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Campanha de Bolsonaro prevê gastar até R$ 132 milhões e foca arrecadação no agronegócio

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Principal origem dos recursos são empresários, sobretudo pecuaristas; TSE define limite por chapa presidencial em dois turnos e coligações trabalham com valor total Por Felipe Frazão Estadão A campanha do presidente Jair Bolsonaro (PL) já começou a arrecadar doações em dinheiro para a eleição de outubro. A principal origem dos recursos, que ainda não são públicos, vem de empresários do agronegócio, principalmente de pecuaristas. A estratégia adotada garante que os doadores tenham, por enquanto, seus nomes preservados. Até agora, o PL tem enfrentado dificuldades para conseguir contribuições e planeja inaugurar em breve uma plataforma para receber doações online. Os emissários para a arrecadação são o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), coordenador da campanha, e o presidente do PL, Valdemar Costa Neto . A tarefa inclui esforços dos ex-ministros Tereza Cristina (Progressistas) e Tarcísio de Freitas (Republicanos). Tereza era titular da Agricultura, já foi cotada para vice na chapa de Bo

Governo Bolsonaro: 20 milhões de brasileiros passaram 1 dia sem ter o que comer em 2021, afirma estudo

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Por Maurício Falavigna Recontaaí O conceito de segurança alimentar é classificado de três formas: leve, quando alguns alimentos básicos estão indisponíveis; moderada, quando essa pouca disponibilidade afeta parte da população sob o ponto de vista nutricional; e grave, quando se passa um dia ou mais sem comer. Em abril de 2021, um estudo da Rede Brasileira de Pesquisa em Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional (Rede Pessan) mostrou que cerca de 20 milhões de brasileiros passaram um dia ou mais sem ter o que comer. Mais da metade dos lares da população (116,8 milhões de pessoas) sofre com algum tipo de insegurança alimentar. 55,2% dos lares brasileiros conhecem bem a insegurança alimentar, em 2018 esse percentual era de 33,7%. De 2019 para 2021, o número de pessoas em insegurança alimentar grave - fome - saltou de 10,3 milhões para 19,1 milhões. LEIA TAMBÉM: - Eleições 2022: Cenário eleitoral está consolidado há 7 meses, afirma cientista político - Rejeição de Lula não se sustenta

Inscrições para cursos técnicos gratuitos do Senar/PE seguem até o dia 24; saiba como se inscrever

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São oferecidas vagas nos cursos de Agronegócio, Fruticultura e Zootecnia Por Blog dos Concursos Inscrições para cursos técnicos do Senar/PE seguem até o dia 24 de janeiro - Comunicação CNA O Serviço Nacional de Aprendizagem Rural de Pernambuco (Senar/PE) oferece cursos técnicos gratuitos nas áreas de Agronegócio, Fruticultura e Zootecnia, com aulas on-line e atividades práticas presenciais. Os candidatos, que devem ter o ensino médio completo, podem conferir o edital e o formulário de inscrição no site de formação técnica do Senar até o dia 24 deste mês. As vagas prioritárias são destinadas aos produtores rurais e seus familiares, além de trabalhadores do meio rural. Cursos ofertados Oferecido pela primeira vez pelo Senar, o curso de Zootecnia é realizado no polo Garanhuns, no Agreste. A formação tem carga horária de 60% a distância e 40% em polos presenciais e visitas técnicas. Já o curso de Agronegócio acontece nos polos Recife e Petrolina, no Sertão, e carga horária de 80% a distân

Líderes caminhoneiros negam manifestação: 'Sérgio Reis não nos representa'

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SERGIO REIS - Imagem: Divulgação/Instagram Chico Alves   Colunista do UOL A afirmação do cantor Sérgio Reis de que está organizando uma manifestação de caminhoneiros para o dia 7 de setembro em apoio ao presidente Jair Bolsonaro foi desmentida pelas principais lideranças da categoria. "A gente desconhece as pessoas que estão ao lado dele", diz Plinio Dias, presidente do Conselho Nacional do Transporte Rodoviário de Carga (CNTRC)."Sérgio Reis não representa nem os artistas, quanto mais os caminhoneiros". Áudios enviados a grupos de aplicativos de mensagens afirmam que a manifestação terá um objetivo adicional: a destituição dos ministros do Supremo Tribunal Federal. A movimentação principal será em Brasília, mas vai acontecer também em outras cidades. Segundo Dias, a preocupação dos líderes da categoria é com as melhorias de condições de trabalho e não com pautas políticas. Ele contou que houve reunião na tarde de ontem no Porto de Santos com a participação nove lide

Agronegócio: um dos pilares da economia em Pernambuco

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Setores envolvidos na cadeia produtiva do agronegócio geram emprego, renda e garantem alimento na mesa da população   Fruticultura, cana-de-açúcar, bovinocultura de leite e avicultura estão dentre os setores envolvidos na cadeia produtiva do agronegócio que geram novas oportunidades de emprego e renda para as famílias, além de garantir alimento na mesa da população pernambucana. Atividades com números expressivos, que mostram a força do agronegócio no Estado. Um dos pilares da economia em Pernambuco, o agronegócio é responsável também por alavancar outros setores comerciais e movimentar as exportações “São atividades que agregam tanto os grandes quanto os pequenos produtores, contribuindo para o desenvolvimento não apenas do Estado, como também de toda a região Nordeste”, pontuou o secretário de Desenvolvimento Agrário, Claudiano Martins. Neste contexto, Pernambuco é destaque em setores como a avicultura: Pernambuco ocupa atualmente o primeiro lugar na produção de ovos e frangos no Nor

'Discussões no Sínodo têm viés político', afirma general Villas Bôas

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Assessor do GSI admitiu que o governo tem "preocupação" com os temas do Sínodo, a ser realizado no mês que vem Agência Estado Sínodo acontecerá no próximo mês Valter Campanato/Agência Brasil - 11.01.2019 Ex-comandante do Exército e atual assessor do GSI (Gabinete de Segurança Institucional), o general Eduardo Villas Bôas disse ao jornal O Estado de S. Paulo que, ao "escapar" para questões ambientais, o Sínodo da Amazônia adquiriu "viés político" — assista à reportagem do Jornal da Record abaixo.  Villas Bôas admitiu que o governo tem "preocupação" com os temas do Sínodo, a ser realizado no mês que vem, em Roma, mas tentou amenizar o tom de confronto com a Igreja. "Eles não são inimigos mas estão pautados por uma série de dados distorcidos, que não correspondem à realidade do que acontece na Amazônia", afirmou o general, em uma referência à carta escrita por bispos, que na semana passada se queixaram de serem tra