O jornalista e observador internacional Fernando Hessel comentou a repercussão envolvendo a decisão dos Estados Unidos de classificar facções criminosas brasileiras, como o PCC (Primeiro Comando da Capital) e o Comando Vermelho, como organizações terroristas. Em vídeo divulgado nas redes sociais, Hessel defendeu que a medida tem impacto direto na política de segurança norte-americana, mas não representa uma solução automática para o combate ao crime organizado no Brasil. Segundo ele, a legislação americana que permite esse tipo de enquadramento existe desde 1997, tendo sido utilizada anteriormente para classificar grupos como Hamas, Hezbollah, Al-Qaeda e Estado Islâmico. Para Hessel, a medida atual não seria fruto de articulações políticas recentes, mas de uma discussão antiga dentro dos Estados Unidos. “Quem está achando que isso é resultado de lobby político feito nos últimos dias em Washington está redondamente enganado”, afirmou. Durante sua análise, Fernando Hessel destacou que a ...