Do Tijolaço
Assim como em Fortaleza, na capital pernambucana não houve manifestações contra o tucano. Por precaução foi montado um forte esquema de segurança com funcionários de uma empresa de vigilância privada e até viaturas da Polícia Militar no (centro)empresarial onde Dória foi homenageado.
O centro empresarial é dele mesmo, a sua empresa Lide, especializada em promover badalações que alimentem o ego da turma da bufunfa, com fotos e aplausos, na base do “money is beautiful” e canapés.
Não fossem os xingamentos, bravatas e grosserias contra Lula, teria passado despercebido.
Não se leu qualquer proposta dele em relação ao Nordeste, ficando apenas a memória daquela que fez, quando presidente da Embratur de Sarney,
de tornar a seca atração turística.
Mas ele disse que, em 2018, ” o povo vai enterrar um mito” ao derrotar Lula no voto.
Não muito longe dali, na Bahia, o povo mostrava na rua o que vai fazer a Lula: levá-lo de volta à presidência.
Mais ou menos na mesma hora em que Dória posava, elegante e só, com a turma do dim-dim.
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