INCLUÍDO NA LISTA DE JANOT, BRUNO ARAÚJO DIZ QUE SEGUIU LEGISLAÇÃO


Ministro das Cidades, Bruno Araújo (PSDB-PE), que enquanto deputado bateu panelas contra o governo da presidente deposta Dilma Rousseff, foi incluído na lista das delações da Odebrecht enviada ao Supremo Tribunal Federal (STF) pelo procurador-geral da República Rodrigo Janot, disse que solicitou doações respeitando a legislação; "De acordo com a legislação eleitoral, solicitei doações para diversas empresas, inclusive a Odebrecht, como já foi anteriormente noticiado. O sistema democrático vigente estabelecia a participação de instituições privadas por meio de doações. Mantive uma relação institucional com todas essas empresas", disse em nota; além de Araújo, outros quatro ministros do governo Michel Temer também aparecem na lista da PGR

Pernambuco 247 - O ministro das Cidades, Bruno Araújo (PSDB-PE), que foi incluído na lista das delações da Odebrecht enviada ao Supremo Tribunal Federal (STF) pelo procurador-geral da República Rodrigo Janot, disse, por meio de uma nota curta, que solicitou doações eleitorais respeitando a legislação eleitoral vigente. Além de Bruno Araújo, outros quatro ministros também aparecem na lista da PGR que pede a abertura de 83 inquéritos contra autoridades e parlamentares.

"De acordo com a legislação eleitoral, solicitei doações para diversas empresas, inclusive a Odebrecht, como já foi anteriormente noticiado. O sistema democrático vigente estabelecia a participação de instituições privadas por meio de doações. Mantive uma relação institucional com todas essas empresas", afirmou o tucano em nota. Com o envio da lista para o STF, caberá ao ministro da Corte e relator dos processos da Lava Jato, Edson Fachin, decidir os inquéritos que serão abertos.

Araújo, que foi citado na delação premiada do ex-vice-presidente de Relações Institucionais da Odebrecht Cláudio Melo Filho, disse em uma entrevista recente que conhecia o delator mas destacou que "ele [Cláudio Melo Filho] se restringe a dizer de uma relação institucional que teve comigo". Na ocasião, ele também destacou que as consequências das delações e da lista de Janot, - que na época estava em elaboração – teriam resultados na Justiça e também nas eleições. "Cada eleitor vai fazer uma leitura para cada caso específico", observou.

Confira abaixo a íntegra da nota enviada pelo ministro das Cidades Bruno Araújo, sobre o fato.

De acordo com a legislação eleitoral, solicitei doações para diversas empresas, inclusive a Odebrecht, como já foi anteriormente noticiado. O sistema democrático vigente estabelecia a participação de instituições privadas por meio de doações. Mantive uma relação institucional com todas essas empresas.

Comentários

POSTAGENS MAIS ACESSADAS

CANDIDATURA AVULSA. GEO CALDAS PODE SE LANÇAR CANDIDATO A PRESIDENTE

JUNIOR DE SINDÔ SERÁ VELADO NA CÂMARA DE SANTA CRUZ DO CAPIBARIBE

COMPOSIÇÃO DA CÂMARA PODE PASSAR DE 17 PARA 10 VEREADORES, EM SANTA CRUZ DO CAPIBARIBE

VEREADOR E ESPOSA SÃO ASSALTADOS EM FRENTE A RÁDIO, NA CIDADE DE SANTA CRUZ DO CAPIBARIBE

DISTRITO DE PÃO DE AÇÚCAR É DESTAQUE EM REPORTAGEM DO SBT POR CAUSA DA VIOLÊNCIA