Por iG São Paulo
Voo partiu de Moscou, na Rússia, com destino à Síria; a bordo do avião estavam músicos que iriam ao país para felicitar militares pelo Ano Novo

Reprodução/Voz da Rússia
Integrantes do conjunto Alexandrov durante performance
Nenhuma das vítimas sobreviveu
à queda do avião militar russo que caiu no Mar Negro neste domingo (25). A aeronave levava 92 pessoas a bordo e desapareceu do radar dois minutos depois de decolar na cidade de Sochi, às 5h25 locais (0h25 pelo horário de Brasília).
De acordo com a agência de notícias russa Sputinik, o avião russo partiu com destino à cidade síria de Latakia. A bordo estavam músicos que iriam à Síria para felicitar militares pelo Ano Novo na base aérea de Hmeymim.
Segundo o site de notícias BBC, fragmentos de fuselagem foram localizados logo cedo. O Ministério da Defesa russo informou que o avião de transporte militar Tu-154 levava soldados, 64 integrantes do conjunto musical militar Alexandrov e nove repórteres.

Reprodução/Twitter
Os aviões de transporte russos Tu-154 têm sido usados regularmente na Síria, escoltados por bombardeiros
O avião que voava para Latakia começou o seu voo na cidade de Moscou, capital da Rússia, e parado em Sochi para reabastecimento.
"Fragmentos do avião Tu-154 do Ministério da Defesa russo foram localizados a 1,5 km da costa do Mar Negro em Sochi, a uma profundidade de 50 a 70 metros", afirmou, em nota, a pasta da Defesa russa.
Quedas de aviões na Rússia
Em abril de 2010, um avião Tu-154 caiu em Smolensk, no oeste da Rússia, matando todas as 96 pessoas a bordo, incluindo o presidente da Polônia Lech Kaczynski.
Um Tu-154, operado pela Siberian Airlines, foi derrubado sobre o Mar Negro em outubro de 2001, matando 78 pessoas. O avião seguia de Tel Aviv, em Israel, a Novosibirsk, na Rússia, e a maioria dos passageiros era israelense.
Neste mês, um avião militar do Ministério da Defesa da Rússia caiu na Sibéria, com 39 pessoas a bordo. De acordo com fontes de Moscou, todas as vítimas sobreviveram ao acidente. A queda estava mais para um pouso forçado.
As Forças Armadas da Ucrânia inicialmente negaram envolvimento, mas oficiais depois reconheceram que o avião pode ter sido abatido durante um treinamento militar.
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