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Com o programa Microcrédito Empreendedor, BNDES libera empréstimo até R$ 21 mil para MEI, garantir capital de giro e matéria-prima

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Equipe Rede Brasil Oficial Imagem:Google O Banco Nacional do Desenvolvimento (BNDES) oferece linha de crédito para Microempreendedores Individuais (MEI) com valor de até R$ 21 mil. Atrativas, as taxas de juros ficam em torno de 4% ao mês. Com o programa, nomeado Microcrédito Empreendedor, microempreendedores poderão investir em equipamentos, matéria-prima e garantir capital de giro. Para ter direito de solicitar o empréstimo, a empresa deve possuir uma receita bruta igual ou inferior a R$ 360 mil por ano – além disso, pessoas físicas e jurídicas estão aptas a receber a linha de crédito, desde que realizem atividades produtivas de pequeno porte. A aprovação do pedido de empréstimo está sujeita à análise de crédito, avaliando se o negócio se encaixa nos pré-requisitos do BNDES. Como solicitar empréstimo para MEI do BNDES Para solicitar a linha de crédito basta ter uma conta no BNDES e, ao acessar o site da instituição, clicar em “Solicite seu Cartão”. Após isso, você deve preencher o for

Conta de luz subirá 3,9% no Brasil; entenda o reajuste da Aneel

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Alta será de 3,9%; para reduzir os efeitos na conta de luz, o BNDES dará um empréstimo bilionário para as distribuidoras de energia Por Agência O Globo Reprodução Contas de luz subirão 3,9%; entenda o reajuste A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou, nesta quarta-feira (14), um reajuste de 26% na receita anual das empresas de transmissão de eletricidade. A alta vai representar um aumento médio de 3,9% nas contas de luz dos consumidores, segundo a Aneel. Leia também Enel é multada em R$ 10 milhões por cobranças abusivas Conta de luz subiu em São Paulo; Veja como economizar Governo continuará bancando conta de luz para consumidores de baixa renda Para reduzir os efeitos na conta de luz, a agência já aprovou, junto com o BNDES, um empréstimo bilionário para as distribuidoras de energia. Na prática, esse empréstimo vai diluir os efeitos da pandemia e da alta da receita das transmissoras de 2021 até 2025. A conta de luz é composta por um conj

Após afirmar que banco não fez nada ilegal, presidente do BNDES diz que Brasil 'legalizou' corrupção

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Durante entrevista para explicar auditoria que investigou 'caixa-preta', Gustavo Montezano disse que o País 'construiu leis, normas, aparatos legais e jurídicos que tornaram legal esse esquema de corrupção' BRASÍLIA - Após nove dias de silêncio, o presidente do BNDES, Gustavo Montezano , disse nesta quarta-feira, 29, que "não há mais nada a esclarecer" sobre o resultado de uma auditoria milionária que não encontrou irregularidades nas operações do banco com as empresas do Grupo J&F. Montezano declarou que "não houve nada de ilegal". Por outro lado, disse que o próprio País "legalizou" um esquema de corrupção que teria resultado, entre outros malfeitos, no uso indevido dos recursos financiados pelo banco. "A gente (Brasil) construiu leis, normas, aparatos legais e jurídicos que tornaram legal esse esquema de corrupção. A conclusão é essa", disse ele, sem elencar quais leis deveriam ser alteradas para coibir a mesm

Odebrecht deve R$ 22,2 bilhões a bancos públicos e a herdeiro da construtora

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Por Brasil Econômico - com informações da Agência O Globo  Em recuperação judicial, a empreiteira tem dívidas bilionárias com bancos públicos como BNDES, BB e Caixa. Confira a lista de principais credores Reprodução Em recuperação judicial, Odebrecht deve R$ 22 bilhões a  bancos públicos e a herdeiro, Marcelo Odebrecht A dívida da Odebrecht com bancos públicos e o herdeiro da construtora, Marcelo Odebrecht, soma R$ 22,2 bilhões de um total de R$ 51 bilhões que serão reestruturados no processo de recuperação judicial, aceito pela Justiça de São Paulo nesta terça-feira (18). A dívida da Odebrecht com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES ), incluindo o BNDESPar, é de R$ 10,1 bilhões. O Banco do Brasil é o segundo maior credor da empreiteira, com dívida de R$ 7,84 bilhões. A Caixa Econômica Federal tem mais R$ 4,16 bilhões a receber. Entre os bancos privados, o maior credor é o Bradesco , com R$ 4,80 bilhões. Em seguida vêm o Itaú-Uniba

Notícias do dia: Montezano no BNDES, Odebrecht, bagagem, Greenwald, EUA x Irã e Corpus Christi

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O Estado de S.Paulo Com a saída de Joaquim Levy,  quem assume o BNDES é o economista Gustavo Montezano , anunciou hoje o governo.  Bolsonaro também voltou a elogiar o ex-juiz Sérgio Moro . Já o jornalista  Glenn Greenwald e o deputado David Miranda são alvo de ameaças  pela publicação das supostas mensagens vazadas. Prejudicada pela  Lava Jato, a Odebrecht entrou hoje com pedido de recuperação judicial . Veja também  onde assistir aos jogos de futebol feminino e masculino . Quer saber os fatos mais importantes do dia?  Confira abaixo as principais notícias desta segunda: 1 Gustavo Montezano assume presidência do BNDES no lugar de Joaquim Levy Foto: Reprodução/Ministério da Economia O governo Bolsonaro anunciou hoje que o economista Gustavo Montezano vai assumir a presidência do BNDES no lugar de Joaquim Levy , que se demitiu no final de semana após ameaça do presidente Jair Bolsonaro. Montezano foi sócio diretor d

Levy é a primeira baixa na equipe econômica do governo Bolsonaro

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Após recado de Bolsonaro, presidente do BNDES se demite em pleno domingo. Desligamento repercute no meio político e econômico e pode provocar reflexos hoje no mercado financeiro Marcelo da Fonseca Estado de Minas Desde sua nomeação no início do governo, Joaquim Levy enfrentou resistência de Bolsonaro e seus filhos(foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil 24/12/15) Menos de 24 horas depois de ser criticado pelo presidente Jair Bolsonaro (PSL) em entrevista, o economista Joaquim Levy pediu demissão da presidência do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Na manhã de ontem, ele enviou sua carta de demissão ao ministro da Economia, Paulo Guedes, pedindo para ser desligado do banco. A queda de Levy foi a primeira baixa no alto escalão da equipe econômica montada por Guedes, que é considerado, ao lado do ministro da Justiça Sérgio Moro, um dos principais pilares do governo Bolsonaro. Seu substituto deve ser um nome técnico da iniciativa privada, segundo inte

Joaquim Levy aceita convite para presidir o BNDES

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Informação foi confirmada pela assessoria de imprensa do futuro ministro da Economia, Paulo Guedes Agência Estado Levy foi ministro da Fazenda durante o governo Dilma Wilson Dias/Agência Brasil - 19.01.2015 O economista e ex-ministro da Fazenda Joaquim Levy aceitou o convite e será indicado para presidir o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social). A informação foi confirmada na tarde desta segunda-feira (12) pela assessoria do futuro ministro da Economia, Paulo Guedes. "Com extensa experiência em gestão pública, PhD em economia pela Universidade de Chicago, Joaquim Levy deixa a diretoria financeira do Banco Mundial para integrar a equipe econômica do governo do presidente eleito Jair Bolsonaro", diz a nota. A informação de que Levy seria indicado para a presidência do BNDES foi antecipada no domingo pela colunista Sônia Racy, que informou que o ex-ministro da Fazenda do governo Dilma Rousseff já estaria esvaziando suas gavetas

Equipe de Bolsonaro convida Joaquim Levy para assumir BNDES

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Ex-ministro da Fazenda no governo Dilma Rousseff, Levy é engenheiro naval e PhD em economia pela Universidade de Chicago (EUA) Por: Folhapress Joaquim LevyFoto: Marcelo Camargo/Agência Brasil A equipe de assessores econômicos do presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), convidou o economista Joaquim Levy para presidir o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social). Ex-ministro da Fazenda no governo Dilma Rousseff, Levy é engenheiro naval e PhD em economia pela Universidade de Chicago (EUA). Era diretor do Bradesco até ser convidado para o cargo de ministro, em novembro de 2014. Ele permaneceu no posto até dezembro de 2015, quando foi substituído por Nelson Barbosa. Atualmente, Levy é diretor financeiro do Banco Mundial. O futuro ministro da Economia, Paulo Guedes, quer que o ex-ministro da Fazenda na gestão Dilma fique à frente do banco público, mas ainda não recebeu uma resposta. Além disso, Guedes também tem manifestado o desejo de manter

Priscila Krause pede apuração de compra de motos por R$ 20,78 mi para SDS

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Foto: Mariana Carvalho/Divulgação Do Blog de Jamildo A deputada estadual Priscila Krause (DEM) protocolou no Tribunal de Contas, nesta quarta-feira (20), um pedido de apuração sobre a compra de 700 motos pela Secretaria de Defesa Social (SDS). A aquisição dos veículos, segundo a parlamentar, terá um custo total de R$ 20,78 milhões, valor pago com um empréstimo feito pelo governo com o Banco Nacional de Desenvolvimento Social (BNDES). A oposicionista afirma que o preço de cada uma das motos está acima do de mercado. A maior quantidade de motos compradas foi de 300 cilindradas, no modelo Honda XRE 300 ABS, em que cada uma das 550 unidades teve valor homologado de R$ 25.980. Nas contas da deputada, o preço está 45,42% do que estabelece a tabela da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), que é de R$ 17.866. A vencedora da licitação foi a Pernambuco Motos Ltda. Foram compradas ainda 150 de pelo menos 660 cilindradas, na BMW Motos, modelo BMW F 700 GS, por R$

Temer vence na CCJ e Maia marca votação de denúncia para o dia 25

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Temer recebeu mais de 30 parlamentares nessa quarta-feira.  Crédito: Marcos Côrrea/PR Do Estadão Decisão esperada, mas resultado um pouco mais apertado do que se supunha: a CCJ da Câmara aprovou, por 39 votos a 26, o parecer que recomenda a rejeição da segunda denúncia contra Michel Temer . O governo calculava obter 42 votos. O Planalto precisa agora 'vencer' no plenário, onde a votação está prevista para ocorrer na semana que vem , sabendo driblar o enfrentamento público, e sugestivo, do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ). Na crise mais recente com o presidente, por suposta insatisfação com o comando do BNDES , o deputado disse que não quer indicar ninguém para o cargo e se queixou de 'intrigas' . Novamente, afirmou não estar sendo respeitado. Para tentar ganhar a confiança da população ( que, como mostra José Roberto de Toledo, anda desacreditando 'nessa tal democracia' ), a comunicação do governo iniciará, segundo a Coluna do