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Copom eleva juros básicos da economia para 13,25% ao ano

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AFP Agência Brasil Em meio aos impactos da guerra na Ucrânia sobre a economia global, o Banco Central (BC) continuou a apertar os cintos na política monetária. Por unanimidade, o Comitê de Política Monetária (Copom) elevou a taxa Selic, juros básicos da economia, de 12,75% para 13,25% ao ano. A decisão era esperada pelos analistas financeiros. A taxa está no maior nível desde janeiro de 2017, quando estava em 13,75% ao ano. Esse foi o 11ª reajuste consecutivo na taxa Selic. Apesar da alta, o BC reduziu o ritmo do aperto monetário. Depois de dois aumentos seguidos de 1 ponto percentual, a taxa foi elevada em 0,5 ponto. De março a junho do ano passado, o Copom tinha elevado a taxa em 0,75 ponto percentual em cada encontro. No início de agosto, o BC passou a aumentar a Selic em 1 ponto a cada reunião. Com a alta da inflação e o agravamento das tensões no mercado financeiro, a Selic foi elevada em 1,5 ponto de dezembro do ano passado até maio deste ano. Com a decisão de hoje (16), a Selic

Copom eleva Selic para 11,75% ao ano; juro básico da economia está no maior patamar desde 2017

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Nono aumento seguido na taxa é medida para conter a inflação. Processo de elevação da Selic teve início em março do ano passado. Por Ana Paula Castro, g1 — Brasília O Comitê de Política Monetária ( Copom ) do Banco Central decidiu nesta quarta-feira (16) elevar a taxa Selic de 10,75% ao ano para 11,75% ao ano – alta de um ponto percentual. É o nono aumento consecutivo na taxa. Com isso, a Selic alcançou o maior nível desde abril de 2017, quando estava em 12,25% ao ano. Ou seja, o maior nível em quase cinco anos. Antes desse ciclo de altas, em fevereiro de 2021, a Selic tinha chegado ao mínimo histórico de 2% ao ano. De acordo com projeções de analistas do mercado financeiro , a Selic deve voltar a subir nos próximos meses. A previsão é de que o juro básico suba para 12,5% ao ano no começo de maio e para 12,75% ao ano em meados de junho, permanecendo neste patamar até o fim de 2022. O aumento da taxa básica de juros é o principal instrumento do Banco Central para enfrentar a inflação.

Após quatro anos e meio, Brasil deve voltar nesta semana a ter juro básico acima de 10% ao ano

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Copom se reúne nestas terça e quarta. Expectativa do mercado é que taxa Selic passe de 9,25% para 10,75%. Se confirmado, será a primeira vez desde 2017 que taxa atingirá dois dígitos. Por Alexandro Martello, g1 — Brasília O juro básico da economia, fixado pelo Comitê de Política Monetária ( Copom ) do Banco Central , deve voltar nesta semana ao patamar de dois dígitos, ou seja, acima de 10% ao ano. A reunião do Copom que definirá o patamar da taxa de juros está marcada para estas terça (1º) e quarta-feira (2). O resultado será anunciado após o encontro. A expectativa dos economistas do mercado financeiro, colhida pelo BC em pesquisa realizada com mais de 100 instituições financeiras na semana passada , é de que a taxa avance dos atuais 9,25% para 10,75% ao ano. A evolução da taxa Selic Desde 2017, em % ao ano 13 13 12,25 12,25 11,25 11,25 10,25 10,25 9,25 9,25 8,25 8,25 7,5 7,5 7 7 6,5 6,5 6,5 6,5 6,5 6,5 6,5 6,5 6,5 6,5 6,5 6,5 6 6 5,5 5,5 5 5 4,5 4,5 3,75 3,75 3 3 2,25 2,25 2 2 2 2

Copom reduz a taxa Selic para 2% ao ano

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A decisão era esperada pelos analistas financeiros Por Agência Brasil  Raphael Ribeiro/BCB - 26.4.2019 Banco Central decidiu reduzir novamente a Selic Em meio à crise econômica decorrente da pandemia do novo coronavírus, o Banco Central ( BC ) diminuiu os juros básicos da economia pela nona vez seguida. Por unanimidade, o Comitê de Política Monetária ( Copom ) reduziu a taxa Selic para 2% ao ano, com corte de 0,25 ponto percentual. A decisão era esperada pelos analistas financeiros. Leia também Guedes: é melhor doar livros a mais pobres do que isentar editoras de tributos 'É um manicômio tributário', diz Guedes sobre sistema de impostos atual Câmara deixa MP de isenção da conta de luz para mais pobres perder validade Com a decisão desta quarta-feira (5), a Selic está no menor nível desde o início da série histórica do Banco Central , em 1986. De outubro de 2012 a abril de 2013, a taxa foi mantida em 7,25% ao ano e passou a ser reajustada gradualme

Copom reduz Selic para 3% ao ano, o menor patamar da história

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Cortes nos EUA e queda da inflação abriram espaço para novo corte AB Agência Brasil Comitê de Política Monetária (Copom) reduziu a taxa Selic para 3% ao ano,  com corte de 0,75 ponto percentual (foto: Agência Brasil) Em meio à crise econômica decorrente da pandemia do novo coronavírus, o Banco Central (BC) diminuiu os juros básicos da economia pela sétima vez seguida. Por unanimidade, o Comitê de Política Monetária (Copom) reduziu a taxa Selic para 3% ao ano, com corte de 0,75 ponto percentual. A decisão era esperada pelos analistas financeiros. SAIBA MAIS Petrobras aumenta preço da gasolina em 12% Câmara aprova em 2º turno nova versão da PEC do 'Orçamento de Guerra' Cemig estima queda de até 15% no consumo; inadimplência sobe A decisão do Federal Reserve, Banco Central norte-americano, que na semana passada manteve zerados os juros da maior economia do planeta, abriu espaço para a redução adicional. A queda da inflação provocada pela pandemia do

Dólar opera em queda após quatro recordes consecutivos

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Às 9h04, a moeda norte-americana caía 0,2%, vendida a R$ 4,3253 Por Brasil Econômico José Cruz/Agência Brasil Na última quarta, o ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou que o dólar mais baixo permitia empregadas domésticas irem à Disney Na manhã desta sexta-feira (14), o dólar opera em queda, dando sequência à trégua da quinta-feira (13), em mais um dia de intervenção do Banco Central no mercado de câmbio. Em semana turbulenta, até quarta, a moeda havia batido quatro recordes consecutivos. Às 9h04, a moeda norte-americana caía 0,2%, vendida a R$ 4,3253. Guedes diz que dólar alto é bom: ‘empregada doméstica estava indo para Disney' Na quinta-feira, o dólar abriu em alta e chegou a alcançar R$ 4,38, mas fechou em baixa depois da intervenção do Banco Central, que realizou um leilão extra de contratos de swap cambial . A moeda encerrou o dia vendida a R$ 4,3339, em uma queda de 0,38%. Novo recorde: dólar passa R$ 4,35 em segundo dia consecutivo de alta

Após 1 ano e 4 meses, BC reduz taxa básica de juros de 6,5% para 6%

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Especialistas do mercado financeiro esperavam redução, devido ao momento ruim da economia, mas de 0,25 ponto percentual MARCOS SANTOS/USP IMAGENS DA REDAÇÃO Metrópoles O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central reduziu nesta quarta-feira (31/07/2019) a taxa básica de juros da economia, a Selic, de 6,5% para 6%. Esse é o menor percentual desde 1986. Segundo a última pesquisa do BC ao mercado financeiro, a expectativa era de que o Copom iniciasse um ciclo de cortes na Selic, em momento de economia fraca. A previsão do mercado era que a Selic sofresse cortes de 0,25 ponto percentual nesta semana e nas próximas três reunião (setembro, outubro e dezembro). A taxa básica de juros é o principal instrumento do banco para alcançar a meta de inflação definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). Neste ano, a meta é 4,25%, com intervalo de tolerância entre 2,75% e 5,75%. Para o mercado, a inflação calculada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor

Copom eleva juros básicos da economia para 12,75% ao ano

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Danilo Macedo  Repórter da Agência Brasil  Edição: Aécio Amado O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) decidiu hoje (4) elevar a taxa básica de juros (Selic) da economia brasileira, que passou de 12,25% para 12,75% ao ano. Com o aumento de 0,5 ponto percentual, a taxa retorna ao patamar de janeiro de 2009. Em comunicado, o Copom reconheceu que decidiu intensificar o ajuste monetário para conter a inflação. “Avaliando o cenário macroeconômico e as perspectivas para a inflação, o Copom decidiu, por unanimidade, elevar a taxa Selic em 0,50 ponto percentual para 12,75% ao ano, sem viés”. A Selic serve de referência para as demais taxas de juros, e, no início da semana, a expectativa de analistas e investidores do mercado financeiro já era a de elevação d o índice para 12,75% ao ano. A expectativa do mercado foi divulgada pelo Banco Central segunda-feira (2), no boletim Focus.  O Banco Central tem na Selic um dos instrumentos para manter a infl