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Vendas do Tesouro Direto batem recorde histórico em março

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Títulos atrelados à Taxa Selic foram os mais procurados Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil Brasília © Marcello Casal JrAgência Brasil As vendas de títulos públicos a pessoas físicas pela internet bateram recorde histórico em março, divulgou o Tesouro Nacional nesta segunda-feira (27). No mês passado, o Tesouro Direto vendeu R$ 14,79 bilhões em papéis, o maior volume para todos os meses desde a criação do programa, em 2002. O valor é 79,2% maior que em fevereiro, quando as vendas do Tesouro Direto somaram R$ 8,2 bilhões. Na comparação com março do ano passado, é 26,5% maior. O principal fator para o recorde foi o vencimento de R$ 7,07 bilhões em títulos corrigidos pela Selic, a taxa de juros básicos da economia. Os investidores trocaram os papéis pelo mesmo tipo de títulos. O recorde mensal anterior do Tesouro Direto tinha ocorrido em janeiro deste ano , motivado pela troca de títulos prefixados que venceram por outros papéis. >> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp...

Mercado reduz previsão da inflação para 4,36% este ano

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Estimativa para o PIB é 2,25% em 2025 Andreia Verdélio – Repórter da Agência Brasil Brasília © Marcello Casal jr/Agência Brasil A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) - considerado a inflação oficial do país - passou de 4,4% para 4,36% este ano.  A estimativa foi publicada no boletim Focus desta segunda-feira (15), pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC) com a expectativa de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos. Para 2026, a projeção da inflação variou de 4,16% para 4,1%. Para 2027 e 2028, as previsões são de 3,8% e 3,5%, respectivamente . Pela quinta semana seguida, a previsão foi reduzida, alcançando o intervalo da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC.  Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior 4,5% . A alta no preço das...

Dólar fecha abaixo de R$ 5,30 pela primeira vez desde junho de 2024

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Bolsa sobe pela 15ª vez seguida e encosta nos 158 mil pontos Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil* Brasília © Valter Campanato/Agência Brasil Em mais um dia de euforia no mercado financeiro, o dólar teve forte queda e fechou abaixo de R$ 5,30 pela primeira vez desde junho de 2024.   A bolsa de valores subiu pela 15ª vez seguida e voltou a bater recorde, encostando nos 158 mil pontos. O dólar comercial encerrou esta terça-feira (11) vendido a R$ 5,273, com recuo de R$ 0,034 (-0,64%). Em queda durante todo o dia, a cotação chegou a operar próxima da estabilidade na primeira hora de negociação, mas despencou após a divulgação da inflação oficial em outubro.  Na mínima do dia, por volta das 12h, chegou a R$ 5,26. A moeda estadunidense está no menor valor desde 6 de junho do ano passado, quando valia R$ 5,24.  A divisa acumula queda de 1,99% em novembro e de 14,68% em 2025. O euro comercial caiu 0,44% nesta terça, encerrando em R$ 6,108. A moeda está no patamar mais bai...

Inflação oficial de outubro fica em 0,09%, menor para o mês desde 1998

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Energia elétrica residencial recuou 2,39% e puxou índice para baixo Bruno de Freitas Moura - Repórter da Agência Brasil Rio de Janeiro © Arquivo/Agência Brasil A redução na conta de luz puxou a inflação oficial para baixo e fez o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) fechar outubro em 0,09%, o menor para o mês desde 1998. Em setembro, o índice havia marcado 0,48%. Em outubro de 2024, a variação havia sido de 0,56%. Com esse resultado, o IPCA acumulado em 12 meses é 4,68%, uma redução na comparação com os 5,17% dos 12 meses terminados em setembro. É a primeira vez, em oito meses, que o patamar fica abaixo da casa de 5%.  No entanto, está ainda acima da meta do governo, de 3%, com tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou para menos, ou seja, no máximo 4,5%. Os dados foram divulgados nesta terça-feira (11) pelo  Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística  (IBGE).  >> Siga o canal da  Agência Brasil  no WhatsApp Conta ...

Preços de alimentos caem, inflação perde força e fecha junho em 0,24%

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Bandeira vermelha na conta de luz pressionou IPCA para cima Bruno de Freitas Moura - Repórter da Agência Brasil Rio de Janeiro © Marcelo Camargo/Agência Brasil O mês de junho foi marcado pela primeira queda no preço dos alimentos depois de 9 meses, o que ajudou a inflação oficial perder força pelo quarto mês seguido, fechando junho em 0,24%. No entanto, a bandeira vermelha na conta de energia elétrica fez a conta de luz subir e ser o subitem que mais pressionou o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), divulgado nesta quinta-feira (10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em junho do ano passado, a inflação oficial havia sido de 0,21%. Desde fevereiro de 2025, quando marcou 1,31%, o IPCA perdeu força seguidamente nos meses de março (0,56%), abril (0,43%), maio (0,26%) e junho (0,24%). Apesar da sequência de meses de desaceleração, ou seja, com inflação cada vez menor, o IPCA acumulado de 12 meses alcançou 5,35%, ficando pelo sexto mês seguido acima...