Em PE, ministro Ramos terá reunião com Paulo Câmara

Agenda inclui IRB, Amupe e Palácio das Princesas

Por: Renata Bezerra de Melo
FOLHA PE

Ministro da Secretaria de Governo da Presidência da República, 
Luiz Eduardo Ramos e Paulo Câmara, governador do estado de PE
Foto: Eduardo Ramos - Folhapress // Helia Scheppa

A agenda se dará na próxima quinta-feira e deve se configurar num movimento de aproximação institucional entre o Governo Federal e o Governo de Pernambuco. Ministro-Chefe da Secretaria de Governo da Presidência da República, Luiz Eduardo Ramos desembarca no Estado, às 10h, e vai cumprir uma extensa agenda, que se encerra no Palácio das Princesas, onde deve ir à mesa com o governador Paulo Câmara e com a bancada federal pernambucana. General do Exército e amigo do presidente Jair Bolsonaro, Ramos assumiu, em julho, a articulação política junto ao Congresso Nacional. Foi dele a iniciativa de vir a Pernambuco tratar com o governador socialista, que vem fazendo contrapontos subsequentes a Bolsonaro, como ocorreu na Climate Week, em Nova York, essa semana. Ramos fará uma primeira parada no Instituto Ricardo Brennand, onde almoçará. De lá, seguirá para Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe). Na Amupe, se reunirá com prefeitos de todo o Estado e, então, segue para o Palácio das Princesas. A reunião está prevista para as 17h. De Pernambuco, ele seguirá para Paraíba, onde também terá compromissos.

Na semana retrasada, o ministro da Justiça, Sergio Moro, chegou a telefonar para Paulo Câmara, visando a cumprir uma agenda do programa Em Frente, Brasil, em Pernambuco, mas o socialista informou que não seria possível, porque já tinha compromissos em Fernando de Noronha , agendados desde maio. Moro, então, resolveu adiar a agenda. A passagem de Ramos deve ter na pauta, entre outros temas, a questão do Pacto Federativo e, naturalmente, a quebra do gelo com o chefe do Executivo estadual.

Distribuição de espaços na pauta

O Governo Federal abriu diálogo com alguns partidos, entre eles, com o PRB para discutir a participação das siglas na gestão federal. Parlamentares avaliam que o presidente Jair Bolsonaro começa a compreender que, para governar o Brasil, vai precisar dialogar com o Congresso e prestigiar parlamentares.

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