Coordenadora Social do Minha Casa, Minha Vida em Santa Cruz fala sobre o andamento das entregas das casas do Residencial Cruzeiro

Joana D'Arc - Coordenadora Social do Minha Casa Minha Vida

Projeto está atualmente em sua terceira etapa, orientando os contemplados sobre os trâmites legais

Uma constante dúvida de muitos santa-cruzenses desde o final do ano passado é a respeito do Residencial Cruzeiro, que até então estava sem previsão de entrega para os contemplados pelo Minha Casa, Minha Vida. Agora, em conversa com o repórter Jairo Gomes, a coordenadora social do programa em Santa Cruz do Capibaribe, Joana D'arc, deu uma atualização sobre o andamento do projeto, que está atualmente na sua terceira etapa.

Segundo Joana, nesta etapa os contemplados devem se dirigir à secretaria de Desenvolvimento Urbano e Desenvolvimento Social para orientações sobre os trâmites legais em relação ao Residencial Cruzeiro. "Neste momento estamos realizando atendimento a todos os beneficiados pelo Minha Casa, Minha Vida, que recebem orientações sobre os eixos estabelecidos pela portaria nº 464, após isso, realizamos a coleta de assinatura das famílias para que enviemos as atas do projeto para a Caixa Econômica Federal, que exigem esse acompanhamento dos contemplados", explicou. "A Caixa solicita que orientemos não somente sobre o contrato que os contemplados vão assinar junto ao banco, como também trabalhemos sobre o eixo de cidadania, de mobilização, educação ambiental e sanitária, além sobre profissionalização e geração de renda".

Atendimento dos contemplados do Residencial Cruzeiro na Secretaria de Desenvolvimento Social

Ao todo, cerca de 500 famílias foram contempladas pelo programa. Além da orientação da coordenadoria, esses cidadãos também recebem apoio de assistentes sociais do município. "O programa também tem seus grupos prioritários, como famílias que tem membros com alguma deficiência, idosos, e mulheres chefes de família. Todos esses grupos recebem todo o apoio social para, muito em breve, finalmente receberem suas casas", destacou Joana.

A coordenadora também explicou como o programa possui um sistema para evitar os conhecidos "arrumadinhos". "Todos aqueles inscritos no programa passam pelo sistema habitacional da Caixa Econômica, que faz uma varredura nas pessoas que já possuem algum bem em seu nome, que já financiaram algum imóvel, que possuem dívidas, além da renda dos inscritos, pois quem recebe acima de R$ 1.800,00 não será contemplado pelo programa", disse. Outra forma para evitar problemas semelhantes é o CadÚnico, uma das diretrizes do programa exige que as pessoas contempladas devem ser cadastradas no programa de ação social. Além disso, caso haja alguma informação errônea ou mentirosa, pode ser feita a quebra de contrato em qualquer ocasião do processo, com a possibilidade também de responderem por um processo judicial.

Ouça a entrevista, na íntegra, clicando no link abaixo:


Edição- Jorge Luis
Reportagem- Jairo Gomes

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