Governo tem de cancelar despesas para viabilizar novo programa social, diz secretário Waldery Rodrigues, do Ministério da Economia. Ideia é 'congelar' benefícios previdenciários no valor atual. Por Alexandro Martello, G1 — Brasília A área econômica do governo Jair Bolsonaro apoia que benefícios previdenciários, como aposentadorias e pensões, sejam desvinculados do reajuste do salário mínimo e congelados nos próximos dois anos, disse o secretário Especial de Fazenda do Ministério da Economia , Waldery Rodrigues. A ideia evitaria, por exemplo, a correção automática do piso de aposentadorias e pensões – que hoje não podem ser menores que o salário mínimo. A área econômica também apoia que os benefícios maiores fiquem congelados no período. A economia gerada pelas novas regras seria destinada ao financiamento do Renda Brasil , programa de assistência social que o governo pretende implementar em 2021. VÍDEO: Entenda as dificuldades orçamentárias para o governo implementar o Renda...