Eduardo da Fonte defende ação conjunta em defesa das mulheres diante dos dados alarmantes de feminicídio em 2025


Os dados oficiais divulgados sobre os feminicídios no Brasil em 2025 revelam uma realidade brutal. O país registrou 1.470 casos de mulheres mortas por razões de gênero ao longo do ano, superando o recorde anterior de 2024, que havia contabilizado 1.464 ocorrências. O número consolida uma média estarrecedora de quatro mulheres assassinadas por dia, segundo levantamento do Ministério da Justiça e Segurança Pública divulgado pela imprensa nacional.

Frente a esses dados, o deputado federal Eduardo da Fonte (PP/UPB) afirmou que os números demonstram que o enfrentamento à violência de gênero exige ação permanente e efetiva do Estado brasileiro.

No Congresso Nacional, o parlamentar é autor de projetos voltados à proteção direta das mulheres, com propostas que destinam recursos do Fundo Nacional de Segurança Pública para a criação e manutenção de Casas Abrigo, ampliam e fortalecem medidas protetivas para mulheres ameaçadas, autorizam o monitoramento eletrônico de agressores, endurecem as penas para crimes de violência doméstica de maior gravidade e permitem o uso de instrumentos de autodefesa, como o spray de pimenta.

Desde a tipificação do feminicídio como crime, em 2015, o Brasil soma cerca de 13.448 mulheres assassinadas unicamente por serem mulheres, um crescimento superior a 300% em uma década.

“Cada vida perdida representa uma falha coletiva. Não podemos normalizar que quatro mulheres sejam mortas por dia no nosso país. É preciso transformar indignação em medidas que protejam efetivamente as vítimas e responsabilizem os agressores”, declarou Eduardo da Fonte.

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