Governo planeja reduzir benefícios de servidores do Executivo

O ministro Dyogo Oliveira, do Planejamento, em anúncio de novo corte no Orçamento. 
Crédito: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

Do Estadão


Complementos como auxílios-alimentação, pré-escola e transporte fazem com que salários ultrapassem o teto constitucional do funcionalismo, que é de R$ 33,7 mil, e custam R$ 3,8 bilhões por ano para o governo.

Segundo uma fonte da equipe econômica, a ideia não é acabar com os auxílios, mas reduzir os valores. Na regra atual, se cumprir as regras, cada servidor tem direito a R$ 458 por mês de auxílio-alimentação, R$ 321 para ajudar a pagar pré-escola e R$ 204,19 de auxílio-transporte. A mudança afetaria só os servidores do Executivo. O Legislativo e o Judiciário gastam ainda mais com esse tipo de benefício, mas o Executivo não tem autonomia para propor esse corte de custo para outros Poderes.

O governo está revendo todas as despesas de 2017 e 2018 para encontrar possíveis pontos de economia. O objetivo principal é não ter que alterar a meta fiscal, que prevê um rombo de R$ 139 bilhões nas contas públicas este ano.

Mas a crise não tem impacto só no orçamento da União. Os gastos domésticos também têm sofrido. Tanto que os brasileiros têm acumulado menos milhas no cartão de crédito. A valorização do dólar é uma explicação para o fenômeno, já que a maioria dos programas atrela o valor dos pontos à moeda americana. Um outro efeito é a desvalorização das milhas: é preciso acumular muito mais pontos para conseguir bancar as passagens.

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