Projeto previa pagamento de R$ 50 mil a trabalhadores da linha de frente incapacitados pela covid-19
Redação, O Estado de S.Paulo
O projeto inicial previa indenização a todos os profissionais reconhecidos pelo
Conselho Nacional de Saúde e de serviços operacionais, como limpeza e segurança.
Foto: Amanda Perobelli/REUTERS
LEIA TAMBÉM
A proposta foi aprovada pelo
Congresso Nacional em julho e também incluia o pagamento do mesmo valor a dependentes de profissionais da linha de frente no combate à pandemia que morreram em decorrência da covid-19.
No despacho, Bolsonaro disse que o teor do projeto é inconstitucional e contrário ao interesse público. Um dos motivos apontados pelo presidente foi a falta de apresentação de estimativa do impacto orçamentário e financeiro do projeto.
A negativa diz ainda que, caso sancionado, seria dado "benefício indenizatório para agentes públicos, criando despesa continuada em período de calamidade no qual tais medidas estão vedadas".
O projeto inicial previa indenização a todos os profissionais reconhecidos pelo Conselho Nacional de Saúde, agentes de endemias, técnicos e auxiliares de serviços operacionais, como limpeza, condução de ambulâncias e segurança. Durante as discussões no Congresso, outras categorias foram incluídas, como fisioterapeutas, nutricionistas, assistentes sociais e coveiros.
Comentários
Postar um comentário