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HUB SINSPIRE LANÇA SEU PRIMEIRO PROJETO EDITORIAL: “LIA DE ITAMARACÁ: 75 ANOS CIRANDANDO COM RESISTÊNCIA, SORRISOS E SIMPLICIDADE”

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Edição comemorativa, lançada sexta-feira (11), no Recife Antigo, teve curadoria de Maria Luciana Nunes e narra a trajetória da cirandeira mais famosa do Brasil Por Henrique Lima Conhecida internacionalmente pela sua ciranda, Maria Madalena Correa do Nascimento, ou simplesmente Lia de Itamaracá, recebeu sexta-feira (11) das mãos de amigos artistas e da curadora do livro, Maria Luciana Nunes, criadora do Hub SinsPire, uma linda homenagem. O livro “Lia de Itamaracá: 75 anos cirandando com resistência, sorrisos e simplicidade” narra, com bastante poesia, a trajetória da Rainha Cirandeira, Patrimônio Vivo da Cultura Pernambucana que recebeu apoio da Fiat Chrysler Automobiles – FCA/ Jeep. No livro, momentos importantes que marcam a trajetória de 75 anos da Diva da Música Negra Brasileira são revelados. Lia abre sua vida e conta suas lembranças como merendeira de uma escola pública estadual da Ilha de Itamaracá, seu casamento com o músico Toinho, seu encontro com o produtor

Vem aí Teodoro Magal

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Marcondes Moreno está com um novo projeto em construção que pretende mexer com os artistas do Polo.  Um programa de rádio, um CD e uma peça teatral farão parte da nova empreitada, proposta pelo profissional multimídia, que em matéria de inovação é insuperável. Estamos no aguardo e torcendo para que logo seja lançado. Boa sorte ao amigo.

Ricardo Costa: junto com o artista e a cultura popular

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por Dep. Ricardo Costa Quero mais uma vez afirmar: Ao criar a Lei 15.516, não foi minha intensão restringir a liberdade de expressão e nem tão pouco proibir as manifestações populares e artísticas de rua, pelo contrário, tive o intuito de dar mais reconhecimento e valorização aos artistas de rua que fazem a cultura acontecer nos semáforos. A iniciativa com o Projeto foi também preservar nossas crianças que muitas vezes fora da escola arriscam as suas vidas e são “exploradas” rodando paus de fogo enquanto seus pais ou parentes entocados ficam a sombra das árvores esperando para receber os “trocados” arrecadados no trânsito. Isso me lembrou dos tempos de infância e do quanto é dura a vida, como a minha foi, e queria criar uma Lei que pudesse minimizar esse problema. Agora indago, quem teria coragem de ser contra a cultura popular? Que interesses econômicos ou sociais alguém atenderia prejudicando um dos maiores patrimônios imateriais do nosso Estado? A quem interessaria ir de e