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Após Moro sair, crise no governo pressiona Guedes

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Titular da Economia vive ‘fritura’ deflagrada pela insistência no discurso de manutenção da política de ajuste fiscal; desavença envolve agora o outro ‘superministro’ da Esplanada Adriana Fernandes, O Estado de S.Paulo BRASÍLIA - Considerado nos bastidores a “bola da vez” da fritura no governo, o ministro da Economia, Paulo Guedes , entrou em atrito com colegas na Esplanada e expôs sua contrariedade com o plano econômico anunciado na semana passada para o período pós-pandemia do coronavírus. Em conversa ríspida com o ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho , no Palácio do Planalto, acusou o ex-auxiliar de atrapalhar a atuação do Banco Central na crise e na política de juros. LEIA TAMBÉM >'Basta razão convincente para afastar Bolsonaro', diz historiador O diálogo foi trocado quando os dois ministros, agora desafetos, se encontraram para o pronunciamento do presidente Jair Bolsonaro , na sexta-feira, depois da demissão de Sérgio Moro do Minist

Eduardo Bolsonaro exige que Sergio Moro “defenda explicitamente” seu pai

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Pragmatismo Político Eduardo Bolsonaro deu declaração durante transmissão ao vivo. Filho do presidente ainda fez ameaças a Sergio Moro e Paulo Guedes caso seu pai deixe o poder Em live, Eduardo Bolsonaro cobrou Moro e Guedes e afirmou que os ministros  “serão odiados” caso não permaneçam com o presidente  (Imagem: Dida Sampaio) Em uma transmissão ao vivo (live) com a deputada Caroline De Toni (PSL-SC), o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) cobrou dos ministros Sergio Moro (Justiça) e Paulo Guedes (Economia) que falem “publicamente, explicitamente, a favor do presidente da República”. A cobrança de Eduardo Bolsonaro ocorreu antes de assessores de Sergio Moro informarem nesta quinta-feira (23) que o ministro pretende pedir demissão caso Bolsonaro insista na troca de Marcelo Valeixo do comando-geral da Polícia Federal. Na live, Eduardo Bolsonaro reclama que o pai estaria em “fogo cruzado” após ter participado dos atos ilegais do fim de semana que pediram interv

Bolsonaro deve demitir Mandetta ainda nesta segunda-feira

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Presidente tem tido atritos com ministro da Saúde nos últimos dias, chegando a dizer inclusive que faltava "humildade" ao chefe da pasta Por Agência O Globo Ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta Isac Nóbrega/PR O presidente Jair Bolsonaro deve demitir ainda nesta segunda-feira (6) o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta , em meio à crise do novo coronavírus (Sars-CoV-2). O ato oficial de exoneração de Mandetta está sendo preparado nesta tarde no Palácio do Planalto. A expectativa é que a decisão seja publicada em edição extra do Diário Oficial da União após reunião do presidente com todos os ministros, entre eles Mandetta, convocada para as 17h . A informação sobre a exoneração de Mandetta foi confirmada por dois auxiliares do presidente da República. O deputado federal Osmar Terra (MDB-RS), ex-ministro da Cidadania, é o mais cotado para substituí-lo. Ele almoçou com Bolsonaro e os quatro ministros que despacham do Palácio do Planalto nesta

Pacote econômico contra o coronavírus terá R$ 147,3 bilhões

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Medidas foram anunciadas nesta segunda-feira (15) para reduzir os efeitos econômicos da pandemia do novo coronavírus Por Brasil Econômico Foto: Reprodução A ideia é que esses valores sejam injetados na economia nos próximos três meses O Ministério da Economia anunciou nesta segunda-feira (15) novas medidas para reduzir os efeitos econômicos da pandemia do novo coronavírus. Serão aplicados R$ 147,3 bilhões em medidas emergenciais para socorrer setores da economia e grupos de cidadãos mais vulneráveis, além de evitar a alta do desemprego. Desse valor, R$ 83,4 bilhões devem ser destinados à população mais pobre e/ou mais idosa. Dólar fecha acima de R$ 5 pela primeira vez na história Ao apresentar as medidas, o ministro Paulo Guedes afirmou que o sistema econômico responde a esse tipo de pandemia de foma similar ao corpo humano. "Igualzinho esse coronavírus, afeta mais as fatias mais vulneráveis. Os mais idosos são mais vulneráveis porque a defesa imunológica

Transformar a crise em oportunidade

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Nossa Ciência Foto Cleo Kozerski/Fapern O sentimento de que a esperança não está sufocada pela constatação da grave crise que afeta a ciência brasileira foi a mensagem dos pesquisadores no Nossa Ciência em Debate “Quero parabenizar o  Nossa Ciência  por que aqueles objetivos que vocês se dão, a vocação que vocês construíram como jornalistas de divulgação científica, tem sido muito importante para nós, tem dado visibilidade para o trabalho que nós, pesquisadores e cientistas, estamos fazendo nas nossas diversas instituições.” Com esse depoimento, durante o Nossa Ciência em Debate, o professor Alípio de Souza Filho, do Programa de Pós-Graduação em Filosofia, da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), fez um reconhecimento do trabalho realizado pelo portal em prol da divulgação da produção cientifica nordestina. Realizado pelo  Nossa Ciência  e pela Fundação de Apoio à Pesquisa do estado (Fapern), o evento em homenagem ao Dia Nacional da Ciência e do Pesquisador Cien

Japão viveu crise institucional com extinção de cursos de humanas e voltou atrás

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Redação Pragmatismo Exemplo para o governo Bolsonaro, Japão viveu crise institucional com extinção de cursos de humanas e voltou atrás Imagem: Toyokeizai Em junho de 2015, o Ministério da Educação, Cultura, Esportes, Ciência e Tecnologia do Japão , conhecido como MEXT , enviou uma carta às universidades nacionais (públicas), alertando que elas deveriam incrementar sua eficiência para satisfazer melhor as necessidades do país. A mensagem pedia um uso mais racional dos recursos e a priorização de áreas estratégicas – se preciso fosse, as universidades deveriam modificar ou até mesmo abolir seus departamentos de ciências sociais e humanidades para economizar. Desde então, a carta do governo japonês às universidades ganhou manchetes do mundo inteiro, gerou uma resposta indignada dentro do país e ocasionou reformas e resistências nas instituições locais. Afinal, o que aconteceu após a ameaça de cortar as humanidades? Crise institucional A insatisfação do gove

Vídeo obsceno gera crise que pode atrapalhar até articulação para reforma

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Líderes do Congresso, que antes reclamavam da falta de interlocução com o Planalto, agora criticam post do presidente Jair Bolsonaro em rede social. Estratégia da defesa é colocar o pesselista como 'homem do povo' e chamar o apoio de eleitores LC Leo Cavalcanti RC Rodolfo Costa Correio Braziliense Aposta dos aliados é colocar o ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional,  Augusto Heleno, como responsável pelo presidente (foto: AFP / Sergio LIMA ) O presidente Jair Bolsonaro inseriu o governo no centro de uma crise que pode até atrapalhar a articulação política pela aprovação da reforma da Previdência. A publicação do chefe do Palácio do Planalto de um vídeo obsceno em uma rede social gerou mal-estar entre líderes dispostos a compor a base aliada. O sentimento de alguns é de que o capital político do pesselista vem se reduzindo. Na prática, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) encaminhada pelo governo pode ser aprovada no Congresso. O risco

Em desabafo, Bebianno diz que deve desculpas ao país por ter viabilizado candidatura de Bolsonaro

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Por Gerson Camarotti Do G1 (Ricardo Moraes/Reuters) Diante da crise política em que virou protagonista , o ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Gustavo Bebianno, fez um desabafo para interlocutores próximos e demonstrou profundo arrependimento em ter trabalhado ativamente pela eleição do presidente Jair Bolsonaro. "Preciso pedir desculpas ao Brasil por ter viabilizado a candidatura de Bolsonaro. Nunca imaginei que ele seria um presidente tão fraco", disse Bebianno para um aliado, numa referência à influência dos filhos do presidente no rumos do governo, especialmente o vereador Carlos Bolsonaro . Nessas mesmas conversas, Bebianno demonstra preocupação com o efeito desse protagonismo familiar nas decisões do país. E reconhece que o governo Bolsonaro precisa descer do palanque para administrar o Executivo. Para aliados de Bebianno, também causou contrariedade o movimento da família Bolsonaro para sacramentar a saída do ministro do governo. No mo

Paulo Guedes deixa 180 milhões de brasileiros fora de sua política econômica

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Política econômica anunciada por Paulo Guedes foca nos trinta milhões de brasileiros que têm renda segura e vida financeira estabilizada. O que fazer com os 180 milhões que restam? Paulo Guedes (reprodução) André Araújo, Jornal GGN Qual o foco da política econômica de Paulo Guedes? São os trinta milhões de brasileiros que têm renda segura e vida financeira estabilizada, e os demais 180 milhões? São 60 milhões de desocupados, a soma dos desempregados do mercado formal mais os que desistiram de procurar emprego mais os subempregados mais os autônomos biscateiros. Precisa de confirmação? São 64,3 milhões com ficha suja no SERASA, o pobre só perde o credito quando NÃO tem mais nenhuma renda. Por qualquer lado que se olhe a imensa massa da população brasileira está mal de vida. Qual a mensagem do plano Paulo Guedes para eles? Virem-se, você não estão no radar, não há nenhuma política para os pobres, ao contrário, vamos cortar o máximo em seguro desemprego, bolsa família,

Livrarias quebram e arrastam setor editorial

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Depois de Cultura em outubro, hoje foi a vez da Saraiva pedir recuperação judicial. Gigantes do varejo devem R$ 325 milhões para editoras. Os porquês da crise e os caminhos para evitar o colapso por  Gabriel Valery, da RBA   ARQUIVO/EBC Livrarias precisam 'voltar às raízes' e estar atentas para a sua função sócio-cultural São Paulo – O modelo de negócio das livrarias brasileiras está em xeque. Neste ano, as duas maiores redes no país,  Livraria Cultura  e  Saraiva , entraram com processo de  recuperação judicial . Quantidade expressiva dos livros vendidos no Brasil, quatro em cada dez, passa por essas lojas. A quebra arrasta toda a cadeia editorial, altamente dependente desse oligopólio que hoje não consegue mais se sustentar. O problema é mais complexo do que parece. Culpar a crise econômica ou o fraco hábito de leitura dos brasileiros não basta. E as soluções também são delicadas, mas existem. Diferente de um senso comum que culpa os brasileiros por l

Ajuste fiscal e inflação enorme: crise na Argentina deveria servir de alerta para Brasil?

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Ajuste fiscal e inflação enorme: crise na Argentina deveria servir de alerta para Brasil? © AFP 2018/ Eitan Abramovich #SPUTNIKEXPLICA URL curta Argentina está atravessando uma grave crise econômica acompanhada pela desvalorização da sua moeda, uma alta taxa de inflação e manifestações contra a ajuda financeira do FMI. A Sputnik explica que fatores causaram os problemas financeiros do país vizinho e como a crise argentina poderia afetar o Brasil. Crise que já dura quase 20 anos Em 2001 a Argentina deu o maior calote na história. O calote foi associado com o alto endividamento do país: nos anos 1990 a Argentina financiou seu déficit fiscal através da emissão de títulos da dívida pública e sua venda a investidores estrangeiros. Em 2001, Buenos Aires caiu em inadimplência por impossibilidade de pagar aos detentores dos títulos da sua dívida soberana e decidiu anunciar a restauração da sua dívida, emitindo novos títulos com vencimento em 2033. © AP PH