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Mostrando postagens com o rótulo Banco Central

Mercado reduz previsão da inflação para 4,36% este ano

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Estimativa para o PIB é 2,25% em 2025 Andreia Verdélio – Repórter da Agência Brasil Brasília © Marcello Casal jr/Agência Brasil A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) - considerado a inflação oficial do país - passou de 4,4% para 4,36% este ano.  A estimativa foi publicada no boletim Focus desta segunda-feira (15), pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC) com a expectativa de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos. Para 2026, a projeção da inflação variou de 4,16% para 4,1%. Para 2027 e 2028, as previsões são de 3,8% e 3,5%, respectivamente . Pela quinta semana seguida, a previsão foi reduzida, alcançando o intervalo da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC.  Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior 4,5% . A alta no preço das...

BC mantém juros básicos em 15% ao ano pela quarta vez seguida

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Taxa Selic está no maior nível em quase 20 anos Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil Brasília © Rafa Neddermeyer/Agência Brasil O recuo da inflação e a desaceleração da economia fizeram o Banco Central (BC) não mexer nos juros . Por unanimidade, o  Comitê de Política Monetária (Copom) manteve a Taxa Selic, juros básicos da economia, em 15% ao ano . A decisão era  esperada pelo mercado financeiro . Em comunicado, o Copom não deu pistas de quando deve começar a cortar os juros. Assim como na última reunião, repetiu que o  cenário atual está marcado por grande incerteza, que exige cautela na política monetária, e que a estratégia do BC é manter a Selic por bastante tempo . “O comitê avalia que a estratégia em curso, de manutenção do nível corrente da taxa de juros por período bastante prolongado, é adequada para assegurar a convergência da inflação à meta. O comitê enfatiza que seguirá vigilante, que os passos futuros da política monetária poderão ser ajustados e que,...

Estados e municípios concentram até 20% de sua previdência no Master

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BANCO MASTER Ao todo, 18 entidades aplicaram R$ 1,87 bi no banco de Daniel Vorcaro, preso pela Polícia Federal Executivo estuda limitar exposição a uma única instituição financeira e endurecer exigências Idiana Tomazelli Marcos Hermanson Folha de São Paulo Brasília Institutos de previdência de estados e municípios  concentraram até 20% de seu patrimônio em títulos sem garantia do banco  Master , graças a uma brecha na regulação que, agora, o governo de Luiz Inácio  Lula  da Silva (PT) avalia fechar para evitar exposição excessiva das entidades a uma única instituição financeira. Ao todo, 18 entidades aplicaram na instituição R$ 1,87 bilhão que deveriam trazer rendimentos para bancar aposentadorias e pensões no futuro. A instituição será liquidada pelo  Banco Central  devido à falta de liquidez e a graves violações às normas do sistema financeiro nacional. Eventual rombo decorrente desse investimento precisará ser coberto com recursos do caixa de estados e m...

Pix completa cinco anos perto de movimentar R$ 30 trilhões por ano

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Meio de pagamento se tornou o mais importante do país Gabriel Brum - repórter da Rádio Nacional* Brasília © Bruno Peres/Agência Brasil O Pix completa cinco anos neste domingo (16) como o principal método de pagamento do país. Lançado pelo Banco Central em novembro de 2020, o meio de pagamentos digital movimentou R$ 26,4 trilhões no ano passado. Isso equivale a quase duas vezes o produto interno bruto (PIB) do Brasil em 2024. Neste ano, de acordo com o Banco Central, foram R$ 28 trilhões em transações via Pix até outubro. O diretor de organização do sistema financeiro e resolução do Banco Central, Renato Gomes, avaliou em uma transmissão online que a plataforma incluiu mais pessoas no sistema bancário. "Por um lado, teve essa redução de custo de distribuição de dinheiro. Por outro lado teve, vamos dizer assim, esse aumento da fatia de clientes e do consumo dos clientes e, obviamente, como o Pix trouxe muita concorrência com o sistema de pagamentos, acab...

BC mantém juros básicos em 15% ao ano pela segunda vez seguida

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Taxa Selic está no maior nível em quase 20 anos Wellton Máximo - Repórter da Agência Brasil Brasília © Marcello Casal JrAgência Brasil O recuo da inflação e a desaceleração da economia fizeram o Banco Central (BC) não mexer nos juros.  Por unanimidade, o Comitê de Política Monetária (Copom) manteve a Taxa Selic, juros básicos da economia, em 15% ao ano. A decisão era  esperada pelo mercado financeiro . Essa é a  segunda reunião seguida  em que o Copom mantém os juros básicos.  A taxa está no maior nível desde julho de 2006, quando estava em 15,25% ao ano. Após chegar a 10,5% ao ano em de maio do ano passado, a taxa começou a ser elevada em setembro de 2024.  A Selic chegou a 15% ao ano  na reunião de julho , sendo mantida nesse nível desde então. Inflação A Selic é o principal instrumento do Banco Central para manter sob controle a inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).  Em setembro, o IPCA  aceler...