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Mostrando postagens de Janeiro 6, 2016

O sapo, por Dario Gomes

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Talvez, pelo fato de ser considerado feio, ele é tão marginalizado.
Da família dos anfíbios o sapo, em suas mais diversas espécies, é considerado asqueroso. Há quem diga que ele é perigoso, outros o considera nojento, mas tem até quem simpatize com ele. Já ouvi alguém comentar sobre sua beleza, porém, na maioria das vezes, é considerado feio. Desengonçado na forma de andar, na verdade de pular. O seu canto também não é dos mais belos, mas entre ouvir certas músicas e o coaxar de um sapo, eu fico com o segundo, porque tem cada cantor que perde até para canto de sapo.
O fato é que o sapo é perseguido e expulso de onde estiver, quando se acha um entocado embaixo de algum lavatório, ou detrás de uma porta, logo a vassoura entra em ação e lá se vai o coitado para o olho da rua, mas ele é esperto e, no outro dia, lá está ele, com toda teimosia que lhe é peculiar e novamente ele é expulso sem a mínima consideração. Vítima dos mais diversos maus tratos o sapo não grita, nem geme, suporta a d…

Paulo Câmara retira subsidio dado por Eduardo Campos e conta de luz ficou mais cara

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por Fernando Castilho
Do JC Negócios



Lembra daquela promessa na campanha de 2006 e cumprida durante nove anos (tanto nos governos Eduardo Campos e João Lyra Neto como no primeiro ano do de Paulo Câmara), isentando de ICMS todo consumidor de energia elétrica que provasse ser de baixa renda? Já era! Desde o dia 1º, continuará com o benefício de não pagar 25% sobre a conta de energia da Celpe apenas quem consumir até 140 KWh/mês.
Isso quer dizer que mesmo estando cadastrada na companhia, agora uma família de baixa renda que consumir acima desse volume vai pagar o imposto sobre tudo o que for registrado no medidor. Uma conta de 140 kWh custa, hoje, R$ 35, e deve passar para R$ 50.
A decisão de voltar a cobrar ICMS nas contas de que quem consome acima de 140kWh/mês foi publicada no dia 22 no Diário Oficial (Decreto nº 42.527), que introduziu uma série de alterações na legislação. O decreto pôs fim ao convênio que vigorou desde o primeiro dia de governo de Eduardo Campos até o último dia 31.