CRIATIVIDADE – Sinal da “mão aberta” fica cada vez mais notório no cenário político de Santa Cruz do Capibaribe


Por Jota Lima

Observando os últimos acontecimentos da politica da terra das confecções, onde um grupo de situação corre solto na corrida eleitoral para 2016 e um grupo de oposição rachado briga para realizar uma pesquisa que nomeará o candidato a prefeito, o fato que se destaca é o sinal da “mão aberta”, uma criação dos correligionários de Fernando Aragão (PROS). 

Para a mão aberta de Fernando existem os que arriscam o significado para tal gesto, uns falam que são os cinco motivos para votar em Fernando Aragão, outros acreditam que seja a mão limpa e tem aqueles Taboquinhas que acreditam que o gesto é um sinal que o experiente politico irá se passar para o grupo do prefeito Edson Vieira (PSDB). 

Mesmo com todos estes significados alguns dos fiéis seguidores de Aragão descartam qualquer possibilidade do real significado ser um dos citados, restando no meio da dúvida uma promessa que em breve o pré-candidato Fernando Aragão irá se pronunciar em relação ao gesto, o que também fica bem claro é que a “mão aberta” não tem como objetivo hostilizar e muito menos criticar o candidato Cleiton Barbosa.

O fato chama atenção dos eleitores que agora se perguntam. Qual é o significado do gesto de Fernando? Pelo menos é algo criativo que pode pegar e cair na graça do eleitor Taboquinha, mostrando que mesmo Fernando sendo mais velho do que o “nome novo” Cleiton, a campanha de Aragão segue na frente, no tocante a criatividade. 

Foto: Jairo Gomes

24 HORAS DE MOBILIZAÇÃO DA POLÍCIA CIVIL DE PERNAMBUCO

Paulo Câmara e Douglas Cintra acertam em Brasília fortalecer o Polo de Confecções


No gabinete de Cintra no Senado, o governador discutiu apoio ao Polo 
(foto Ana Luiza Sousa) 

A necessidade de se fortalecer o Polo de Confecções do Agreste numa conjuntura de desaquecimento da economia reuniu nesta terça-feira, 07.07, em Brasília, o governador Paulo Câmara e o senador Douglas Cintra (PTB-PE), em audiência no gabinete do senador. “Os interesses de Pernambuco estão acima das diferenças partidárias”, justificou Cintra.

Os dois acertaram estudar uma pauta comum de medidas dos governos federal, estadual e das prefeituras do agreste para preservar o Polo, considerado por ambos um fator importante de interiorização do desenvolvimento, segundo relato do encontro feito pelo senador caruaruense. Uma das medidas é recomeçar as obras de duplicação da BR 104 até o distrito de Pão de Açúcar, na entrada de Santa Cruz do Capibaribe.

“Houve um amplo processo de formalização dos empreendimentos do Polo, com a vigência da lei do Simples Nacional, mas ainda persistem índices elevados de informalidade que é preciso eliminar. Isso beneficiará não apenas os empreendedores, abrindo mais acesso ao crédito, por exemplo, como também a arrecadação tributária do estado”, declarou Cintra.

Responsável por 20% da produção nacional de jeans, o Polo de Confecções do Agreste possui cerca de 20 mil unidades produtivas, fabrica 900 milhões de peças anualmente, dá emprego a mais de 130 mil pessoas e fatura em torno de R$ 1 bilhão por ano. O Polo representa 5% do PIB de Pernambuco, concentrando 59% do pessoal e 68% dos estabelecimentos formais da indústria do vestuário do estado. 

Manoel Ramos reconta a história de Santa Cruz do Capibaribe

PARTE I
ANTONIO BURGOS – FATO REAL, LENDA OU FOLCLORE?
MAS, AFINAL, SERIA ESSA HISTÓRIA UMA LENDA, FOLCLORE OU FATO REAL?

                                               Vejamos:

                                   DE ACORDO COM não sei quem, este seria, em resumo, a BIOGRAFIA DE ANTONIO BURGOS:

Manoel Ramos
Antônio Burgos foi um fidalgo português do século XVIII, é um dos primeiros desbravadores da região do Alto Capibaribe.
Segundo consta, Antônio Burgos, recém-chegado ao Recife, foi a conselho médico, levado a procurar terras de clima salubre. Então, margeando o Rio Capibaribe desde o Recife e, na confluência do riacho Tapera com o rio Capibaribe, aportou na antiga povoação existente.
Sua primeira preocupação foi erguer no local uma grande cruz de madeira, a exemplo dos seus patrícios chegados ao Brasil em 1500, daí se originando o atual nome de Santa Cruz do Capibaribe.
Resolvendo estabelecer-se, ergueu uma casa de taipa para sua moradia e uma capela também de taipa, onde depositou imagens sagradas que trouxera consigo inclusive um crucifixo de madeira, em construção rústica de taipa, em frente à capela.
(EXTRAÍDO DO BLOG A TERRA DA SULANCA)

                                   Em outras biografias por mim já lidas, tem-se que este fidalgo teria vindo a estas terras acompanhado de escravos e escravas, como não poderia deixara de ser. O fato incontroverso é que teria vindo a conselho médico e que veio margeando o rio Capibaribe.
                                   Segundo rápida pesquisa feita por Lindolfo de Lisboa, o fidalgo português Antonio Burgos “padecia de moléstia incurável, talvez a tísica, e, aconselhado pelos médicos, procurou esta região a fim de se refazer da saúde abalada”. Aqui chegando, construiu uma casinha e uma capela de taipa (esta onde hoje fica a igreja matriz), tendo sido provavelmente tudo abandonado após sua morte. Só por volta de 1790, a capela foi reconstruída, quando já havia certa população em torno.

Segundo o professor Edson Tavares, “Poucas são as informações que se tem desse período, e durante todo o século XIX, embora uma pesquisa historiográfica mais detida talvez possa revelar grandes surpresas, em termos de documentos. Só haver disposição, engenho e arte para tal”.
                                   Tratava-se, evidentemente, de um homem jovem e forte, pois, se assim não fosse, teria sucumbido no caminho.

                                    Apenas pelo fato de ser chamado de FIDALGO, existe a absoluta certeza, de que ele era de um homem rico e, naquela época, homem rico possuía escravos e escravas.

                                   Pois bem.

“... aportou na antiga povoação existente”.

                                   Dessa narrativa, tem-se que ANTONIO BURGOS NÃO FUNDOU A VILA DE SANTA CRUZ.

Lenda é uma narrativa fantasiosa transmitida pela tradição oral através dos tempos.

 Um mito é uma narrativa tradicional com caráter explicativo e/ou simbólico, profundamente relacionado com uma dada cultura e/ou religião. O mito procura explicar os principais acontecimentos da vida, o fenômenos naturais, as origens do Mundo e do Homem por meio de deuses, semideuses e heróis (todas elas são criaturas sobrenaturais). Pode-se dizer que o mito é uma primeira tentativa de explicar a realidade.

 O mito é muito confundido com o conceito de lenda, porém esta não tem compromisso nenhum com a realidade, são meras histórias sobrenaturais, como é o caso da mula sem cabeça e do Saci Pererê. O mito não é exclusividade de povos primitivos, nem de civilizações nascentes, mas existe em todos os tempos e culturas como componente indissociável da maneira humana de compreender a realidade.

 A diferença entre Mito e Lenda é a seguinte: O Mito é o Personagem a qual a lenda trata e a Lenda é a História sobre o determinado Mito.

Para *Paulo de Carvalho Neto “Mito – Narrativa da ação de um ser inexistente. É a representação mental e irreal de um elemento com formas humanas, de astros, de peixes, de outros animais ou qualquer coisa, cuja ação em geral causa medo.

Lenda – É uma narrativa imaginária que possui raízes na realidade objetiva. É sempre localizável, isto é, ligada ao lugar geográfico determinado.

Conto – Narrativa ficcional, em prosa ou em prosa e verso, com começo, clímax e final, com a finalidade explícita de entretenimento.

Caso – É a narrativa de um fato, às vezes com origem em acontecimento real, com a finalidade explícita de entretenimento”.


* Paulo de Carvalho Neto nasceu em 1923. Estudou antropologia e folclore com Arthur Ramos (1945-1948) na antiga Universidade do Brasil, licenciando-se em ciências sociais. É doutor em letras pela Universidade de São Paulo (USP-1917), com tese intitulada La Influencia del Folklore en Antonio Machado (Editora Demófilo, 1951). Para entender melhor a Ufologia e suas conexões com o folclore e vice-versa, estudou hipnose com três notáveis hipnólogos da Califórnia: Barrie Konikov, V. Michael Consolo e James H. Hoke. Com tais estudiosos obteve os diplomas de hipnólogo profissional em 1981, de hipnoterapeuta em 1982, sendo autorizado pelo Superintendente da Instrução Pública da Califórnia a exercer a profissão. Como complemento teórico-prático, matriculou-se nos cursos de Teoria da Mediunidade (Ministry and Mediumship) ministrados no Camp Chesterfield, de Indiana, em 1974, obtendo 25 créditos. O autor, já falecido, foi sócio do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, secretário-geral da Comissão Nacional de Folclore e membro da União Brasileira de Escritores e do Pen Club. Foi o primeiro antropólogo das Américas a receber em 1991, em Palermo, Itália, o Prêmio Internazionale di Studi Etno-Antropologici Pitrè Salomone Marino, anteriormente conquistado por Lévi-Strauss, entre outros estudiosos europeus. Paulo de Carvalho-Neto foi o autor brasileiro convidado a estrear a Biblioteca UFO.

DILMA: EU NÃO VOU CAIR; NÃO ME ATEMORIZAM


Presidente Dilma Rousseff reage às investidas 'de uma certa oposição um tanto quanto golpista' e desafia os que defendem seu impeachment a provar que ela algum dia "pegou um tostão" de dinheiro sujo: "Eu não vou cair. Eu não vou, eu não vou. Isso aí é moleza, é luta política"; ela diz respeitar o ex-presidente Lula, mas afirma não se sentir no volume morto: "Estou lutando incansavelmente para superar um momento bastante difícil na vida do país"; ela defende ainda as decisões sobre as contas de 2014, em análise no TCU: 'Eu não acho que houve o que nos acusam. É interessante notar que o que nós adotamos foi adotado muitas vezes antes de nós'; a presidente revela também que o governo prepara outras medidas fiscais para compensar as mudanças recentes feitas pelo Congresso: "Até o final do ano vou fazer o diabo para fazer a menor recessão possível. Já virei um pouco caixeiro viajante, vou continuar"

247 – A presidente Dilma Rousseff reagiu ao golpismo da oposição e desafiou os que defendem seu impeachment a provar que ela algum dia "pegou um tostão" de dinheiro sujo.

"Eu não vou cair. Eu não vou, eu não vou. Isso aí é moleza, é luta política", disse ela, em entrevista à ‘Folha de S. Paulo’.

Segundo Dilma, não há base para cair: “Isso do ponto de vista de uma certa oposição um tanto quanto golpista. Eu não vou terminar por quê? Para tirar um presidente da República, tem que explicar por que vai tirar. Confundiram seus desejos com a realidade, ou tem uma base real? Não acredito que tenha uma base real”. "Não me atemorizam", acrescenta.

Quanto à declaração do Lula sobre o cenário político, diz que respeita muito o ex-presidente, “mas não me sinto no volume morto não. Estou lutando incansavelmente para superar um momento bastante difícil na vida do país”.

A presidente Dilma afirma ter cometido erros no seu primeiro mandato (2011-2014), mas não coloca na lista as pedaladas fiscais. "Eu não acho que houve o que nos acusam", afirmou a petista sobre a análise que o TCU (Tribunal de Contas da União). "É interessante notar que o que nós adotamos foi adotado muitas vezes antes de nós".

Ela disse ainda que "vai fazer o diabo" para reduzir os impactos da recessão econômica e revelou que o governo prepara outras medidas fiscais para compensar as mudanças recentes feitas pelo Congresso: "Até o final do ano vou fazer o diabo para fazer a menor [recessão] possível. Já virei um pouco caixeiro viajante, vou continuar" (leia aqui).

Leia, ainda, reportagem da Reuters sobre a entrevista de Dilma:

Reuters - Com a subida de tom da oposição e o aumento das conversas sobre impeachment ou cassação, a presidente Dilma Rousseff garantiu em entrevista publicada nesta terça-feira que não há base para isso e não vai cair.

Dilma disse ainda, ao jornal Folha de S.Paulo, que quer acelerar o ajuste fiscal e fará o possível para a recessão ser a menor possível.

"Eu não vou cair. Eu não vou, eu não vou. Isso é moleza, isso é luta política. As pessoas caem quando estão dispostas a cair. Não estou. Não tem base para eu cair. E venha tentar, venha tentar. Se tem uma coisa que eu não tenho medo é disso", disse Dilma na entrevista.

"Para tirar um presidente da República tem que explicar por que vai tirar. Confundiram seus desejos com a realidade, ou tem uma base real? Não acredito que tenha uma base real."

Dilma referiu-se a "uma certa oposição um tanto golpista", mas disse que não acha que toda oposição "seja assim".

Apesar de atritos crescentes com lideranças do PMDB, especialmente o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), Dilma rejeitou qualquer problema com o partido --o maior da base governista e que tem o vice-presidente da República, Michel Temer-- dizendo que não são os peemedebistas que querem seu afastamento. "Eu acho que o PMDB é ótimo."

Segundo a presidente, acelerar o ajuste fiscal é fazer já tudo que for preciso, "porque quanto mais rápido fizermos, mais rápido sairemos dele".

Dilma disse ainda que o Executivo prepara "medidas estruturantes que contribuem ao mesmo tempo para o ajuste como para o médio e longo prazos", mas não disse quais seriam as medidas.

Admitindo estar surpresa com a intensidade da recessão da economia neste ano, Dilma disse que "até o final do ano vou fazer o diabo para fazer a menor (recessão) possível".

(Por Alexandre Caverni, em São Paulo)

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