ESGOTAMENTO SANITÁRIO EM SANTA CRUZ DO CAPIBARIBE. UM PROBLEMA CRÔNICO

Há vários anos que a população santa-cruzense espera uma solução para que os esgotos, sem os devidos tratamentos, não sejam despejados em nossos riachos e no Rio Capibaribe todos os dias.

Reuniões sem fim já foram feitas, sejam nos órgãos estaduais quanto nos municipais, para debater o assunto. Inclusive, lembro que até o, na época, governador Eduardo Campos veio aqui dizer que o dinheiro para a estação de tratamento de esgoto já estava disponível e era na ordem de 65 milhões de reais.

Tudo conversa jogada fora. Tempo perdido. Povo enganado.

Em abril do ano passado a COMPESA anunciou que estava lançando o edital de licitação para contratar a empresa ou consórcio que iria elaborar e executar o projeto do Sistema de Esgotamento Sanitário (SES) da sede do município. (LEIA AQUI). Enviei e-mail para a companhia procurando saber em que pé está o processo e estou aguardando resposta.

Vale lembrar que uma das obrigações para que o município receba águas da Transposição do Rio São Francisco é que ele tenha tratamento de esgoto. 

Uma mobilização faz-se necessária para forçar a quem compete começar a por as mãos na massa.











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