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Jovens foram os mais atingidos por piora no mercado de trabalho, aponta FGV

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Pesquisa mostra que entre 2014 e 2019, jovens de 15 a 29 anos perderam 14% da renda proveniente do trabalho Por Agência Brasil  Henrique Chendes/Fotos Públicas 30% dos jovens brasileiros acreditam que não têm perspectiva  de ascender socialmente pelo trabalho Os jovens foram a parcela da população que mais perdeu renda no trabalho nos últimos cinco anos e é na juventude que estão os maiores índices de desigualdade, de acordo com a pesquisa Juventude e Trabalho do Centro de Políticas Sociais da Fundação Getulio Vargas (FGV) Social. Em entrevista à Agência Brasil , o diretor da FGV Social, Marcelo Neri defende a educação como forma de melhorar esse cenário. Após fala sobre domésticas, Guedes se reúne com empresários e ignora imprensa A pesquisa mostra que entre 2014 e 2019, j ovens de 15 a 29 anos perderam 14% da renda proveniente do trabalho. Entre os jovens mais pobres, esse percentual chegou a 24% e, entre analfabetos, 51%. “O elemento fundamental um para lid

Alepe terá frente para analisar efeitos de novas tecnologias sobre empregos

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INICIATIVA – Grupo parlamentar para tratar de impactos da Quarta Revolução  Industrial em Pernambuco foi proposto por João Paulo.  Foto: Roberto Soares O Plenário da Assembleia Legislativa aprovou, nesta terça (12), a criação da Frente Parlamentar sobre os Impactos da Quarta Revolução Industrial em Pernambuco. Por iniciativa do deputado João Paulo (PCdoB), o grupo irá analisar as possíveis mudanças no mercado de trabalho em razão do desenvolvimento das novas tecnologias. Também integram o colegiado Isaltino Nascimento (PSB), Priscila Krause (DEM), Professor Paulo Dutra (PSB) e Tony Gel (MDB). Quarta Revolução Industrial é o nome usado por especialistas para descrever as transformações sociais esperadas a partir da convergência de tecnologias como a inteligência artificial, a nanotecnologia e o desenvolvimento da internet das coisas – a possibilidade de que todos os objetos, desde os automóveis até os eletrodomésticos, estejam conectados à rede mundial de computadores.

Pesquisa inédita do Ipea revela que 56 mil jovens no Recife nem trabalham nem estudam

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Estudo internacional lançado em Brasília nesta segunda-feira, 3, na sede do Ipea, aponta que é necessário repensar políticas públicas para a juventude no Brasil O estudo "Millennials na América e no Caribe: trabalhar ou estudar?", lançado no Brasil nesta segunda-feira (03), na sede do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), em Brasília, apresenta uma radiografia da juventude da região a partir de dados de 15 mil jovens de 15 e 24 anos, moradores de áreas urbanas de nove países: Brasil, Chile, Colômbia, El Salvador, Haiti, México, Paraguai, Peru e Uruguai. A pesquisa revela que em média 21% dos jovens, o equivalente a 20 milhões de pessoas, não estudam nem trabalham. Enquanto isso, 41% se dedicam exclusivamente ao estudo e/ ou capacitação, 21% só trabalham, e 17% trabalham e estudam ao mesmo tempo. No Brasil, o estudo foi feito com 1.488 jovens do Recife e aponta que os indicadores educacionais do público jovem cresceram: 71% na faixa de 15 a 17 anos apenas e

Manuela D’Ávila: No mês da mulher rebele-se contra todas as injustiças

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Nesta quinta-feira (1º/3) a pré-candidata à Presidência da República pelo PCdoB, Manuela D’Ávila lança vídeo em que apresenta dados lastimáveis e alarmantes sobre a desigualdade social no Brasil e no mundo. Ela trata também da violência contra a mulher e a aponta dados da desigualdade de gênero e sugere que esse mês seja um momento de muita luta contra as injustiças sociais: “No mês de março, mês da mulher rebele-se contra todas as injustiças!”, diz Manuela. No início do vídeo, Manuela apresenta os dados divulgados pela Organização das Nações Unidas (ONU) sobre a violência contra a mulher. “Segundo a ONU, 7 entre 10 mulheres serão violentadas em algum momento de suas vidas e ainda com requintes de crueldade, lembra. "A ONU estima que a causa de morte por queimaduras seja a sétima causa de morte das mulheres”.  No mercado de trabalho, ressalta Manuela, quase metade das mulheres que tiram licença maternidade não se mantém empregadas quando voltam ao serviço. Na maioria

Discriminação por raça deprecia força de trabalho das mulheres negras

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Por: Ana Paula Lisboa Correio Braziliense No Dia da Consciência Negra, a série “Empoderamento feminino” traz à tona dificuldades vivenciadas por mulheres pretas e pardas. Relatório do Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Dieese) mostra que não há muito a comemorar e afirma que as afrodescendentes “enfrentam uma dupla discriminação no mercado de trabalho, de raça e de gênero”. Entre essas mulheres, na capital federal, a taxa de desemprego é a mais elevada, e o valor pago por hora trabalhada é o mais baixo (saiba mais em A dimensão da disparidade no DF). A exclusão se repete nos demais locais avaliados pela Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED): Fortaleza, Porto Alegre, São Paulo e Salvador. Os números foram divulgados na última semana, mas eram esperados. “A negra é a maior vítima do mercado de trabalho”, pondera frei David Santos, diretor executivo da organização não governamental Educafro (Educação e Cidadania de Afrodescendentes e Carentes).

Os 50 erros de português mais comuns no mundo do trabalho

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Chega de tropeçar na Língua Portuguesa por Qual concurso Consultoria Certas competências são obrigatórias para profissionais de qualquer área. O domínio do português é uma delas. Ainda assim, infrações à norma culta da língua são uma constante no mundo corporativo - e em qualquer nível hierárquico. A alta frequência de erros reflete problemas na educação de base do brasileiro, segundo Rosângela Cremaschi, professora de comunicação escrita na Faap. "No nosso país, geralmente não é preciso estudar muito para passar de ano", explica. "Por isso, a maioria não se aprofunda no próprio idioma e ingressa no mercado de trabalho com muitas dúvidas sobre o assunto". Além de deficiências na formação básica, a falta de familiaridade com a escrita também contribui para o problema. Segundo a professora, quem lê pouco - e escreve de forma mecânica - está mais suscetível a "atropelar" alguns preceitos básicos da língua. Veja a seguir os 50