Grupos representados pelo futuro ministro da Economia, Paulo Guedes, e pelos militares estão divididos em relação ao Ministério de Minas e Energia Por: Folhapress Fernando Filho (DEM), ministro Guardia, Aleluia (DEM-BA) e Quintão (MDB-MG) Foto: Folha de Pernambuco O mercado de energia vive momentos de dúvida e disputa sobre qual será a abordagem dada pelo governo Jair Bolsonaro (PSL), eleito no domingo passado (28), para o setor, que inclui eletricidade, óleo, gás e mineração. Além da divisão entre técnicos, representados pelo futuro ministro da Economia, Paulo Guedes, e os militares, que veem a energia como um setor estratégico e de interesse nacional, há rachas mesmo dentro desses grupos. Há décadas, na partilha de poder político em cargos executivos e de estatais de energia, o MDB é o partido com maior influência. Analistas ligados ao setor privado afirmam que o Centrãotambém reivindica posições na área. Nessa linha, foram sugeridos nomes como os deputados Leona...