Especialista destaca que aprender a usar ferramentas digitais melhora a qualidade de vida, amplia o acesso à saúde e reduz o isolamento social entre pessoas idosas Envelhecer de forma ativa passa, cada vez mais, pela inclusão digital. Em uma sociedade onde serviços de saúde, bancos, comunicação e até o acesso a direitos acontecem por meio de aplicativos e plataformas online, dominar as tecnologias deixou de ser um diferencial para se tornar um importante fator de autonomia, segurança e qualidade de vida na terceira idade. Especialistas destacam que a familiaridade com os recursos digitais também contribui para a manutenção das funções cognitivas, fortalece os vínculos sociais e favorece um envelhecimento mais independente. Para o geriatra e professor da Afya Garanhuns, Kaio Galindo, a inclusão digital representa muito mais do que aprender a utilizar um celular ou acessar a internet. "Quando a pessoa idosa desenvolve habilidades digitais, ela ganha autonomia para realizar atividad...