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CNI: Brasil acessará 36% do comércio global com acordo UE-Mercosul

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Tratado comercial foi assinado neste sábado em cerimônia no Paraguai Agência Brasil Brasília © CNI/Divulgação A Confederação Nacional da Indústria (CNI) apresentou um levantamento que aponta que o acordo comercial entre Mercosul e União Europeia (UE), quando entrar em vigor, vai aumentar de 8% para 36% o acesso brasileiro ao mercado de importações mundiais de bens. Isso porque a União Europeia, sozinha, respondeu por 28% do comércio global em 2024. A análise foi divulgada neste sábado (17), após a  assinatura do tratado pelos representantes do bloco europeu e dos países integrantes do Mercosul , em cerimônia em Assunção, no Paraguai. A entidade industrial brasileira avalia a formalização do acordo é uma virada estratégica para a indústria brasileira. O levantamento indica também que 54,3% dos produtos negociados, que correspondem a mais de cinco mil itens, terão imposto zerado na União Europeia assim que o acordo Mercosul-UE entrar em vigor. Já do lado do Mercosul, o Brasil terá pr...

Líderes do Mercosul e da UE assinam acordo e defendem multilateralismo

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Será a maior área de livre comércio do mundo Alex Rodrigues - Repórter da Agência Brasil Brasília © REUTERS/Cesar Olmedo/Proibida reprodução Autoridades sul-americanas e europeias aproveitaram a cerimônia de  assinatura do acordo de livre comércio  entre o Mercosul e a União Europeia, neste sábado (17), no Paraguai, para defender o multilateralismo e o livre comércio como motores de desenvolvimento econômico. Em seu discurso, o presidente do Conselho Europeu, António Costa, afirmou que a assinatura do tratado negociado ao longo dos últimos 26 anos reafirma a crença dos Estados-Membros dos dois blocos regionais no  comércio justo e no multilateralismo . "Com este acordo enviamos uma mensagem clara ao mundo, em defesa do comércio livre baseado em regras, e [a favor] do multilateralismo e do direito internacional como base das relações entre países e regiões”, afirmou o presidente do conselho Costa ponderou que, ainda que tenha demorado, o tratado “chega em um momento o...

Mercosul e União Europeia assinam acordo comercial neste sábado

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Documento integra mercado que reúne 720 milhões de pessoas Alex Rodrigues* - Repórter da Agência Brasil Brasília © União Europeia/Mercosul Após 26 anos de negociação, representantes dos blocos de integração regional Mercosul e União Europeia (UE) devem assinar, neste sábado (17), um acordo de livre comércio com potencial de integrar um mercado de cerca de 720 milhões de pessoas (450 milhões na UE e cerca de 295 milhões no Mercosul). Aprovado  por ampla maioria dos 27 países que integram a UE, o tratado será assinado em Assunção, no Paraguai – país que, desde dezembro de 2025, preside temporariamente o Mercosul. A cerimônia de assinatura acontecerá a partir das 12h15 (horário de Brasília), no teatro José Asunción Flores, do Banco Central paraguaio  – mesmo local onde, em 1991, foi  assinado o Tratado de Assunção, considerado o primeiro passo para a criação do Mercado Comum do Sul (Mercosul), hoje composto por Argentina, Bolívia, Brasil, Paraguai e Uruguai. O evento contará...

Entenda em 13 pontos o acordo Mercosul–UE

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Tratado cria maior área de livre comércio do mundo; veja o que muda Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil Brasília © União Europeia/Mercosul Após mais de 25 anos de negociações, o acordo comercial entre Mercosul e União Europeia (UE) foi aprovado nesta sexta-feira (9) pelo Conselho da EU. Com a previsão de ser assinado no dia 17 em Assunção, Paraguai,  o tratado estabelece as bases da maior zona de livre comércio do mundo, envolvendo cerca de 700 milhões de pessoas. Embora celebrado por governos e setores industriais, o acordo ainda enfrenta resistência de agricultores europeus e ambientalistas, que criticam possíveis impactos sobre o clima e a concorrência agrícola.  A implementação será gradual e os efeitos práticos devem ser sentidos ao longo de vários anos. Após a assinatura formal, o acordo ainda precisará ser aprovado pelo Parlamento Europeu.  Partes que extrapolam a política comercial, como acordos técnicos, exigirão ratificação nos parlamentos nacionais...