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Sargento é expulso da PM por crime sexual dentro de ônibus no Recife

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Decisão foi publicada na edição desta quinta-feira (15) do Diário Oficial do Estado de Pernambuco Crime aconteceu em março de 2017, na área central da cidade Foto ilustrativa: Guga Matos/JC Imagem JC Online O sargento reformado da Polícia Militar (PM) Luiz Martins de Lima foi exonerado, nesta quinta-feira (15), após ser acusado de “ter praticado conduta de importunação ofensiva ao pudor” contra uma mulher dentro de um ônibus. O crime aconteceu em março de 2017 , nas proximidades do Forte das Cinco Pontas, em São José, Centro do Recife. A expulsão foi publicada na edição desta quinta-feira (15) do Diário Oficial do Estado de Pernambuco, assinada pelo secretário de Defesa Social, Antônio de Pádua. Na decisão, é dito que Luiz Martins teria encostado na coxa e ejaculado nos pés da vítima. Segundo portaria da Secretaria de Defesa Social (SDS), Luiz “violou preceitos éticos, malferindo o pundonor policial militar, o decoro da classe e o sentimento do dever” ao prati

O que o caso do homem que ejaculou em mulher no ônibus diz sobre a lei brasileira?

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Renata Mendonça Da BBC Brasil em São Paulo Caso aconteceu na tarde da terça-feira na Avenida Paulista; vítima foi acolhida por outras mulheres enquanto polícia fazia o flagrante | Foto: Reprodução Facebook *Atualização: Neste sábado, o homem voltou a cometer ato semelhante e foi preso novamente em flagrante em um ônibus na Avenida Brigadeiro Luís Antonio, outra via movimentada de São Paulo, e levado para a delegacia sob a acusação de estupro consumado. Ele acumula 17 acusações de crimes sexuais em sua ficha na polícia e agora aguardará audiência de custódia para definir se seguirá preso ou se será liberado. A BBC Brasil reitera que as pessoas entrevistadas nessa reportagem não foram contatadas novamente após a recém-prisão do acusado. Na terça-feira, um homem foi preso em flagrante após ter ejaculado em uma mulher dentro de um ônibus na avenida Paulista, uma das mais movimentadas vias de São Paulo. Menos de 24 horas depois, foi liberado após o juiz responsável concluir