Chanceler, que não conta com apoio nem dentro do governo, tentou convencer parlamentares de que está trabalhando para conseguir vacinas e insumos para combate à Covid-19. Não convenceu. Por Andréia Sadi G1 Ernesto Araújo em sessão no Senado, na quarta-feira (24): senadores pediram sua saída. Foto: Waldemir Barreto/Agência Senado Pressionado por diversos setores da sociedade e após alerta do Congresso, interlocutores do presidente Bolsonaro estão em busca de um nome para a vaga de Ernesto Araújo no comando do Ministério das Relações Exteriores. Segundo o blog apurou, Araújo não conta com apoio nem dentro do governo – apenas a ala ideológica, como o assessor Filipe Martins e o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), filho do presidente, gostariam de sua permanência no cargo. Para tentar reverter a sua situação, o ministro tentou explicar no que estava trabalhando durante a pandemia para o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), na manhã desta quinta-feira (25), e...