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Mostrando postagens de Novembro 19, 2019

Bolsonaro assina carta de desfiliação do PSL

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Documento será entregue ao partido e à Justiça Eleitoral; presidente decide fundar nova sigla
Lígia Formenti, O Estado de S.Paulo

BRASÍLIA – O presidente Jair Bolsonaro assinou a carta de desfiliação do PSL, partido pelo qual se elegeu. A carta será entregue ao partido e à Justiça Eleitoral ainda nesta terça-feira, 19, abrindo caminho para que ele possa assumir a presidência da sigla que, ao lado de aliados, decidiu fundar, o Aliança pelo Brasil. A reunião para o lançamento do partido será realizada nesta quinta, em Brasília.
A advogada do presidente Karina Kufa afirmou que não há nenhum obstáculo para que o presidente possa ocupar também a presidência do partido. Nesta segunda, questionado se assumiria o cargo, Bolsonaro respondeu: “Acho que sim”. Admar Gonzaga, advogado que integra a equipe de consultores que atua no processo da saída do presidente do PSL, afirmou que essa é a hipótese viável e “aconselhada.”
Gonzaga e Kufa reuniram-se com o presidente no Palácio do Planalto nesta tarde…

Cacique Raoni ironiza: “Onde está o amigo de Bolsonaro, o Queiroz?”

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Em Altamira, no Pará, um dos maiores líderes indígenas do mundo responde às críticas do presidente com cobrança e faz apelo: "É a floresta que segura o mundo. Se acabarem com tudo, não é só índio que vai sofrer"
O cacique Raoni, durante a entrevista, em Altamira (PA). LILO CLARETO/ISA
JOANA OLIVEIRA Altamira (Pará)  El País
O cacique kayapó Raoni Metuktire só fala em paz. Em Altamira, onde participa do encontro Amazônia Centro do Mundo —que reúne povos da floresta (indígenas, quilombolas e ribeirinhos), cientistas e ativistas—, um dos maiores líderes indígenas do mundo repete a mensagem que espalha há mais de cinco décadas: "Minha luta é para proteger a floresta, para que todos possamos viver em paz". Não à toa, em setembro, Raoni entrou na lista de indicados para concorrer ao Nobel da Paz e outras lideranças indígenas de todo o país iniciaram a campanha para que ele levasse o prêmio (que acabou indo para Abiy Ahmed, primeiro-ministro da Etiópia). O cacique caiapó, no en…

Aras pede ao STF derrubar liminar de Toffoli que parou caso Queiroz

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O plenário do Supremo discute nesta quarta-feira (20) a necessidade de autorização judicial prévia para o compartilhamento de dados sigilosos
Agência Estado
O procurador-geral da República, Augusto Aras Dida Sampaio/ Estadão Conteúdo - 26.09.2019
Em memorial encaminhado ao Supremo Tribunal Federal (STF), o procurador-geral da República, Augusto Aras, alertou os integrantes da Corte que limitar o compartilhamento de dados sigilosos do antigo Coaf (rebatizado de Unidade de Inteligência Financeira) com o Ministério Público e a Polícia pode “comprometer tanto a reputação internacional do Brasil quanto sua atuação nos principais mercados financeiros globais“.
De acordo com Aras, entre as consequências mais concretas que podem ocorrer caso o Supremo imponha limites ao repasse de informações do Coaf estão a dificuldade de acesso a créditos internacionais para projetos de desenvolvimento, redução do rating de investimento do Brasil por agências internacionais de classificação de risco e dificuldad…