Lula fala, Bolsonaro abraça vacinas e Doria segura restrições; já é 2022?
Lúcia Valentim Rodrigues, do UOL
Bem diferente do político que disse que ia ser o último a se vacinar, defende tratamentos sem eficácia comprovada e provoca aglomerações em diversos estados sem nenhum tipo de proteção.
Talvez tenha pesado as críticas que Lula fez durante sua fala após a anulação de suas condenações pela Lava Jato. O petista não se colocou abertamente como candidato, mas escorregou e pediu votos para si em determinado momento.
Criticou o governo Bolsonaro dizendo que "não cuida da economia, não cuida do emprego, não cuida do salário, não cuida da saúde, não cuida do meio ambiente, não cuida da educação, não cuida do jovem, não cuida da menina da periferia".
Sobre política, tergiversou: "O Brasil é maior que Lula e Bolsonaro. Agora é hora de cuidar de saúde, não de política, muito menos de sucessão presidencial", disse em entrevista coletiva no Palácio dos Bandeirantes sobre as medidas contra a covid.
A atitude foi diferente em
entrevista ao Estadão: "As forças de centro não serão engolidas se 'tiverem juízo'". Soou como candidato.
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