Em giro pelo Agreste, Tadeu Alencar presta contas do mandato


Recém-escolhido o próximo líder do PSB na Câmara Federal, o deputado Tadeu Alencar faz, este fim de semana, uma série de visitas a municípios do Agreste para prestar contas do mandato e manter contato com suas bases.

Na programação estão agendas em Caruaru, Bezerros, Garanhuns, Palmeirina e Iati. “Sempre foi um compromisso nosso manter um contato permanente com os municípios e é isso que vamos fazer neste fim de semana. Além disso é importante ouvir os problemas que estão afetando as cidades, que não conseguiram ainda superar a crise econômica que perdura por mais de três anos”, afirma o deputado.

Prestar contas das emendas parlamentares e de projetos que ele vêm defendendo na Câmara são temas que também vão pontuar as conversas do deputado com aliados. Tadeu Alencar destinou mais de R$ 10 milhões em emendas parlamentares para beneficiar os municípios do Agreste durante o mandato. Ações de apoio à saúde, à infraestrutura urbana e ao desenvolvimento regional foram as mais contempladas. 

Trabalhos na Câmara - Há duas semanas, Tadeu Alencar foi escolhido, por unanimidade, para liderar o partido na Câmara em substituição ao também deputado Júlio Delgado (PSB-MG). Com isso, o PSB pernambucano mantém sua influência sobre os destinos do partido.

Além da luta contra as reformas da Previdência e trabalhista, da privatização do sistema Eletrobrás, que controla a Chesf, e contra o esvaziamento do Sistema Único de Assistência Social (SUAS), Tadeu Alencar também tem se estacada na defesa dos empregos dos estaleiros instalados em Suape.

Ele tem articulado, em conjunto com a bancada de Pernambuco e da Frente Parlamentar em Defesa da Indústria Naval, para que seja votado o projeto de lei 9.302/2017, que estabelece um mínimo de conteúdo nacional para empresas que irão atuar na exploração do pré-sal. Sem essa regra, as empresas que ganharem os leilões poderão comprar produtos e materiais de estaleiros fora do País. 

Caso a regra seja aprovada, eles teriam que adquirir produtos e equipamentos com, em média, 40% de fabricação nacional. “Essa regra visa proteger nossa indústria naval e nossos empregos. Não podemos deixar que essa atividade, que mudou a face econômica do Estado, simplesmente desapareça”, explica o deputado. O projeto tramita em regime de urgência e aguarda a colocação na pauta de votação.

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