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BLOG DO JAIRO GOMES

Durigan diz que aumento da dívida decorre dos juros, não dos gastos

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Juros elevados são o principal fator do endividamento público Pedro Peduzzi - Repórter da Agência Brasil Brasília © Lula Marques/ Agência Brasil. O ministro da Fazenda, Dario Durigan, disse que o aumento da dívida brasileira não se deve ao aumento de gastos, e sim aos juros altos que são cobrados no país. Segundo ele, isso ocorre por conta da necessidade de o governo pagar dívidas antigas com títulos novos, o que implica em mais pagamento de juros. A declaração do ministro foi dada em entrevista à Globonews nesta quinta-feira (6). Ele explicou que, de fato, há relação entre a questão fiscal e os juros, mas que há também outros fatores decisivos que acabam por influenciar as altas taxas cobradas no Brasil . Perguntado sobre se os gastos do governo favorecem o cenário de juros altos, o ministro garantiu que “o governo não está gastando mais do que arrecada”. “O que acontece é que estamos pagando dívidas antigas com títulos novos. É, portanto, na gestão da dívida que estamos aumentando a...

Em nova redução, Copom baixa taxa Selic para 14% ao ano

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É a quarta redução consecutiva da taxa básica de juros da economia Pedro Rafael Vilela - Repórter da Agência Brasil Brasília © Rafa Neddermeyer/Agência Brasil O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) reduziu nesta quarta-feira (5) em 0,25 ponto percentual a Taxa Selic, a taxa básica de juros da economia brasileira, que passará de 14,25% para 14% ao ano. Esta é a quarta vez consecutiva que o comitê reduz os juros . A decisão foi tomada em reunião na sede do BC, em Brasília. O BC utiliza a Selic, os juros básicos da economia, como um instrumento para reduzir o ritmo da atividade econômica e, com isso, tentar controlar a inflação. Quando o juro sobe ou fica alto por muito tempo, o crédito encarece, ficando mais caro para quem compra no cartão, nas parcelas de produtos e no financiamento de imóveis, levando a uma perda de força no consumo. Quando há redução, a expectativa é de estímulo para a economia e de um menor risco de descontrole nos preços. Segundo a instituição,...

Copom reduz taxa Selic para 14,25% ao ano

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É a terceira vez consecutiva de queda dos juros Luciano Nascimento - Repórter da Agência Brasil  São Luís © Marcello Casal JrAgência Brasil O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) reduziu nesta quarta-feira (17) em 0,25 ponto percentual a Taxa Selic, que passará de 14,50% para 14,25% ao ano. Esta é a terceira vez consecutiva que o comitê reduz os juros. O BC utiliza a Selic, os juros básicos da economia, como um instrumento para reduzir o ritmo da atividade econômica e, com isso, tentar controlar a inflação. Quando o juro sobe ou fica alto por muito tempo, o crédito encarece, ficando mais caro para quem compra no cartão, nas parcelas de produtos e no financiamento de imóveis, levando a uma perda de força no consumo. Quando há redução, a perspectiva é de estímulo para a economia e de um menor risco de descontrole nos preços. Na reunião anterior, em abril, o comitê apontou como justificativa para um ritmo menor na queda dos juros as incertezas sobre os desdobrame...

Entenda como funciona investir no Tesouro Reserva

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Instrumento é aposta do governo para atrair pequenos investidores Wellton Máximo - Repórter da Agência Brasil Brasília © Marcello Casal JrAgência Brasil Aposta do governo para atrair pequenos investidores e estimular a poupança, o Tesouro Reserva, lançado nesta segunda-feira (11) , tem como alvo quem busca guardar dinheiro com segurança, liquidez e simplicidade.  A aplicação começa com valor mínimo de R$ 1, rende diariamente conforme a Taxa Selic (juros básicos da economia) e poderá ser movimentada 24 horas por dia, inclusive aos fins de semana e feriados. A nova modalidade surge como uma tentativa do governo de ampliar o acesso aos investimentos públicos e competir diretamente com produtos populares dos bancos e fintechs, como poupança, Certificados de Depósito Bancário (CDBs) e as chamadas “caixinhas” digitais. Neste primeiro momento, o Tesouro Reserva estará disponível apenas para os cerca de 80 milhões de correntistas do Banco do Brasil. O Tesouro Nacional informou que negocia...

Banco Central reduz juros básicos para 14,5% ao ano

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Apesar de guerra no Oriente Médio, Copom voltou a cortar juros Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil Brasília © Marcello Casal JrAgência Brasil Apesar das tensões em torno da guerra no Oriente Médio, o Banco Central (BC) cortou os juros pela segunda vez seguida. Por unanimidade, o Comitê de Política Monetária (Copom) reduziu a Taxa Selic, juros básicos da economia, em 0,25 ponto percentual, para 14,5% ao ano. A decisão era  esperada pelo mercado financeiro . De junho de 2025 a março deste ano, a Selic ficou em 15% ao ano, o maior nível em quase 20 anos. O Copom voltou a cortar os juros na reunião passada, num cenário de queda da inflação. No entanto, a guerra no Oriente Médio, que se refletiu no aumento dos preços de combustíveis e de alimentos, dificulta o trabalho do Copom.  O Copom estará desfalcado porque o mandato dos diretores de Organização do Sistema Financeiro, Renato Gomes, e de Política Econômica, Paulo Pichetti, expirou no fim de 2025. O presidente Luiz ...