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Mostrando postagens de Fevereiro 16, 2019

Horário de verão chega ao fim esta noite; economia de energia é pífia

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Medida termina na noite de hoje, após três meses. Cabe ao Governo Federal decidir se essa foi a última edição ou se ele volta. Para o Ministério de Minas e Energia, a economia no consumo de energia é pífia
PN Patricia Nadir -  Especial para o Correio
Gerente de um bar e restaurante no SIG, Jair Titton diz que, no horário de verão,  clientes aproveitam a hora a mais para beber, durante a semana (foto: Ed Alves/CB/D.A Press )
O horário brasileiro de verão chega ao fim à meia-noite de hoje. Os brasilienses, assim como quem mora nos 10 estados onde os relógios tiveram de ser adiantados há pouco mais de três meses, precisam agora fazer o inverso. Por isso, os ponteiros têm de voltar em uma hora à meia-noite deste sábado. Amado por uns e odiado por outros, o horário de verão resultou em uma economia média de 2,7% no consumo de energia durante o horário de pico do sistema, no Distrito Federal, segundo a Companhia Energética de Brasília (CEB). No entanto, a manutenção da medida não está garanti…

Mãe de Geddel alega "orientação médica" e falta a depoimento sobre R$ 51 milhões

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Por iG São Paulo
Defesa pediu para depoimento de Marluce Quadros ser adiado, mas juiz fixou prazo para matriarca da família Vieira Lima responder por escrito
Divulgação/Polícia Federal Dinheiro encontrado em "bunker" de Geddel Vieira Lima  foi maior apreensão da Polícia Federal: R$ 51 milhões
Marluce Quadros Vieira Lima, mãe do ex-ministro Geddel e do ex-deputado Lúcio Vieira Lima, faltou ao depoimento marcado para a tarde desta sexta-feira (15) na 10ª Vara Criminal do Distrito Federal, em Brasília. Esta já é a segunda vez que Marluce não vai à audiência.
A mãe de Geddel seria ouvida no âmbito de ação que apura a origem dos R$ 51 milhões encontrados pela Polícia Federal, em 2017, em um bunker da família Vieira Lima em Salvador (BA). 
A defesa de Marluce, no entanto, alegou no fim da tarde de ontem, já após o término do expediente na Justiça Federal, que ela não poderia comparecer à audiência por "determinação médica" e pediu que o depoimento fosse mais uma vez adiado. …

Bolsonaro assina demissão de Bebianno, dizem interlocutores

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Interlocutores também afirmam que presidente pretende colocar um general no lugar do ministro
Vera Rosa Terra
O presidente Jair Bolsonaro já assinou neste sábado, 16, a demissão do ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Gustavo Bebianno. A dispensa do auxiliar deverá ser publicada no Diário Oficial da União na próxima segunda-feira, dia 18. A informação foi confirmada pelo Estado com dois interlocutores de Bolsonaro.
Gustavo Bebianno - Foto: Instagram / Reprodução
Nos últimos dias, políticos e militares tentaram interceder a favor de Bebianno, mas o presidente está irredutível e, segundo apurou o Estado, planeja nomear um general para o lugar do ministro. Se isso ocorrer, será o nono militar a ocupar o primeiro escalão. Atualmente, o secretário-executivo da pasta é o general Floriano Peixoto.
Em conversas reservadas, Bolsonaro avaliou que o chefe da Secretaria-Geral quebrou a relação de confiança com ele ao "vazar" áudios de diálogos entre os dois. O ministro nega o vazam…

"Cidadão de bem" mata taxista por nada na frente de uma escola

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Redação Pragmatismo

Homem que exibia armas de fogo nas redes sociais comete assassinato bárbaro à luz do dia na frente de uma escola em um bairro nobre. Crime provoca revolta: "Teria esse cidadão de bem agido por escusável medo, surpresa ou violenta emoção?"
O corretor Gustavo Correia (reprodução/redes sociais)
Um crime bárbaro chocou a cidade de João Pessoa (PB) no fim da tarde desta sexta-feira (15). O corretor de imóveis Gustavo Teixeira Correia, 43, tirou a vida do taxista Damião dos Santos, de 42 anos.
O assassinato aconteceu em um horário de grande circulação de pessoas na frente de um supermercado e de uma escola em um bairro nobre da capital paraibana. Tudo foi registrado por testemunhas e câmeras de segurança.
Segundo a Polícia Militar, a motivação do crime teria sido uma discussão de trânsito. No entanto, imagens mostram (ver abaixo) que o bate-boca não durou mais do que 10 segundos.
Pragmatismo Político conversou com funcionários do Supermercado BeMais. Eles afirm…

HUMBERTO: GOVERNO BOLSONARO ESTÁ CAINDO COMO UMA LARANJA PODRE

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"São 45 dias de governo e não tem um dia em que o governo não tenha que responder por uma trapalhada, por um malfeito, por uma nova denúncia", afirmou o líder da Oposição no Senado, Humberto Costa (PT-PE); "Esse governo está caindo como uma laranja podre", disse 
247 - O líder da Oposição no Senado, Humberto Costa (PT-PE), reforçou que, em menos de 45 dias, o governo Jair Bolsonaro vem sofrendo uma avalanche de notícias negativas, que trazem desde o envolvimento do filho do presidente, o senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), com milícias até o escândalo de candidaturas laranjas financiadas pelo ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Gustavo Bebianno.
"São 45 dias de governo e não tem um dia em que o governo não tenha que responder por uma trapalhada, por um malfeito, por uma nova denúncia. É filho que contrata miliciano, é vexame internacional, é restrição da Lei de Acesso à Informação e por aí vai. A nova é a do envolvimento de um dos homens fo…

Lei impede que Bebianno assuma cargo de direção em alguma estatal

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"Não se dá um tiro na nuca do seu próprio soldado". desabafou ministro
Jornal do Brasil
O ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Gustavo Bebianno, não pode assumir cargo de direção em estatais do governo. A possibilidade foi aventada depois que o presidente Jair Bolsonaro ofereceu a ele um cargo na máquina federal fora do Palácio do Planalto, como compensação à sua saída do primeiro escalão do governo.
Ao desabafar com integrantes do governo, no entanto, o ministro disse que "não se dá um tiro na nuca do seu próprio soldado".
Ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Gustavo Bebianno  (Foto: Valter Campanato/Agência Brasil)
O artigo 17 da Lei 13.303/2016 impôs critérios claros para a escolha de pessoas para cargos de diretoria, presidência e membros de Conselho de Administração de estatais, e o atual ministro da Secretaria-Geral da Presidência não cumpre essas regras.
Os indicados para estatais, segundo a lei, não podem ter atuado, nos últimos 36 me…

Palavras que edificam

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Sua meditação diária na Palavra de Deus
Levantarei os meus olhos para os montes, de onde vem o meu socorro?  O meu socorro vem do Senhor que fez o céu e a terra. Salmos 121:1-2.
O salmista era homem acostumado as guerras e conhecia as muitas estratégias para se fazer um combate. Por vezes os reis contratavam outro reino para acudi-los, quando estivessem cercados por seus inimigos e estes vinham, emmeio a batalha, e surgiam por sobre os montes e ajudavam aquele outro a sair do seu aperto. Portanto, olhar para os montes em meio a uma luta, era desejar que um reforço aparecesse de imediato para os socorrer. Parafraseando uma situação tal qual, o salmista olha para os montes e diz: Elevo os olhos para os montes, de onde me virá o socorro? Ou seja qual reino me socorrerá? Quem sabe ó amigo estais como o salmista olhando para os montes à procura de alguém para te socorrer, quem sabe até já subistes ao monte à procura de um socorro, mas deves fazer como fez o salmista e dizer: O meu socorro vem…

O que falta explicar na reforma

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Governo divulga idade mínima e transição, mas sobram dúvidas sobre o alcance do texto que será enviado ao Congresso na próxima quarta-feira
Murilo Rodrigues Alves Editor em Brasília Estadão
Enfim, o presidente Jair Bolsonaro bateu o martelo sobre a reforma da Previdência. Pelo que foi divulgado, o texto que o governo vai enviar este mês ao Congresso ficou no meio do caminho entre a proposta “aditivada”defendida pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, a quem ele chama de Posto Ipiranga, e uma versão bem mais suave, que o próprio presidente queria.
O Estadão/Broadcast antecipou a proposta de Guedes – que foi confirmada por várias fontes do governo, inclusive o secretário especial de Previdência e Trabalho, Rogério Marinho. Mesmo com os argumentos da equipe econômica, o presidente preferiu uma versão um pouco mais branda, mas com “gordura” para ser queimada no Congresso nas negociações com deputados e senadores. Ainda mais neste momento em que o governo está em meio a uma crise política…