Financiamento eleitoral em 2026 - o que vale, onde estão os riscos e por que o dinheiro voltou ao centro do debate
"Hoje, as principais fragilidades do sistema não estão propriamente na ausência de regras, mas na capacidade de fiscalização, rastreabilidade e comprovação da origem dos recursos" André Coura e Antônio Silvério Neto (crédito: Divulgação) Opinião Correio Braziliense Por André Coura e Antônio Silvério Neto* — Com a aproximação das eleições de 2026, o financiamento de campanhas volta a ocupar um lugar central no debate público. Desde a proibição das doações de pessoas jurídicas, em 2015, o sistema eleitoral brasileiro passou por avanços importantes em transparência e prestação de contas. Ainda assim, o modelo enfrenta desafios relevantes diante da digitalização dos meios de pagamento, da sofisticação dos crimes financeiros e da dificuldade de rastrear recursos em tempo real. Hoje, as principais fragilidades do sistema não estão propriamente na ausência de regras, mas na capacidade de fiscalização, rastreabilidade e comprovação da origem dos recursos. Pix, pulverização de doaçõe...