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Mostrando postagens de Maio 12, 2016

Sete ministros de Temer são citados na Lava Jato

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Romero Jucá é o mais enrolado e Geddel Vieira Lima e Henrique Alves ganharão foro privilegiado; outros quatro constam na lista da Odebrecht
por Carta Capital
Igo Estrela/PMDB Nacional
Romero Jucá admitiu que pediu dinheiro a Ricardo Pessoa, da UTC Engenharia
Além do presidente da República interino,Michel Temer (PMDB), ao menos sete ministros do novo governo tiveram seus nomes citados nas investigações da Operação Lava Jato.
O peemedebista - que assume o cargo até o julgamento de Dilma Rousseff pelo Senado, o que pode demorar até 180 dias - é citado como beneficiário nos escândalos de corrupção que são alvo da força-tarefa.
Veja, abaixo, o que pesa contra os ministros:
Romero Jucá (PMDB-RR) - Planejamento, Desenvolvimento e Gestão
O senador Romero Jucá, que vai assumir o Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, está na lista de investigados que o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, enviou ao Supremo Tribunal Federal (STF) no início de 2015.
Jucá foi citado por del…

Combate à pobreza foi o maior feito do PT no poder

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Dados mostram que a proporção de pobres no País caiu de 23,4% em 2002 para 7% em 2014
Por: AE
Motivo de troca de acusações entre aliados e adversários da presidente Dilma Rousseff desde que o processo de impeachment avançou e o vice Michel Temer passou a organizar o novo governo, o combate à pobreza foi uma das mais bem-sucedidas políticas públicas dos 13 anos de governo do PT. 
Dados do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) mostram que a proporção de pobres no País caiu de 23,4% em 2002, último ano do governo Fernando Henrique Cardoso, para 7% em 2014. Em números absolutos, são 26,3 milhões de pessoas a menos vivendo abaixo da linha de pobreza - uma redução de 40,5 milhões de pobres para 14,2 milhões em 12 anos.
O principal programa de redução da pobreza é o Bolsa Família. Em 2015, chegou a 13,9 milhões de famílias, somando 46,6 milhões de pessoas, e teve investimentos de R$ 27,6 bilhões. Ao contrário de outros importantes programas sociais em áreas fundamentais c…

Afastar Dilma abre gravíssimo precedente, avalia Armando Monteiro

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“Onde identificar o pressuposto jurídico que exige vinculação da presidenta a esses atos, que exige crime de responsabilidade ou ação conta a Constituição?”, questionou

Foto:Beto Barata/Agência Senado

por Agência PT

“Afastar uma presidenta da República é um fato que se constitui num gravíssimo precedente. Estaremos introduzindo uma ruptura na ordem institucional do país.”
A frase é do senador Armando Monteiro (PTB-PE), que deixou o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior para votar na sessão no Senado que analisa o golpe contra a presidenta, Dilma Rousseff, travestido de processo de impeachment. Ele disse que fez questão de reassumir o mandato de senador para votar contra o golpe, porque estava no governo e quis defendê-lo.
O senador avaliou o atual processo como um procedimento sem base legal. “Claro está que se utiliza o argumento jurídico, mas até agora o que se promoveu foi um julgamento eminentemente político”, afirmou. Isso porque, sendo um minsitro da área ec…

Veja como votaram os senadores no processo de impeachment

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Por 55 votos a favor e 22 contra, o Senado aceitou o processo de impeachment de Dilma
O Senado aprovou, por 55 votos a favor e 22 contra, a admissibilidade do processo de impeachment da presidenta Dilma Rousseff. Com isso, o processo será aberto no Senado e Dilma será afastada hoje do cargo por até 180 dias, a partir da notificação. 
Os senadores votaram no painel eletrônico. Não houve abstenções. Estavam presentes 71 senadores. O vice-presidente Michel Temer (PMDB) assume hoje interinamente a Presidência da República depois de ser notificado oficialmente pelo presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB). Abaixo você confere a relação com os votos de todos os senadores:


Não houve abstenções. Estavam presentes 71 senadores.

Por 55 votos a favor e 22 contra, Senado abre processo de impeachment de Dilma

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Com a aprovação de hoje, o processo volta para a Comissão Especial do Impeachment
Por: Agência Brasil


Brasília - Votação do processo de impeachment de Dilma Rousseff no  plenário do Senado (Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil) 
O Senado aprovou, por 55 votos a favor e 22 contra, a admissibilidade do processo de impeachment da presidenta Dilma Rousseff. Com isso, o processo será aberto no Senado e Dilma será afastada hoje do cargo por até 180 dias, a partir da notificação. Os senadores votaram no painel eletrônico. Não houve abstenções. Estavam presentes 71 senadores. O vice-presidente Michel Temer (PMDB) assume hoje interinamente a Presidência da República depois de ser notificado oficialmente pelo presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB). 
A sessão para a votação durou mais de 20 horas. Durante o dia de ontem e a madrugada de hoje, dos 81 senadores, 69 discursaram apresentando seus motivos para acatar ou não a abertura de processo contra Dilma. 
Comissão Especial
Com a aprovaçã…