Morte de voluntário da Coronavac foi suicídio, aponta laudo do IML

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) paralisou os testes com a CoronaVac sob a justificativa de ocorrência de um "efeito adverso grave" em um dos voluntários. Mas, em coletiva, representantes do governo de São Paulo e do Butantan garantiram que fatalidade nada teve a ver com o imunizante

BL Bruna Lima, ME Maria Eduarda Cardim
Correio Braziliense

(crédito: Ed Alves/CB/D.A Press)

Um laudo médico emitido pelo Instituto Médico-Legal (IML) apontou que a causa da morte do voluntário da CoronaVac, vacina produzida pela Sinovac em parceria com o Instituto Butantan, foi suicídio. Segundo laudo emitido em 29/10 pelo IML, a causa da morte do voluntário foi “suicídio consumado”.

Ontem, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) paralisou os testes sob a justificativa de ocorrência de um "efeito adverso grave" em um dos voluntários. A Anvisa irá se pronunciar sobre o caso por meio de coletiva de imprensa, marcada para ocorrer nesta terça-feira.

Mais cedo, por meio de coletiva de imprensa, o governo de São Paulo negou que a vacina chinesa CoronaVac tenha provocado a morte de um dos voluntários. O secretário de saúde de São Paulo, Jean Gorinchteyn, afirmou que o candidato morreu por causa de um motivo externo aos testes, mas não revelou a causa da morte.

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