Ana Viriato Do Correio Braziliense Depois dos escândalos ligados ao financiamento de campanhas e também da decisão do STF em restringir doações empresariais, candidatos terão um cenário difícil para obter voto do brasiliense Alcance a obras milionárias, proteção em comissões parlamentares de inquérito, favorecimento por meio de licitações fraudadas, facilidades asseguradas via projetos de lei, benesses no serviço público. Por anos, grandes empresas abasteceram os cofres de campanhas eleitorais em trocas desses — e outros — favores políticos. Parte dos esquemas de corrupção, inclusive, tornou-se alvo das Operações Lava-Jato, Patmos e Panatenaico (leia Investigações), que resultaram em prisões e medidas cautelares, como bloqueio de bens de gestores. Nas eleições de 2018, porém, a tendência é de que a farra diminua: pela primeira vez, os candidatos não poderão contar com as polpudas doações empresariais. A determinação do Supremo Tribunal Federal (STF), consolidada em 20...