Lula disse ainda que quando tomou posse, em janeiro de 2003, as Forças Armadas encerravam o expediente mais cedo, porque não tinham dinheiro para comprar o almoço dos soldados VN Vicente Nunes - Correspondente em Portugal Correio Braziliense O presidente eleito do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, observa durante uma reunião com seu homólogo português no Palácio de Belém, em Lisboa, em 18 de novembro de 2022. - (crédito: CARLOS COSTA / AFP) Lisboa — A demora do governo de transição para definir os nomes dos integrantes do grupo que tratará de defesa e inteligência e terá de interagir com as Forças Armadas não deve ser vista como um problema, na avaliação do presidente eleito do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Segundo ele, não há receio algum em lidar com os militares, que, nos últimos quatro anos, tiveram uma relação muito próxima com o presidente Jair Bolsonaro (PL) e embarcaram em algumas das aventuras antidemocráticas lideradas por ele. “Não há receio algum. As ...