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BLOG DO JAIRO GOMES

Ministério lança simulador de renegociações do Novo Desenrola

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Ferramenta calcula descontos nas dívidas e uso do FGTS Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil Brasília © Marcello Casal JrAgência Brasil O Ministério da Fazenda lançou nesta sexta-feira (15) uma calculadora online para simular renegociações de dívidas pelo programa Novo Desenrola Brasil – Famílias. A ferramenta permite que pessoas com renda de até cinco salários mínimos, equivalente a R$ 8.105, consultem previamente condições estimadas de pagamento antes de procurar uma instituição financeira.  O simulador já está disponível no site oficial do ministério e foi desenvolvido para ampliar o acesso à informação e facilitar a organização financeira dos consumidores endividados. Como funciona A calculadora apresenta estimativas com base nas regras do programa, considerando critérios como: •   tempo de atraso das dívidas; •   descontos mínimos previstos; •   valor aproximado das parcelas; •   possibilidade de quitação ou renegociação. O sistem...

Desenrola é liberado, e renegociação de dívidas podem ser feitas

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Com sistema no ar, bancos podem ofertar acordos Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil Brasília © José Cruz/Agência Brasil/Arquivo O governo federal liberou às 18h desta terça-feira (5) o sistema que viabiliza a nova fase do programa Desenrola Brasil. A liberação da infraestrutura do Fundo Garantidor de Operações (FGO) pelo Ministério da Fazenda permite que bancos registrem oficialmente as renegociações e ampliem a oferta aos clientes. Na prática, isso significa que o  programa passa a operar de forma completa , com maior alcance e integração entre instituições financeiras. O que é o Desenrola O Desenrola Brasil é uma   iniciativa do governo para ajudar pessoas endividadas a renegociar débitos com condições facilitadas . A expectativa é que o programa alcance até 27 milhões de brasileiros e viabilize a renegociação de cerca de R$ 100 bilhões em dívidas. A proposta é permitir que consumidores com contas em atraso consigam descontos, novos prazos e condições de pagamen...

Novo Desenrola permitirá uso do FGTS para renegociação de dívidas

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Programa deve ser anunciado esta semana pelo governo, diz ministro Elaine Patricia Cruz – Repórter da Agência Brasil São Paulo © Paulo Pinto/Agência Brasil O novo programa Desenrola, que vem sendo chamado de Desenrola 2.0, deve ser anunciado esta semana pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e vai permitir  o uso do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço  (FGTS) para a renegociação das dívidas.  A informação foi confirmada nesta segunda-feira (27) pelo ministro da Fazenda, Dario Durigan, em São Paulo, após participar de reuniões com banqueiros. “A gente segue trabalhando com a possibilidade de usar o fundo de garantia”, disse o ministro.  Durigan adiantou, no entanto, que haverá um limite para o uso do FGTS no Desenrola.  “A limitação que vai ter para garantia do próprio fundo é um percentual do saque. Então é um saque limitado dentro do programa, vinculado ao pagamento das dívidas do programa, mas não necessariamente sendo maior do que a dívida”, explico...

Nova versão do Desenrola será lançada após viagem de Lula, diz Durigan

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Programa mira redução de dívidas e pode usar recursos do FGTS Wellton Máximo - Repórter da Agência Brasil Brasília © Antônio Cruz/Agência Brasil A nova versão do programa de renegociação de dívidas, nos moldes do Desenrola, deve ser anunciada após a  viagem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva à Europa , disse nesta segunda-feira (13) o ministro da Fazenda, Dario Durigan. Segundo o ministro, o desenho final da proposta ainda está sendo concluído pela equipe econômica e será apresentado ao presidente nos próximos dias. O anúncio oficial ficará a cargo de Lula, após o retorno ao Brasil. “Ainda estamos terminando de desenhar o programa e vamos apresentar ao presidente. Esperamos um impacto grande para que a população se desendivide ou diminua o endividamento”, afirmou Durigan em São Paulo, após  cerimônia de assinatura de crédito  para as obras do Túnel Santos–Guarujá. O objetivo do novo programa é reduzir os níveis de inadimplência no país , em um cenário de juros ainda ...

Endividamento atinge 78,3% das famílias brasileiras, diz CNC

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ECONOMIA Pesquisa indica que a parcela de inadimplentes chegou a 29,1% das famílias do país, abaixo dos 29,4% de março, mas acima dos 28,6% de abril de 2022. Imagem: Getty Images A parcela de famílias brasileiras com dívidas (em atraso ou não) chegou a 78,3% em abril deste ano. A taxa é a mesma observada no mês anterior, mas está acima dos 77,7% de abril de 2022. Os dados são da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), divulgada nesta quinta-feira (4) pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). A previsão é que o percentual de 78,3% se mantenha nos próximos dois meses e suba para 78,4% em julho, segundo a CNC. RELACIONADAS Mesmo com pressão do governo Lula, Copom mantém a Selic em 13,75% 'Juros genocidas': Gleisi critica decisão do Copom de manter Selic a 13,75% Banco Central dos EUA eleva taxa de juros em 0,25 ponto percentual A pesquisa indica que a parcela de inadimplentes — aqueles que têm contas ou dívidas em atraso — ch...

Endividamento das famílias brasileiras chega a 77,9% e bate recorde em 2022

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ECONOMIA Inadimplência também bateu recorde durante o ano; maior parte  das dívidas é com o cartão de crédito Imagem: Doucefleur/iStock Do UOL, em São Paulo Os dados são de pesquisa divulgada hoje pela CNC (Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo). Segundo a Peic (Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor), 77,9% das famílias declararam ter dívidas no ano passado —sete pontos percentuais a mais do que em 2021 (70,9%). Os principais vilões foram: cartão de crédito: 86,6% das dívidas carnês: 19% financiamento de carros: 10,4% A inadimplência também bateu recorde e chegou a 28,9%. Isso quer dizer que a cada dez famílias, três atrasaram algum pagamento em 2022, segundo a pesquisa. O número é 3,7 pontos percentuais maior do que o registrado em 2021. Para o CNC, há três motivos principais para essa alta no endividamento: efeito da pandemia sobre o emprego e fechamento dos negócios  retomada do consumo reprimido com as medidas para contenção da tra...

Endividamento e inadimplência crescem em agosto, diz CNC

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A inadimplência alcançou 29,6% do total de famílias no país, o maior patamar desde 2010 Por Agência Brasil Cartões de crédito - Foto: Paullo Allmeida/Folha de Pernambuco O endividamento das famílias com carnês e cartões de lojas de varejo e a inadimplência das famílias avançaram em agosto. O endividamento alcançou 19,4%, percentual que representa alta de 0,5 ponto percentual (p.p) se comparado ao mês anterior e de 1,2 p.p. em relação com agosto do ano passado. Já a inadimplência alcançou 29,6% do total de famílias no país, sendo o maior patamar desde o começo da série histórica em 2010. Os resultados foram divulgados nesta segunda-feira (5) pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Conforme a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), realizada pela entidade, o volume de endividados com estes meios de compras vem crescendo desde maio deste ano. O levantamento mostrou ainda que o aumento do indicador pode ser explicado pela procura po...

Endividamento das famílias bate recorde na pandemia, diz Banco Central

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Segundo a instituição, o índice é o maior da série histórica, iniciada em 2005 Por Agência O Globo O Dia Covid-19: famílias brasileiras sofrem com endividamento RESUMO Endividamento das famílias com bancos atingiu 51 % da renda 20,87% da renda familiar está comprometida com dívidas 66,5 % das famílias têm alguma dívida Inadimplência caiu de 3,5% para 2,8% O endividamento das famílias bateu recorde no ano passado em meio à pandemia de Covid-19 , mostram números do Banco Central e da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Em novembro do ano passado, segundo o BC, o endividamento das famílias com os bancos atingiu 51% da renda acumulada nos doze meses anteriores — novo recorde da série histórica, que tem início em janeiro de 2005. Todas as dívidas com os bancos entram no cálculo, incluindo crédito para a compra da casa própria. Leia também Programa do Governo Federal promete baratear seguros automotivos e residenciais Governo pode pagar nova parcela do aux...