Temer enfrenta protesto na abertura do ENAEX. Crédito: Fábio Motta/Estadão
Do Estadão
Parlamentares do Centrão e até mesmo do PMDB querem que o Planalto redistribua cargos que estão nas mãos de 'infiéis' (que votaram pela admissibilidade da denúncia contra o presidente).
Integrantes do bloco informal se dizem dispostos até a paralisar ou derrotar a agenda econômica que tramita no Congresso. O primeiro alvo seria a MP que cria o Refis, programa de parcelamento de dívidas.
Temer nega ser refém do Centrão, mas a pressão continua: 'Decidimos não votar (...) Só retomaremos o diálogo quando o governo se comunicar melhor e resolver quem é base', afirmou o líder do PP na Câmara, deputado Arthur Lira (AL).
Parlamentares, que agora se dizem pouco animados com 'novas indisposições com o eleitorado' para votar matérias impopulares, focam mesmo nas mudanças para 2018.
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