Veja qual a documentação necessária para atualizar cadastro no novo auxílio

A renovação do cadastro é feita com base nos números finais do CPF dos beneficiários, pela 'Regra do CPF'

A atualização do cadastro é feita com base nos números finais do CPF dos beneficiários. 
Foto: Marcello Casal Jr./ABr


Para fazer a atualização de cadastro no novo auxílio emergencial através do banco digital Caixa Tem, da Caixa Econômica Federal, é preciso incluir alguns documentos.

Deverão ser incluídas informações como foto do documento pessoal (RG ou Carteira Nacional de Habilitação), comprovante de residência e uma selfie (foto de si mesmo) segurando o próprio documento.

A partir desta quarta-feira (10), a "Regra do CPF" é ampliada para outro grupo de correntistas do banco digital Caixa Tem, da Caixa Econômica Federal. Agora, quem tiver o CPF terminando entre 00 e 59 poderá efetuar a atualização dos dados cadastrais, a fim de obter o novo auxílio emergencial.

A atualização do cadastro é feita com base nos números finais do CPF dos beneficiários. Quem possuir o CPF terminado nos números 00 até 39 já estavam aptos a fazer o cadastro neste terça-feira (9). (entenda a regra abaixo).


Quando todos poderão fazer o cadastro?

Na próxima sexta-feira (12), todos os correntistas do banco digital Caixa Tem, da Caixa Econômica Federal, terão que atualizar seus cadastros para receber o novo auxílio emergencial. A intenção do banco é evitar ao máximo as fraudes durante o pagamento da nova rodada do benefício.


Entenda a 'Regra do CPF'

A atualização cadastral estará disponível para 100% dos correntistas a partir da sexta-feira (12), mas algumas pessoas já podem começar a fazer o cadastro imediatamente.

Quem tiver CPF terminando nos números 00 até 39 (ou seja, 00, 01, 02 ... 38, 39) já pode fazer a atualização nesta terça-feira (9), acessando o ícone "cliente top" dentro do aplicativo do Caixa Tem.

Nesta quarta-feira (10), poderão incluir as novas informações quem tiver o CPF terminando entre 00 e 59.

Já na quinta-feira (11), os que possuem documento com a numeração final entre 00 e 79.

Auxílio emergencial 2021

De acordo com informações já divulgadas pelo presidente Jair Bolsonaro e pelos presidentes da Câmara, Arthur Lira, e do Senado, Rodrigo Pacheco, o novo auxílio emergencial deve contar com quatro parcelas, começando ainda em março e terminando em junho. Para isto, a PEC Emergencial precisa ser aprovada na Câmara dos Deputados, possibilitando o governo de editar a Medida Provisória que regulamentará o retorno do auxílio.

O valor do benefício ainda não foi definido pela equipe econômica do governo. A princípio, o ministro Paulo Guedes falava em quatro parcelas de R$ 250, no entanto, segundo apurado pelo Blog do Nolasco, do R7, junto a fontes do Ministério da Economia, agora o governo estuda a possibilidade de criar três faixas de pagamento, considerando as necessidades de cada um. Veja abaixo:

R$ 175: valor pago a homens solteiros e sem filhos;
R$ 250: valor pago à maioria dos trabalhadores informais;
R$ 375: valor pago a mulheres chefes de família

Aqueles que, em 2020, não se cadastraram na Dataprev para receber o auxílio emergencial também devem ficar impossibilitados de realizar o cadastro para receber as novas parcelas.

Novos critérios para recebimento do benefício podem ser anunciados pelo governo federal após a aprovação da PEC Emergencial na Câmara dos Deputados, o que está previsto para esta semana.

Início dos pagamentos

A expectativa é que o valor comece a ser pago ainda neste mês, com a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição 186/2019, a chamada PEC Emergencial. O texto possibilita o pagamento do auxílio com créditos extraordinários sem ferir o teto de gastos públicos.

Quem recebe quanto?

De acordo com Guedes, a decisão sobre a amplitude do auxílio emergencial é do Ministério da Cidadania. “Nós [Ministério da Economia] só fornecemos os parâmetros básicos”, disse o ministro.

Segundo ele, o valor para mulher chefe de família monoparental deve ser de R$ 375 e, no caso de homem, de R$ 175. “Se for casal, já são R$ 250”, informou.

O auxílio emergencial

O auxílio emergencial foi criado em abril do ano passado pelo governo federal para atender pessoas vulneráveis afetadas pela pandemia de covid-19. Ele foi pago em cinco parcelas de R$ 600 ou R$ 1,2 mil para mães chefes de família monoparental e, depois, estendido até 31 de dezembro em até quatro parcelas de R$ 300 ou R$ 600 cada.

Tiveram direito aos repasses, obedecendo a uma série de critérios econômicos e sociais, integrantes do Bolsa Família, cidadãos incluídos no Cadastro Único (CadÚnico), além de trabalhadores informais, contribuintes individuais do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e microempreendedores individuais que solicitaram o benefício por meio de plataformas digitais ou aplicativo da Caixa Econômica Federal.

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