dias para 07 de outubro, mas para nossa equipe, a eleição já é amanhã. Estaremos na rua!”, afirmou Alcides. O vereador está em seu primeiro mandato no Recife, porém se destaca pela forte atuação junto à população mais necessitada, um legado que herdou do seu avô,  o Deputado das vovozinhas Alcides Teixeira e o ex-vereador Edson de Oliveira.

Fotos: Jefferson Lulu 

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