BANCO DO NORDESTE NA DISCUSSÃO DE PROGRAMAS SÓCIO-ECONÔMICOS E AMBIENTAIS


Santa Cruz do Capibaribe- Em mais uma ação do Banco do Nordeste através do PRODETER (Programa de Desenvolvimento Territorial), cujo objetivo é fortalecer as cadeias produtivas e, no caso específico da nossa região, fomentar a indústria e comércio de confecções, aconteceu uma reunião com representantes do Moda Center, da ASCAP e da ACIT, com o intuito de ouvir soluções apresentadas pelo Instituto de Meio Ambiente de Pernambuco (IMOA), para a destinação e solução dos resíduos sólidos aqui produzidos. Do Banco do Nordeste estiveram presentes Anderson Waldiclei, gerente geral da agência no município, Joaísa Rodrigues, gerente executiva da célula de desenvolvimento territorial e Bruno Cangussu, agente de desenvolvimento.

Gil Silva, presidente do IMOA, falou à nossa reportagem: "As empresas daqui da região produzem um grande volume de resíduos sólidos e nosso instituto tem a solução para esses resíduos, foi isso que viemos apresentar e o resultado desta reunião foi muito positivo. Foi criado hoje um comitê, que vai gerenciar isso tudo, de forma adequada e junto com o Banco do Nordeste vamos trabalhar nos projetos aqui apresentados e que trarão benefícios para todos. A parceria com o Banco do Nordeste é fundamental para que o projeto funcione, pois a partir de hoje será criado um programa para beneficiar as empresas que aderirem. Estas empresas serão certificadas e terão crédito e soluções tanto do Banco, quanto do IMOA".

O Agente de Desenvolvimento Bruno Cangussu corroborou com a presidente do IMOA, destacando a questão sócio-econômica e ambiental e o papel do Banco do Nordeste,  na cadeia produtiva, seja com as grandes empresas, seja com os pequenos empreendedores. "A questão da sustentabilidade está cada vez mais presente na nossa vida e a gente vê aqui no Polo de Confecções, que não adianta a gente estar produzindo e não estar tendo aquela educação ambiental. A gente tem que saber fazer a seleção dos produtos, para fazer o devido descarte e fazer que esse descarte gere renda para pessoas que não tem atividade econômica. Este é um dos objetivos do programa que estamos discutindo e uma das nossas preocupações. O que é lixo para uns, pode não ser lixo para outros. Os exemplos vimos aqui com os produtos apresentados, como as bolsas para notebook, pois os pedaços de tecidos que foram usados na confecção delas eram descartes e teriam pouco valor se fossem vendidos como tal. Esse aproveitamento é o que faz a diferença", destacou.





Bruno Cangussu, Anderson Waldiclei e Joaísa Rodrigues

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