VALOR, DA GLOBO, ATESTA FIASCO ECONÔMICO DO GOLPE


Nem a Globo consegue mais esconder o fiasco econômico do golpe de 2016, que prometia resgatar a confiança, mas produziu a maior recessão já registrada na história do Brasil; manchetes do jornal Valor Econômico, da família Marinho, retratam um cenário de terra arrasada, quase um ano depois da posse de Michel Temer e Henrique Meirelles; as vendas do varejo caem mais do que o previsto, o índice de atividade do Banco Central mostra retração de 0,26% em janeiro, o desemprego é de 13,5 milhões de pessoas no trimestre e o rombo fiscal, decorrente da queda abrupta na atividade, é o maior de todos os tempos; ou seja: todos indicadores demonstram que a elite brasileira deu um tiro no pé ao patrocinar o golpe de 2016

247 – Terra arrasada. É isso o que se lê nas páginas do Valor Econômico, jornal da família Marinho, quase um ano após o golpe de 2016.

"A atividade do comércio abriu o ano em redução mais forte do que o previsto e piorou perspectivas para o desempenho da economia no primeiro trimestre. Divulgada ontem pelo IBGE, a Pesquisa Mensal do Comércio (PMC) mostrou que o volume de vendas no varejo restrito, que não incluem automóveis e material de construção, diminuiu 0,7% de dezembro para janeiro, feitos os ajustes sazonais, depois de ter recuado 1,9% na medição anterior. A variação das vendas restritas na abertura do ano ficou abaixo do piso das estimativas coletadas pelo Valor Data, de queda de 0,5%. A média de 24 economistas e instituições financeiras contava com avanço de 0,4% no período", indica reportagem sobre as vendas do comércio.

"Com resultados ainda bastante negativos no comércio e nos serviços, a atividade econômica continuou em retração no primeiro mês de 2017, em nível próximo da queda registrada em dezembro. A média de 22 estimativas colhidas pelo Valor Data entre consultorias e instituições financeiras sinaliza contração de 0,28% do Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) sobre o último mês do ano passado, quando já havia recuado 0,26% em relação a novembro, na série com ajuste sazonal", aponta outro texto sobre a retomada inexistente.

Como a depressão econômica de Michel Temer e Henrique Meirelles derrubou a atividade empresarial, a consequência óbvia foi a queda da arrecadação e a ampliação do rombo fiscal.

"As contas do governo central registraram em fevereiro o seu pior resultado para o mês da história: um déficit primário de R$ 26,26 bilhões. No acumulado dos dois primeiros meses do ano, o déficit foi o segundo maior da série, mesmo com o governo segurando fortemente os gastos, que, no período, tiveram queda nominal de 3,2%", informa o Valor.

No indicador mais sentido pela população, o desemprego, mais uma perspectiva sombria. "A taxa de desemprego deve ultrapassar 13%, passando de 12,6% em janeiro a 13,2% no trimestre móvel encerrado em fevereiro, conforme a média de 24 projeções colhidas entre consultorias e instituições financeiras pelo Valor Data. As estimativas para a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, que será divulgada hoje, variam de 12,8% a 13,4%. No mesmo período do ano passado, o indicador era três pontos percentuais menor, 10,2%", aponta o jornal.

Ou seja: o golpe de 2016 foi um dos maiores estelionatos econômicos da história do Brasil e nem a Globo consegue esconder o desastre.

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