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CNI: Brasil acessará 36% do comércio global com acordo UE-Mercosul

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Tratado comercial foi assinado neste sábado em cerimônia no Paraguai Agência Brasil Brasília © CNI/Divulgação A Confederação Nacional da Indústria (CNI) apresentou um levantamento que aponta que o acordo comercial entre Mercosul e União Europeia (UE), quando entrar em vigor, vai aumentar de 8% para 36% o acesso brasileiro ao mercado de importações mundiais de bens. Isso porque a União Europeia, sozinha, respondeu por 28% do comércio global em 2024. A análise foi divulgada neste sábado (17), após a  assinatura do tratado pelos representantes do bloco europeu e dos países integrantes do Mercosul , em cerimônia em Assunção, no Paraguai. A entidade industrial brasileira avalia a formalização do acordo é uma virada estratégica para a indústria brasileira. O levantamento indica também que 54,3% dos produtos negociados, que correspondem a mais de cinco mil itens, terão imposto zerado na União Europeia assim que o acordo Mercosul-UE entrar em vigor. Já do lado do Mercosul, o Brasil terá pr...

CNI: encontro Lula-Trump representa "avanço concreto" em negociações

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Para entidade, reunião foi passo relevante para acordo sobre tarifaço André Richter - Repórter da Agência Brasil Brasília © Tânia Rêgo/Agência Brasil A Confederação Nacional de Indústria (CNI) declarou neste domingo (26) que a reunião entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, representa um “avanço concreto” na tentativa de suspensão do tarifaço contra as exportações brasileiras. Em nota à imprensa, o presidente da entidade, Ricardo Alban, disse que o início do diálogo entre os dois países é um passo importante para a retomada das exportações. “O anúncio do início das negociações sobre o tarifaço, com disposição real das duas partes para alcançar um acordo, é um passo relevante. Acreditamos que teremos uma solução que vai devolver previsibilidade e competitividade às exportações brasileiras, fortalecendo a indústria e o emprego no país”, declarou. Após o encontro entre Lula e Trump, o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, con...

Estudo da CNI aponta 16 profissões do futuro na indústria

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Pesquisadores projetam cenário até 2035 Bruno de Freitas Moura - Repórter da Agência Brasil Rio de Janeiro © Projeto REACH/Divulgação Um estudo sobre o futuro da indústria nacional apontou 16 profissões que devem estar entre as mais procuradas pelo setor . No levantamento elaborado pelo  Observatório Nacional da Indústria , vinculado à Confederação Nacional da Indústria (CNI), os  pesquisadores apontam o cenário para os próximos dez anos  – até 2035 ─ e listaram também tecnologias que devem se difundir no ambiente industrial nesse período. De acordo com o superintendente do observatório, Márcio Guerra, funções operacionais e repetitivas tendem a desaparecer, dando lugar a ocupações mais analíticas, criativas e interdisciplinares. "Os trabalhadores atuais vão precisar se adaptar de forma contínua, desenvolvendo habilidades como fluência digital, análise de dados e resolução de problemas complexos". São oito ocupações para profissionais de nível técnico e oito de nível supe...

Brasil Soberano recebe elogios e sugestões de entidades industriais

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Associações pedem agilidade na tramitação do plano no Congresso Pedro Peduzzi - repórter da Agência Brasil* Brasília © Fernando Frazão/Agência Brasil O  Plano Brasil Soberano , conjunto de medidas anunciado na quarta-feira (13) em apoio às empresas brasileiras prejudicadas pelo tarifaço norte-americano, teve repercussão entre as entidades representativas dos setores afetados, com elogios e sugestões de aperfeiçoamentos. As entidades têm manifestado interesse em colaborar para os próximos passos, no desafio de ajudar o governo brasileiro a tentar reverter as tarifas de até 50% anunciadas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. A Confederação Nacional da Indústria (CNI) avaliou como positivas as medidas anunciadas pelo governo brasileiro , em especial a criação de linha de crédito especial com taxas de juros mais acessíveis, que pode chegar a R$ 30 bilhões; o adiamento por dois meses do pagamento de tributos federais; e a reativação do Reintegra. “Recebemos positi...

Estados Unidos serão principal prejudicado por tarifaço, prevê CNI

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PIB dos EUA poderá ter queda de 0,37%, e o do Brasil, de 0,16% Bruno Bocchini - Repórter da Agência Brasil São Paulo © Valter Campanato/Agência Brasil Levantamento da Confederação Nacional da Indústria (CNI), divulgado nesta quarta-feira (16), estima que os Estados Unidos serão o país mais prejudicado pelas tarifas impostas pelo governo do presidente Donald Trump. Segundo as estimativas da CNI, baseadas em fontes oficiais e estudos econômicos do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), do Ministério de Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, e da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG),  o Produto Interno Bruto (PIB) estadunidense poderá cair 0,37% em razão das barreiras tarifárias impostas ao Brasil, à China e a outros 14 países, além das taxas impostas à importação de automóveis e aço de qualquer nação. De acordo com o levantamento,  o tarifaço poderá reduzir em 0,16% o PIB do Brasil, assim como o da China, além de provocar uma queda de 0,12%...