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Mostrando postagens com o rótulo Violência

BLOG DO JAIRO GOMES

Mortes envolvendo moto aumentam com expansão da economia de aplicativo

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Em uma década, número de óbitos por arma de fogo cai Alana Gandra – repórter da Agência Brasil Rio de Janeiro © Tânia Rêgo/Agência Brasil Em 2024, o Brasil registrou 37.150 mortes no trânsito, impulsionadas, em especial, pelo aumento das mortes envolvendo motocicletas (15.459), que responderam por 41,6% dos óbitos em vias terrestres no país. Em 2014, foram 43.780 mortes, sendo que os óbitos envolvendo motos somaram 12.604, que corresponde a 28,7%. Os dados constam do Atlas da Violência 2026 , divulgado nesta terça-feira (26) pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP). A publicação considera o trânsito uma das principais causas de violência letal no país. Embora o número absoluto de mortes no trânsito tenha caído 20% em uma década, as mortes envolvendo motocicletas aumentaram em 2024, na comparação com 2014.  Motociclistas de aplicativo O estudo identifica que a expansão da economia de aplicativos alterou a dinâmica da m...

Além do boletim de ocorrência: saiba denunciar violência doméstica e como casos são investigados

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Brasil registrou mais de 2 mil atendimentos por dia no 180 - Central de Atendimento à Mulher, em 2024 Por:  Redação Terra Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília Denunciar é o primeiro passo concreto para que o Estado possa agir em casos de violência doméstica Em um ano, mais de 257 mil mulheres denunciaram terem sido agredidas fisicamente, e com intenção, no contexto de violência doméstica. Isso além dos mais de 747 mil registros de ameaças contra mulheres, e os mais de 51 mil casos de violência psicológica. São o que mostram os dados mais recentes do Anuário Brasileiro de Segurança Pública, referentes a 2024. Esses dados só existem porque foram casos comunicados – e as histórias dessas mulheres não começaram, nem acabaram, no ato da denúncia. Mas, afinal, como é esse processo? Entenda como funciona. Por onde denunciar? Atualmente, ir presencialmente em uma delegacia não é o único caminho para denunciar violência doméstica. Por telefone, por exemplo, é possível acionar a Central ...

Saiba como educar crianças e adolescentes para respeitar os animais

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Conheça experiências de cuidado e convivência Guilherme Jeronymo - Repórter da Agência Brasil São Paulo © Paulo Pinto/Agência Brasil A violência contra animais gerou um debate no país nas últimas semanas, a partir do  espancamento do cão comunitário Orelha  por quatro adolescentes em Florianópolis (SC). A punição dos autores e a banalização da violência estão no centro das discussões, assim como a prevenção, a ressocialização e as medidas educativas.  A  Agência Brasil  procurou organizações não governamentais (ONGs) voltadas ao apoio a animais abandonados ou vítimas de violência e a prefeitura de São Paulo, responsável por um dos maiores programas públicos de adoção e educação ambiental, para saber como o estímulo ao contato e os cuidados com animais podem prevenir e interromper ciclos de violência.   Adoção de pets na Casa Adote na Vila Madalena em parceria com o Instituto Ampara Animal e a ONG Encontrei um Amigo -...

Violência e censura afetam nove em cada dez professores brasileiros

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Constata pesquisa do ONVE da Universidade Federal Fluminense Alana Gandra - Repórter da Agência Brasil Rio de Janeiro © Arquivo Agência Brasil Nove em cada dez professores e professoras da educação básica e superior do ensino público e privado de todo o país já foram perseguidos diretamente ou presenciaram perseguições e censura contra profissionais da educação. O dado consta da pesquisa inédita A violência contra educadoras/es como ameaça à educação democrática, realizada pelo Observatório Nacional da Violência Contra Educadoras/es (ONVE), da Universidade Federal Fluminense (UFF), em parceria com o Ministério da Educação (MEC). Participaram do levantamento 3.012 profissionais da educação básica e superior do ensino público e privado de todo o país. O coordenador da pesquisa, professor Fernando Penna, da UFF, explicou à  Agência Brasil  que o trabalho teve como foco principal violências ligadas à limitação da liberdade de ensinar, tentativa de censura, perseguição política, em...