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BLOG DO JAIRO GOMES

Em 11 estados, desemprego está abaixo da média do país; veja quais

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Cinco localidades têm desocupação abaixo de 3% Bruno de Freitas Moura - Repórter da Agência Brasil Rio de Janeiro © Bruno Peres/Agência Brasil Das 27 unidades da federação do país, 11 terminaram o segundo trimestre de 2026 com taxa de desemprego abaixo da média nacional, de 5,4%. Em cinco deles, o índice sequer chega a 3%. Os dados fazem parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, divulgada na manhã desta sexta-feira (14), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Veja quais estados atingiram nível de desemprego abaixo da média nacional: Santa Catarina: 2,1% Mato Grosso: 2,2% Espírito Santo: 2,3% Rondônia: 2,6% Mato Grosso do Sul: 2,7% Paraná: 3,1% Minas Gerais: 3,8% Goiás: 4,0% Tocantins: 4,1% Rio Grande do Sul: 4,2% Roraima: 5,0% Média Brasil: 5,4% Paraíba: 5,4% São Paulo: 5,4% Rio Grande do Norte: 5,6% Maranhão: 6,0% Pará: 6,2% Distrito Federal: 6,5% Acre: 6,6% Ceará: 6,6% Rio de Janeiro: 7,1% Amazonas: 7,5% Alagoas: 7,9% Sergipe: 7,9% P...

Desemprego no 2º trimestre é 5,4%, o menor já registrado no período

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Rendimento cresce 2,8% em 1 ano e chega a R$ 3.738 Bruno de Freitas Moura - Repórter da Agência Brasil Rio de Janeiro © Marcelo Camargo/Agência Brasil A taxa de desemprego no segundo trimestre ficou em 5,4%, atingindo o menor nível já registrado desde 2012, quando começa a série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua. O resultado representa queda em relação ao primeiro trimestre do ano (6,1%) e na comparação com o mesmo período de 2025, quando estava em 5,8%. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (30) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No segundo trimestre, o Brasil atingiu o número de 103,1 milhões de pessoas ocupadas, cerca de 1,081 milhão a mais que no primeiro trimestre. Esse patamar é o maior já registrado em qualquer período da Pnad. Já o número de desocupados era de 5,9 milhões, o que representa 10% (718 mil pessoas) a menos que no primeiro trimestre. Na comparação entre o primeiro e o segundo trimestres, os grupame...

Preço de alimentos recua, e inflação oficial de junho fica em 0,16%

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Resultado é o menor IPCA desde outubro de 2025 Bruno de Freitas Moura - Repórter da Agência Brasil Rio de Janeiro © Valter Campanato/Agência Brasil Os preços dos alimentos tiveram a primeira queda desde novembro de 2025 e ajudaram a inflação oficial fechar o mês de junho em 0,16%. O resultado mensal do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) é o menor desde outubro de 2025 .  O dado de junho mostra que a inflação perdeu força pelo quarto mês seguido. Em maio, o índice era de 0,58%. Em 12 meses, o IPCA soma 4,64%, ainda acima da meta do governo de até 4,5%, mas abaixo do acumulado até maio, quando era 4,72%. Em junho de 2025, o IPCA foi de 0,24%. Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No semestre, a inflação acumulada fica em 3,36%. Veja o comportamento da inflação oficial nos últimos meses: Junho: 0,16% Maio: 0,58% Abril: 0,67% Março: 0,88% Fevereiro: 0,70% Janeiro: 0,33% O IPCA do mês passado veio...

Proporção de crianças com celular cai; segurança é motivo mais citado

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Faixa etária de 10 a 13 anos é a única que registrou recuo em 2025 Tâmara Freire - Repórter da Agência Brasil Rio de Janeiro © Tomaz Silva/Agência Brasil A preocupação com privacidade e segurança se consolidou como principal motivo para evitar que crianças e adolescentes tenham telefone celular. É o que mostra o módulo temático sobre tecnologia da informação e comunicação da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), divulgado nesta quinta-feira (2), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No ano passado, a proporção de crianças de 10 a 13 anos que tinham o aparelho caiu pela primeira vez, desde que a pesquisa começou a ser feita em 2016. O IBGE identificou que 55,2% dos brasileiros nessa faixa etária tinham celular, um recuo de 1,5 ponto percentual na comparação com 2024. A principal explicação para essa queda pode estar entre aqueles que ainda não têm celular. O motivo mais alegado foi a preocupação com privacidade e segurança , indica...

IBGE: país tem 8,4 milhões de analfabetos, menor número desde 2016

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Analfabetismo atinge principalmente a população idosa Ana Cristina Campos – Repórter da Agência Brasil Brasília © Geovana Albuquerque/Agência Brasília Em 2025, o Brasil tinha 8,4 milhões de pessoas com 15 anos ou mais de idade analfabetas, correspondendo a uma taxa de analfabetismo de 4,9% - a menor taxa da série histórica iniciada em 2016.  Em relação a 2024, houve redução de 0,4 ponto percentual (p.p.) na taxa nacional, representando uma diminuição de cerca de 592 mil pessoas analfabetas no país. Em nove anos, a taxa nacional de analfabetismo caiu de 6,7%, em 2016, para 4,9%, em 2025, uma redução de 1,8 p.p. no período. A Região Nordeste (4,8 milhões de pessoas) concentra 57,4% desse total. Os dados estão na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua: Educação (2025), divulgados nesta sexta-feira (19) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O analfabetismo atinge principalmente a população idosa. Em 2025, havia 4,8 milhões de analfabetos com 60 ano...